Minha dor não era física. Era mental — profunda, densa, esmagadora. Eu tive que fazer coisas, dizer coisas, interpretar papéis que me rasgavam por dentro. Não que eu não estivesse acostumada… mas naquela noite foi diferente. Parecia um complô. Parecia que o universo inteiro queria me quebrar. Cada cliente pagou mais de duas horas — e cada um deles parecia ter escolhido o pior de si para despejar dentro do meu quarto. Foi horrível. Exaustivo. Perturbador. O segundo chegou com uma cinta peniana e exigiu que eu o satisfizesse como se aquela fosse a última noite da vida dele. O terceiro me amarrou pela cabeceira e, com um olhar animalesco, queria cravar os dentes nos meus s***s como um cão descontrolado — só parou quando eu o insultei. O primeiro se entupiu de tadalafila e exigiu um ritm

