Capítulo 23

1560 Words
— Mãe, você preciso ir ao banheiro? — A sua resposta foi que deveria ficar calada. — Mínimo quatro, máximo número de semanas. Temos vários estudos e em quanto tempo vai demorar, só para você, Sr. Manuela. - disse o médico, voltando-se para Arthur que, em resposta, suspira. — Os testes também são complementares se necessário, e dura de um a três meses. Se executar bem, poderemos realizar o transplantar de Lis em cinco meses. — Relata. — Poderia ser em menos tempo? — Pergunto, ela está preocupada. — Mamãe. — Eu nunca interrompo. — Maldito! Você não entende? Cale-se! — Arthur levanta a voz. Nosso médico ficou olhando para forma que ele fala com a filha. — Espere lá fora, meu amor. — Pediu minha mãe e sai rapidamente.. Eu odeio Arthur e não quero ter mais dele em mim, não quero que ele faça nada por mim porque tudo dele está ruim... E se o m*l se espalha em mim? Será que vou ser igual a ele? Espero que não. Eu aproveito esta oportunidade, já que quando alguém que não seja a mamãe e nem o homem que me fez me trazer ao tratamento, eu não possa ir visitar David, já que eles não podem descobrir que ele está aqui. — Onde você está indo? —perguntam os dois cavalheiros que sempre acompanham Arthur. Eles também têm rostos de bandidos e pessoas indesejáveis. — Para o banheiro senão vou fazer xixi aqui. — Vou com você até a porta. — Claro que não sou uma menina e não preciso de vocês sai da minha frente seus idiotas. Ando por todos os lados até a área de terapia intensiva, onde fica meu novo pai. Gosto de conversar com ele e contar tudo o que acontece porque quero que ele acorde e levante. Tia Ane e Filipe junto com dois médicos, me disseram que ele estava dormindo tão profundamente que não conseguia ouvir o que dizia, mas eu não acreditei que ele estava dormindo e que poderia acorda-lo. — Olá, pequenina. — Diga olá à minha nova tia e vá direto para os braços dela. — Ei, Tia. — Ela ri, é divertido me chamar assim, mas tenho certeza que ela gosta — Posso falar com o meu pai? — perguntei. O quem veio? - descubra. — Mamãe e Arthur. — Suspiro muito por causa da última palavra. —Eles estão falando como médico sobre todos os exames que precisamos para o transplante, mas posso contar um segredo? — acena imediatamente. — Digo que o m*l humano está no coração, então, porque Arthur tem todos os órgãos, não quero que o coração infectado me contagie. — Revelo parte da preocupação. “Garotinho, não funciona assim, você também tem um filho muito bom e sempre triunfa contra ou contra o m*l”, afirma. — À medida que as invasões começam zumbidos, um infectado, poderia ser eu, depois de se espalhar por todo o meu corpo, por isso, após o transplante, não confie em mim. — Ela apenas rir. — Quer que eu pegue algo para você beber? — pergunte e recuse. — Volto em um momento. — Avise, beija a minha testa antes deu sair. Observo David e como ele está aqui, ele dorme assim mesmo, tranquilo, sem preocupações, já que ele está maluco, estamos todos um pouco preocupados com ele. Detalho e vejo que somos iguais, ou isso confirmaria a teoria da tia Ane, de que é o meu pai, que temos olhos verdes, que também temos nariz; No entanto, pareceu Arthur e ele não gostou. Seria pedir muito para o céu em vez de Arthur, que tivesse coloca a semente para me dar vida, fosse David? Eu acho. — Por favor, eu sei que você está no topo e embora nem sempre o faça, dessa vez preciso muito de você. — Fiquei em silêncio, só por David e por mim. — Sim, deixe David lembrar, vejo que ele é minha mãe se amam, nós também o amamos, ele vai me ajudar, prometo que farei o meu melhor em casa, vou me comportar como Arthur e todo mundo que eu não quero visitar. — Fiz uma pequena promessa, esperando que isso realmente acontecesse. David tem sido mais gentil comigo e com minha mãe do que Arthur. Tenho certeza que ele nos ama, ainda não sabe, mas não tenho dúvidas de que nos ama. — Por favor, por favor. — Pergunte-me mais uma vez. Cuidado olhei para o relógio, é tarde demais, não vou me virar, minha mãe e a cabeça de Arthur estão tentando descobrir que ele está aqui e não poderei mais visitá-lo, então ele está fora da cama e estou tentando para voltar. —Lis… —Oh, por favor! Diga-me, não estou falando alto. — Imploro. — Por favor, estou doente e sou muito jovem para ir para um hospício novamente e começo a rir. — Lis. — O meu nome volta a atingir os meus ouvidos. Lentamente, me viro, espero não estar tendo alucinações, porque assim, eu deveria estar ali, observando todo mundo lá de cima porque já fui menina. Me transformei completamente no velho David com meus olhos arregalados e, resumindo, sou muito barulhento. — Lis. Ouço-o rir e aos poucos abrir os olhos. —Pequenina", ele sussurra com uma voz frágil. —David! Volto correndo, deito na cama. — Isso é legal? — pergunto e recuso, sorrio e não tenho certeza, abraço-o com firmeza. — Como você está? Como você se sentiu comeu? Você sente que algo? Muito ou pouco? —Interrogatório, sem parar. — David? — Ouço tia Ane e volte para o endereço dela. O velho e meus olhos viajam direto para seu rosto, as lágrimas do velho escorrendo pelo seu peito, mas há um enorme sorriso em seu rosto. Você se sente muito feliz e tenho certeza que entendo esse sentimento maravilhoso. — Você acordou! — Como você faz em alguns momentos, corra para onde estamos David! Seus braços nos envolveram antes de começarmos a abraçar o rosto de David e prendê-lo com firmeza. Ele começa a tremer com a emoção e a felicidade que experimenta. — Ela é pequena, mas pelo contrário, David é muito mais alto que ela. David apenas sorrir, não fala mais nada, e muito estranho, ele disse meu nome com carinho. — Sente-te bem? — pergunta a pessoa com a cabeça. A mão dele se move, e eu percebo, mas isso não acontece, como ele não consegue levantá-la, ele começa a negar. — Devemos chamar os médicos? - pergunta tia Ane e começa acenar com a cabeça. Quando saio da cama e aperto o botão que sempre me indica esse lugar quando estou muito ocupado, costumo ligar para as pessoas que trabalham aqui. — Você pode se mexer? Falar? n**a em ambos os casos. — Ele disse o meu nome, ouvi, não sou assim tão maluca. — o que garanto de imediato. A velha senhora vestida de branco entrou rapidamente e ficou feliz por David estar ciente. Aprecio como você verifica seus olhos, boca e braços, junto com outras partes do seu corpo. — Tudo bem. — diz o médico. - OK? Claro? — Eu não acredito um pouco nele. — Ele não consegue falar, ele não consegue mexer-se e eu não quero um pai i****a. — Renegado a show o meu nojo. — Lis! —Tia Ane tenta me repreender levantando a voz, mas David ri, ele me conhece muito bem. — Que? É verdade: ele não consegue se mover nem falar, é um pouco inútil e é para isso que serve o i****a do Arthur, que quer me infectar com seu rins do m*l, revelo de braços cruzados. Todo mundo ri, mas não tem graça nisso, é muito sério. —Podemos consertar isso? Se você dormir um pouco mais, você voltaria ao normal? —descubro em meio às risadas. —Pequena, depois do coma as funções motoras ficam “adormecidas” e precisam ser despertadas com terapia”, explica e olho para David, estreito os olhos. —Você ainda é meu pai? —questiono e ele sorri, acena com a cabeça. — Posso te dar outro abraço? —Ele move a cabeça para cima e para baixo mais uma vez. Refiz meus passos, subo na maca e o abraço novamente. —O que eu acabei de dizer é mentira, senti muita falta de você, não quero que você vá embora, você me promete que não vai embora de novo, pergunto. Sinto minhas bochechas ficam molhadas enquanto meus olhos formigam e as lágrimas caem. Isso é estranho porque não conheço muito David, mas acho que o amo muito. — Onde está? —Ela se desespera no momento em que saímos do escritório. —Vou procurá-la, se quiser pode esperar no carro, proponho, esperando que ela aceite. Eu vou te acompanhar, ela sugere seguir em frente e eu apenas suspiro. Saímos da área pediátrica do centro de saúde e seguimos para a área de cuidados intensivos, onde, só de avançar, o seu rosto começa a deformar-se, ao imaginar quem está neste local. Aproximamos da sala e rapidamente sentimos o cheiro um do outro, inclusive do David, viajando por nós dois. A seriedade se instala em seu rosto, não no momento em que seus olhos estão fixos na união que Arthur e nós compartilhamos. — David…
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