Capítulo 7

1068 Words
Descubra, enquanto caminhávamos na direção dos balões. — Depende! Não complico a minha resposta, porque sei para onde fui à sua pergunta. — Se eu ficar mais alto e muito mais longe do que você, me dê outro encontro e permita que eu a beije, quanto eu quero, ok? Pergunta e contra a minha racionalidade, sinto a pressão que meus dentes exercem nos meus lábios, enquanto isso, n**o. — E daí se o oposto acontecer? averiguo. — Você merecerá minhas ofertas bonitas, agradáveis e gratificantes da empresa. Instantaneamente e não posso deixar de rir. — Eu pensei que os Italianos eram burros e apaixonados, não trapaceiros. — Eu o acuso instantaneamente. — Você não pode me culpar por desejar o privilégio de ser menos ilusório e me autorizar a experimentar seus lábios em uma nova oportunidade, menos ocupar o tempo da minha futura esposa. Termina e minhas bochechas coram mais intensamente do que nunca. — O que? Minha boca se abre, um ato de surpresa. — Estou só estou brincando, Manuela, a não ser que quiser que seja de verdade. — Aceito a sua aposta; No entanto, se eu ganhar, então eu vou deixar você saber o que eu quero, ok? — Negociou fechado e está satisfeito. Cada um se senta e depois de segurar o plástico que cobre as correntes, começamos a nos equilibrar, conseguindo balançar; no entanto, é apenas uma questão de tempo para ver como eu perco em altura, disse ele, aja de que me arrependo muito. — Lista? descobre com alegria na cara, acreditando que ganhou a nossa aposta. — Sim! Afirmo ser o primeiro a lançar. Eu rolo um pouco, mas finalmente, eu acabo no chão a uma distância maior do que a dele e eu não hesito em comemorar. — Ganhei. mostra a sua emoção e n**a. — Apenas um, Senhor David, por isso terá de decidir entre o beijo ou a citação —, apresento as suas opções. Aproxima-se da minha posição, conseguindo assim, eliminar quase toda a distância entre os dois, estando perto de mim, dos meus lábios. — É fácil, o beijo, já que não há dúvida de que vamos aproveitar a noite e o momento em que peço uma consulta, disse, não vai ser negado, Manuela. Pré-domesticada e não está tão longe da realidade. Agora, o meu prémio avisa com a intenção de nos livrarmos da distância entre os nossos lábios e no meio da minha indecisão, aguardo com expectativa. No entanto, uma voz nos priva dessa nova oportunidade. — Boa noite, Sr. e Sr. Manuela! digam olá. — No ... — Tento corrigi-lo, mas o dedo de David não me permite falar. — O jantar está pronto. — Muito obrigado. — É um prazer, senhor — diz virar e sair. Com sua ajuda, eu me levanto, permanecendo um momento em silêncio, até que nossos corpos concordem e nossos estômagos rugem. Nós dois rimos. Voltamos e depois de pegar os calcanhares, vamos direto para a nossa mesa, onde, em meio a risadas, desfrutamos da nossa comida, até que finalmente, a gente vai, o momento das perguntas torna-se oportuno. — O que faz, Sr. Manuela? Clareia os olhos, um ato que me lembra o Lis sempre que algo o repugna. Juntamente com a minha irmã, gerimos o negócio da família; No entanto, eu tenho o meu próprio, você gosta de vinho, Manuela? — Não muito, mas vou te acompanhar! — Obrigado! Após uma exposição, assumo a tarefa observar, especificamente, uma assinatura inscrita no rótulo: David Aloque. O meu olhar volta ao seu e, juntamente com a satisfação dos nossos olhos, implica que o artista por trás desta obra de arte, o, tipo ou Van Gogha dessa noite estrelada, como é conhecida mundialmente. — Tenho trinta e dois anos de idade, a minha vida na Itália não é country. Eu supero quando você é forçado a viajar a negócios para estas selvas de cimento que chamarizes . — Você se diverte lembrando que foi Lis nos trouxe aqui. — Estudei em uma academia militar, estive lá até aos vinte e dois anos quando decidi que este mundo não era uma minha paixão e dediquei-me às vinhas deixadas pelos meus avós, como eu era criança, como Noé, costumava ir ao campo para comer as colheitas e aproveitar o tudo, de cada um dois processo que levam a uma garrafa como esta. Fale com pride, mostrando que ele não se arrepende de nada em sua vida e eu respondo a todas as perguntas que ele queria enfrentá-lo. Eu sorrio, com o meu rosto contagioso para mim; apesar de disso, eu não consigo. Eu continuo a pensar que a única maneira que eu realmente me arrependo desta vida não é a que eu escoltei uma pessoa para compartilhá-lo, alguém que realmente merecia ser ou pai de Lis e que, como eu, estava disposto a enfrentar qualquer sacrifício no amor. — Sou um livro aberto, Manuela… — Ela está atrás, já que não tinha que confiar na minha mãe. Diz ela da porta. Por pouco mais de meia hora estamos aqui, mesmo assim, decidimos continuar conversando. — Cumpri ou que foi acordado, pequena, só que vamos perder um pouco mais, para verificarmo-nos uns anos outros. — Okay! Aceito! Ela faz isso andando em nossa direção, em seu pijama de coruja. — Sendo esse o caso, posso permitir-te outro encontro com a minha mãe, está bem? Então eles podem falar mais, já que é tarde demais e amanhã tenho escola. Isso me lembra, de pé ao meu lado e me dando um sorriso enorme. — Venha aqui? Eu levanto meus braços. — Tenha um boa noite, Manuela. Eu digo adeus dando-lhe um sorriso de cumplicidade, ao qual você imediatamente se corresponde. — Da mesma forma, Manuela .. — Sopra um beijo na minha bochecha e depois sussurra algo a Lis que o torna engraçado. — Vejo você, David. diz observando-o e acenando com a mão. Entramos em casa e não demorei muito para subir as escadas e deixar Noah na minha cama, tomo um banho rápido, uso meu pijama e volto, faço isso ao lado dele, sob as cobertas. — Divertiste-te, mamã? — não pergunte meio do filho que claramente ou governa. — Claro sim, meu amor, obrigado!  Abraço-o com força e sinto as lágrimas caindo em meu rosto. — Eu te amo mãe! Quando você não está aqui, eu quero que você seja feliz…
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD