Quando chegaram em casa, Aline m*l conseguia tirar os sapatos. Stefan a ajudou, segurando-a pela cintura e carregando algumas sacolas do carro.
— Amor, você precisa sentar… — disse ele, guiando-a até o sofá. — Seus pés estão inchados e você está exausta.
Ela suspirou, encostando a cabeça no ombro dele:
— Eu sei… mas quero relaxar um pouco antes.
Ele pegou uma bolsa térmica e colocou suavemente sobre os pés dela, depois segurou as mãos dela:
— Eu fico preocupado, sabia? — disse ele, olhando nos olhos dela. — Você se esforça demais e ainda passa por perigos… eu queria poder te proteger de tudo.
— Eu sei, amor… — respondeu ela, sorrindo fraca. — Mas agora eu tenho você comigo. Isso já ajuda muito.
Ele suspirou, aliviado, e começou a massagear os pés dela, com cuidado, sentindo cada tensão se soltar. Ela fechou os olhos, suspirando de prazer.
— Amor… — disse ela baixinho — às vezes nem consigo acreditar que você está aqui de verdade, cuidando de mim assim.
— Eu nunca vou deixar você se machucar, princesa. Nunca — respondeu ele, beijando o topo da cabeça dela. — Mesmo que eu tenha que estar sempre ao seu lado, eu vou.
Ela se virou devagar para ele, apoiando o queixo no peito dele:
— Eu gosto quando você fica preocupado… significa que você se importa.
Ele sorriu e acariciou o rosto dela, passando a mão pelos cabelos lisos dela:
— Me importa mais do que tudo, Aline. Eu só quero que você fique bem. Que você esteja segura e feliz.
Ela suspirou, relaxando nos braços dele, sentindo cada toque, cada cuidado.
— Então vamos ficar assim por um tempo… só nós dois — disse ela, sorrindo com os olhos marejados de emoção.
— Sim… só nós dois — respondeu ele, beijando a testa dela, depois os ombros, depois os braços. — Até você se sentir completamente melhor.
E naquela noite, entre massagens, carinho e preocupação mútua, eles se entregaram a um momento de i********e, amor e segurança, reforçando que, apesar da distância e dos perigos do mundo, juntos, seriam invencíveis.