— Para onde vai? — Ouço a voz um pouco delicada e um pouco áspera de uma mulher mais velha: a minha sogra? — Para a cidade, é o jantar de ensaio da Ana e tenho que fazer algo sobre a Odete e a Francos — responder calmamente. — E depois? — pergunta entrar na sala e para ser honesto não me lembro, o que me enche de vergonha. — Nada! — Torna-se reservado. — Não vai deixar ver Manuela, pois não? — Ele aproxima-se, posiciona-se de frente e com os braços cruzados. Ela tem cabelos grisalhos e olhos azuis, o que implica que o verde pode vir do pai de André que, por acaso, entra na sala. — Vitoria, Manuela, Sebastian, o meu pai e a minha mãe, podem lembrar de você, mas tenho a certeza que não te lembra deles, feliz? — pergunta e o rosto gentil da mulher na frente de ambos, torna-se de fúria.

