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Mamãe precisa de um marido

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Blurb

Prefiro que ela morra do que doar meus órgãos, diz à minha mãe o homem que se diz ser meu pai.

Ela é seu filha... ela diz em meio à tristeza e decepção causada pela resposta que acabou de lhe dar, mas isso não me surpreende, ele nunca me amou e eu também não, afinal eu nunca quis ter filhos.

— O erro foi seu, eu falei para você se cuidar, que a camisinha não bastava...

— Você e um completo i****a e tudo que eu te desejo e que Deus jamais lhe castigue porque o que esta fazendo com seu filho e algo desumano e tome cuidado porque o inferno e aqui.

— Eu lamento, mas não vou deixar de viver para dá meu órgão para essa garota que me odeia.

— Por que será que ela te odeio tanto assim? Não precisa dizer sai da minha casa e da minha vida!

O que você para salvar sua filha? Existem muitos pais assim, porém mãe e mãe e pelos seus filhos somos capazes até de desistir da nossa felicidade.

E você o que faria para salvar sua filha? Qual o tamanho do amor de sua mãe? Acredito que seja infinito não e? Manuela e Lis vão conseguir um rim novo?

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Capítulo 1
— Prefiro vê-lo morto do que doar meus órgãos! diz meu pai para minha mãe. — Ela é sua filha … ela diz triste e decepcionada pela resposta que acabou de ouvir, mas isso não me surpreende, ele nunca me amou e eu também não. — Um erro foi seu, falei para você se prevenir, que a camisinha não era segura e agora me vem com essa conversar? — Me enganei ao casar com você, que tipo de pai e que não consegue amar sua filha e muito menos tentar salva-la. - Ela grita, seu rosto muda. Sinto as gotas escorrendo pelo meu rosto, não consigo ver as lágrimas, não suporto ver a mamãe assim, triste e com medo de me perder. O tempo está se esgotando e com toda a minha fé eu não quero perder a esperança. Vestindo uma camisa, e saindo rapidamente, retiro-me dessa casa. Se minha filha não e bem vinda aqui eu também não sou já aguentei muita coisa por esse casamento inútil sem brilho. Meus olhos estavam fixos na toalha de mesa e desumano saiu com um sorriso no rosto. — Vamos, minha filha! Não quero que ele descubra que não podemos viver sem ele. Rapidamente arrumei o que tínhamos e junto com minha filha eu decidi sozinha que ia lutar pela vida dela. Quando estávamos saindo o desgraçado voltou. — Filha, diga adeus ao seu pai. pediu a ela imediatamente negou. — Vamos! bati a porta e fomos para o elevador. Quando eu nasci, minha mãe percebeu que vários órgãos do meu corpo começaram apresentar problemas e o tempo de internação só aumentou; portanto, mesmo sabendo de todos esses problemas, ela sempre mostrou para ela que ia ser forte. Entendo que se eu não fizer o transplantar minha mãe precisa deixar eu ir em paz, pois sabia que ela havia tudo que uma mãe poderia fazer para salvar a vida de um filho. Ela tinha tudo ao seu alcance para convencer Arthur, meu pai, a ser o meu doador. Porque ela não queria me perder e ele se recusa talvez por não entender bem a situação em que me encontro. Entretanto prefiro passar o tempo que me sobra procurando um marido para minha mãe, alguém que ame de verdade e que abrace ela tão fortemente quanto eu. Isso mesmo que eu deveria fazer e sinto que quando eu partir, ela não ficará bem e feliz ao lado da pessoa certa que eu escolhi para minha mãe. Será que a mamãe conseguirá encontrar um doador a tempo ou eu precisarei acelerar minhas buscas para encontrar um marido para ela? Lis Estava chovendo e ficamos presa no trânsito da cidade. Já era tarde e íamos para casa de duas avós durante o fim de semana era fantástico, mas foi um pouco cansativo e era só para ver como estávamos. Sinto vontade de ir para a cama e dormir tarde, ou lembrar no momento em que o alarmante tocava para ir na escola naquela bagunça terrível. — Ou e eles? — pergunta a mãe. Parecia que ela estava lendo meus pensamentos. Acredito que vou sentir falta disso tudo afinal não será tão r**m assim. Eu estava com a minha mãe e isso que importava por, mas que percebia sua tristeza espantada em seus olhos. Minha mãe não sabia, mas na escola tinha livros proibidos e que eu pegava escondido e leia assim mesmo. — Mentirosa! — retirei rapidamente o folheto da minha cara deixando-me simplesmente em evidência — Dê-me — exija pedir o meu livro que é muito interessante. — Mãe — renegada. — Você tem dez anos, em vez de ler psicologia e manipulação. Eu ensino você sobre a inocência e por de trás de mim querendo ver conteúdos proibidos. — Mãe! — Deveria estudar os livros da escola, especialmente a matemática específica. — Mãe eu realmente odiei esse assunto. — Eu já fiz, fiz seis exames e passei, preciso continuar como meus folhetos mais interessantes. — Lembrei que mantive a minha promessa. Além disso, não gosto de outros livros, não tenho bons como este para defender minha posição e as linhas de expressão. Mamãe é loira, de olhos azuis, é muito bonita e por isso sempre chama a atenção dos homens, o r**m é que eles só veem o físico dela e não a grande mulher que penso que ela é. Ele tem um coração lindo e seus sentimentos, muito mais. Nos livros diriam que ela é uma mulher extraordinária, mas para mim ela é a melhor mãe do mundo. — Não, e não e quer que eu repita para você, da próxima vez terei que te dar um castigo exemplar, Lis. Ela estava falando sério e avisar mais uma vez, fato que realmente me incomoda. Volto o olhar para a janela e através dela vejo mais pessoas. Como eu, queria voltar para casa, mas a chuva nós impede e o papai também. O carro anda com a velocidade de uma lesma e vejo um homem no meio da água, sem guarda-chuva, sendo ignorado pelos demais. Ele procura ajuda, mas ninguém se atreve a lhe dar. — Mãe, chamo a atenção dela e aponto na direção do homem de terno que está encharcado. —Não podemos fazer nada, querida, diz ela, mas claro que é possível, ele só precisa de um lugar para ficar e nossa casa tem muitos cômodos. Destranco a porta e saio do carro, imediatamente me aproximo dele que apenas sorri para mim. Ouço os gritos da mãe, mas não presto muita atenção. — Olá, pequena, ele cumprimenta e seu sotaque é diferente, dá para perceber que ele é estrangeiro e que é da Itália. — Meu nome é Lis e o seu? —Pergunto, estendendo a mão e sentindo as buzinas dos carros ao meu redor. — Prazer em conhecê-la, Lis, o meu nome é David. — Lis! Ouço a voz da mãe por perto. — Acho que estão chamando você? Ele aponta para trás de mim e encontro mamãe ao lado de Deus, que está encarregado de segurar os guarda-chuvas.

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