Capítulo 16

1587 Words
— O que está acontecendo, Manuela? — David pergunta. Eu não parei de observá-la e, portanto, não despertei mais o seu interesse. —Nada. —Imediatamente sua risada explode. Ela se lembra de todas as palavras do meu pai. — Não acredito nisso. — Responde para sua surpresa de ambas as partes. — A verdade é que fico fascinado em ver a sua série nos bastidores e independentemente do pedido para nos comportarmos um pouco mais profissionalmente enquanto trabalhamos. Sei que não está bem, mas prometo respeita-la não me atrevo a dizer mais nada. Minha mente pensa naquela noite antes da viagem ele me acariciou e me encheu de prazer. Eu sabia que estava errado, que a única coisa que me separava de Lis era aquele vidro e a cortina, mas estava pronto para ir. Me divorciei do Arthur há alguns anos e antes processarmos, nosso relacionamento não era muito bom, não dividíamos o quarto, sentávamos ao lado de Lis na sala da cozinha e dormíamos na mesma cama, virando as costas para nós mesmos. Afinal não tenho companheiro, é me dedico completamente a Lis e o meu comportamento para pensar que essa solidariedade é o que temo também: Meu comportamento é impulsivo e não abro mão de orientar-me. André é lindo e isso mostra que seus sentimentos genuínos, apesar disso, têm medo. Não quero que Lis tenha ideias, digamos que basta para o pais começar uma nova desilusão. Seria difícil para nós tentarmos algo e depois de um fracasso total. — Manuela! — Tento aumentar minha voz quando percebe ao entrar. — Ah, o que está acontecendo? — Confusa tento entender. — O nome de Lis está para nomeação daqui a três depois. — Aviso para ela. — Não, tem de ser amanhã, tenho uma reunião neste dia. — Lembro-me do compromisso. — Eu posso levá-lo. — É oferecido e meus olhos viajam para ele. — Sério? — Perguntei seu pedido foi com um sorriso que me deu enquanto cruzava as pernas. —Claro, ele confirma. —Obrigado. Levanto e caminho em sua direção. Aproximo, com a intenção de dar um beijo em sua bochecha em sinal de gratidão, mas o trapaceiro apoiou meu rosto e se virou, mais uma vez, nossos lábios se encontrarão novamente. — Estou indo. — E o riso da André me estremece. — Ele prometeu. — Disse ao não se aproximar, Manuela. — Lembra-se na nota em resposta, meus olhos se transformam em esferas brancas. Na sua casa ultrapassa uma altura mínima, então é preciso levantar um pouco a cabeça para observar. Suas mãos se movem para você movimentar meus quadríceps e rapidamente, ele me levanta, meu coque descansa e goza, enquanto ele ocupa o espaço entre minhas pernas. — Vamos terminar na cama? — Descubro, termino meu silêncio. — Eu não tenho nenhum desejo. Afinal tenho uma relação meio confusa com David espero que respeite isso. Uma imprensa divulgada pelo André entrar em contacto com ela, alega o contrário. Uma voz e seu cheiro, que aparentemente demonstra calma, também deixam em evidências. — Bela e tudo para mim. — pronuncia suas pernas tremem, mas os meus braços unem-se. — Compreendi a primeira parte: bonito... — velho com um pouco de idade, posso conferenciar ou descansar? — Inimigo deixa eu levantar uma coisa para toda curiosidade: eu desejo, eu desejo, eu desejo, que isso me cause m*l. — Manuela, tenho que ensinar Italiano. — Sim? — Tente se esforçar. — Repita após meu pedido. —Eu faço o meu melhor. Estava completamente confusa, porque eu gostava do André, mas não como ele gostava de mim. E todas as vezes que estávamos sozinhos ele tentava algo comigo e isso me deixava m*l. — André, preciso que apenas me ensine a falar Italiano por favor, antes de me fazer uma careta. — Perfeito… — Qual é o significado? — Estou adquirindo um pouco de clareza. — Eu disse: Bonito e para todos meus — abro os olhos para essa afirmação e você responde: Eu pertenço a você, André, sou seu… — E o que? Eu tenho que falar isso mesmo? Você e um trapaceiro isso sim e caio no riso mesmo não querendo. — Não seja i****a, André. — Sugiro mordendo os lábio, não posso deixar de evitar. — Deseja continuar aprendendo? — interroga, quanto você usa o polegar para libertar os seus lábios da pressão exercida pelos meus dentes. Eu sempre soube que o Italiano foi divulgado por ser uma linguagem do amor; nem tanto, ele não imaginava que durante anos estivesse usando a metodologia errada para aprendê-la. — Sou a nova aluna, Sr. André… — David, está nós espionando e? Aparentemente, ela não notou a minha presença. Você tem que ensinar algumas palavras para Manuela, saí, eu dirigi aqui e esperei ela sair pela porta. — David! — grita para salvar o telemóvel. Ele se aproxima e, a partir do traje, eu agacho e recebo, seu abraço. — Como está? — Eu pergunto e acaricio a cabeça dele. — Estou bem, eu tenho a nota máxima. — Ensinar você e uma estrela presa à minha mão. Lis, entra na sala e fica fingindo que não está prestando atenção na nossa conversa. Essa garota e incrível. — De dou cinco. — Peço que levante a minha mão. —Parabéns, você merece um pouco de diversão depois de ir ao médico e antes do jantar aviso. — Jantar? Tenho a opção de ficar em casa? Aceitar ou negar. — Se quer conquistar a minha mamãe, está a fazendo m*l, datas românticas não incluem crianças. — Discutir imediatamente e apenas rir, a reação de sua mãe foi a mesma. — Não quer passar tempo comigo? — Sim, mas jogar videojogos e planejar o casamento. — Responde Lis. Olho para o anel entre os dedos e penso na Odete. Eu mandei fazer um anel de noivado com as duas joias e criei uma única, que graças ao céu, não foi roubada de mim naquele maldito roubo, desde que eu tinha removido ao passar pelas máquinas do aeroporto e colocá-lo no bolso escondido do terno. — Se dermos bem, a tua mãe vai amar muito mais a apenas uma verdade é que não quero excluí-la. — Ok, aceito. Mas como hoje é sexta-feira, vai convencer a mamãe de deixar dormir tarde e se puder ficar comigo. — Movo as sobrancelhas para cima. Eu não vou ficar lá esta noite, já que tudo o que eu vou ter é ir para a cama com Manuela e não é como se eu quisesse fugir disso, mas merece mais do que algo fortuito ou que Lis está por perto e tem que se preocupar em entrar na sala e fazer uma imagem diferente para ela. Se fizermos sexo, será um fim de semana juntos, só nós dois, sem qualquer interrupção. Nossa conversa chega ao fim e partimos diretamente para o hospital onde eu conheci naquela ocasião. — E você fica aqui, sem fazer nada? — Eu pergunto. — Não, às vezes eu jogo um pouco leio, a mamãe sempre tem livros para mim. — Revele depois de mais de uma hora quando eu apenas assisto. Você está acostumado a isso, o que é muito desgastante porque é três vezes por semana e dura praticamente quatro horas. Vê-la assim, só dá muito mais verdade à minha ideia de que é uma pequena forte, pois além de apoiar este tratamento frequente, ela carrega a rejeição de seu pai e é bom para sua mãe. É ótimo para mim.. — Sim, é chato, mas estou feliz por você estar aqui. — Expressar o que a minha empresa gera. — Faço com prazer, se assim o deseja, posso acompanhá-las sempre que quiserem. Seu tratamento é rápido, então depois das cinco da tarde, consegui levá-las para casa. Depois de deixá-la lá, eu volto para o meu apartamento para me preparar, e então me encontro em sua porta, pingando a babá para a bela loira em um vestido apertado de brilhos, na minha frente. —Está morto? Parece que sim! Estou certo de que estou diante de um anjo… — Não, ainda não está morto e a minha mãe não é um anjo. — Responde a pequena que aparece atrás dela. — Você vai me entender quando você chegar na minha idade e será uma mulher como sua mãe, além de ser linda. E irá sair com sua mãe e comigo. — Não, não quero sair com a minha mãe quando tiver a tua idade, isso não estaria certo, além disso, estarão velhos. — Solto no meio da inocência dela. — Lis. — Repreende Manuela e a pequena avança. Aproveito o desejo dela e me aproximo da loira, atrevo-me a beijá-la, mas nada sai como planejado. — Não lhe dei permissão para beijar a minha mãe, David. — Grita a perceber que perdi a regra principal do nosso acordo. O riso não espera, então ele simplesmente pegou sua mão e o ajudou a descer os degraus. —Boa noite! — Anúncio. — Nos seus sonhos. — Responde apesar do que aconteceu à tarde onde concordou em ser meu. — Acho que não quer saber o que se passa lá. — Respondo. — Aposto que morreria se soubesse as segundas intensos de André… Inferno! — Não me importo com os sentimentos dele afinal o que importa e que está comigo agora e que ele saiba que será apenas seu professor e, mas nada além disso. Apesar Lis está do meu lado para se casarmos dou risada.
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