Descubra, enquanto caminhávamos na direção dos balões.
— Depende!
Não complico a minha resposta, porque sei para onde fui à sua pergunta.
— Se eu ficar mais alto e muito mais longe do que você, me dê outro encontro e permita que eu a beije, quanto eu quero, ok?
Pergunta e contra a minha racionalidade, sinto a pressão que meus dentes exercem nos meus lábios, enquanto isso, n**o.
— E daí se o oposto acontecer? averiguo.
— Você merecerá minhas ofertas bonitas, agradáveis e gratificantes da empresa.
Instantaneamente e não posso deixar de rir.
— Eu pensei que os Italianos eram burros e apaixonados, não trapaceiros.
— Eu o acuso instantaneamente.
— Você não pode me culpar por desejar o privilégio de ser menos ilusório e me autorizar a experimentar seus lábios em uma nova oportunidade, menos ocupar o tempo da minha futura esposa.
Termina e minhas bochechas coram mais intensamente do que nunca.
— O que?
Minha boca se abre, um ato de surpresa.
— Estou só estou brincando, Manuela, a não ser que quiser que seja de verdade.
— Aceito a sua aposta; No entanto, se eu ganhar, então eu vou deixar você saber o que eu quero, ok?
— Negociou fechado e está satisfeito.
Cada um se senta e depois de segurar o plástico que cobre as correntes, começamos a nos equilibrar, conseguindo balançar; no entanto, é apenas uma questão de tempo para ver como eu perco em altura, disse ele, aja de que me arrependo muito.
— Lista? descobre com alegria na cara, acreditando que ganhou a nossa aposta.
— Sim! Afirmo ser o primeiro a lançar.
Eu rolo um pouco, mas finalmente, eu acabo no chão a uma distância maior do que a dele e eu não hesito em comemorar.
— Ganhei. mostra a sua emoção e n**a.
— Apenas um, Senhor David, por isso terá de decidir entre o beijo ou a citação —, apresento as suas opções.
Aproxima-se da minha posição, conseguindo assim, eliminar quase toda a distância entre os dois, estando perto de mim, dos meus lábios.
— É fácil, o beijo, já que não há dúvida de que vamos aproveitar a noite e o momento em que peço uma consulta, disse, não vai ser negado, Manuela.
Pré-domesticada e não está tão longe da realidade. Agora, o meu prémio avisa com a intenção de nos livrarmos da distância entre os nossos lábios e no meio da minha indecisão, aguardo com expectativa.
No entanto, uma voz nos priva dessa nova oportunidade.
— Boa noite, Sr. e Sr. Manuela! digam olá.
— No ... — Tento corrigi-lo, mas o dedo de David não me permite falar.
— O jantar está pronto.
— Muito obrigado.
— É um prazer, senhor — diz virar e sair.
Com sua ajuda, eu me levanto, permanecendo um momento em silêncio, até que nossos corpos concordem e nossos estômagos rugem. Nós dois rimos.
Voltamos e depois de pegar os calcanhares, vamos direto para a nossa mesa, onde, em meio a risadas, desfrutamos da nossa comida, até que finalmente, a gente vai, o momento das perguntas torna-se oportuno.
— O que faz, Sr. Manuela?
Clareia os olhos, um ato que me lembra o Lis sempre que algo o repugna.
Juntamente com a minha irmã, gerimos o negócio da família; No entanto, eu tenho o meu próprio, você gosta de vinho, Manuela?
— Não muito, mas vou te acompanhar!
— Obrigado!
Após uma exposição, assumo a tarefa observar, especificamente, uma assinatura inscrita no rótulo: David Aloque. O meu olhar volta ao seu e, juntamente com a satisfação dos nossos olhos, implica que o artista por trás desta obra de arte, o, tipo ou Van Gogha dessa noite estrelada, como é conhecida mundialmente.
— Tenho trinta e dois anos de idade, a minha vida na Itália não é country. Eu supero quando você é forçado a viajar a negócios para estas selvas de cimento que chamarizes
.
— Você se diverte lembrando que foi Lis nos trouxe aqui.
— Estudei em uma academia militar, estive lá até aos vinte e dois anos quando decidi que este mundo não era uma minha paixão e dediquei-me às vinhas deixadas pelos meus avós, como eu era criança, como Noé, costumava ir ao campo para comer as colheitas e aproveitar o tudo, de cada um dois processo que levam a uma garrafa como esta.
Fale com pride, mostrando que ele não se arrepende de nada em sua vida e eu respondo a todas as perguntas que ele queria enfrentá-lo.
Eu sorrio, com o meu rosto contagioso para mim; apesar de disso, eu não consigo. Eu continuo a pensar que a única maneira que eu realmente me arrependo desta vida não é a que eu escoltei uma pessoa para compartilhá-lo, alguém que realmente merecia ser ou pai de Lis e que, como eu, estava disposto a enfrentar qualquer sacrifício no amor.
— Sou um livro aberto, Manuela…
— Ela está atrás, já que não tinha que confiar na minha mãe.
Diz ela da porta.
Por pouco mais de meia hora estamos aqui, mesmo assim, decidimos continuar conversando.
— Cumpri ou que foi acordado, pequena, só que vamos perder um pouco mais, para verificarmo-nos uns anos outros.
— Okay! Aceito!
Ela faz isso andando em nossa direção, em seu pijama de coruja.
— Sendo esse o caso, posso permitir-te outro encontro com a minha mãe, está bem?
Então eles podem falar mais, já que é tarde demais e amanhã tenho escola. Isso me lembra, de pé ao meu lado e me dando um sorriso enorme.
— Venha aqui? Eu levanto meus braços.
— Tenha um boa noite, Manuela.
Eu digo adeus dando-lhe um sorriso de cumplicidade, ao qual você imediatamente se corresponde.
— Da mesma forma, Manuela .. — Sopra um beijo na minha bochecha e depois sussurra algo a Lis que o torna engraçado.
— Vejo você, David. diz observando-o e acenando com a mão.
Entramos em casa e não demorei muito para subir as escadas e deixar Noah na minha cama, tomo um banho rápido, uso meu pijama e volto, faço isso ao lado dele, sob as cobertas.
— Divertiste-te, mamã? — não pergunte meio do filho que claramente ou governa.
— Claro sim, meu amor, obrigado!
Abraço-o com força e sinto as lágrimas caindo em meu rosto.
— Eu te amo mãe! Quando você não está aqui, eu quero que você seja feliz…