— Posso ir abraçá-la? — descobrir observando a mulher ao nosso lado.
— Se prometer voltar para a cama e deixar-me verificar sentado.
Entramos e o vemos correr, pegamos a maca e abraçamos Manuela, beijamos seu rosto enquanto a umidade não apenas a cobre, mas também assume o meu.
— Eu te amo, mamãe, por favor, acorde — sussurros e meu coração enruga.
Elas passaram por muita coisa juntos e não merecem sofrer. Se aquele sacana teve alguma coisa a ver com isso, vai pagar-me.
Voltamos para a maca onde Lis estava quando Arthur aproveitou a oportunidade para levá-lo embora e terminamos os exames que o levavam.
O tempo passa e, a pedido de Lis, ficamos na clínica esperando por seus avós, ela se recusa a deixar sua mãe em paz. Enquanto isso acontece, Filipe entra na sala.
— Como está? Aponta para pequena.
— Bem, ela tem algumas feridas, mas são minúsculas. — Informo e Manuela, vai ficar bem, tiraram o copo que estava embutido no abdómen e vai melhorar, disseram que amanhã ela estaria consciente.
— Bom, acho que ela não teria perdoado se algo pior lhes acontecesse, exceto com ele ao volante. — Diz.
— A sua família virá? — Preocupo-me um pouco.
— Contactei a Ane, mas pedi para não contar aos meus sogros, porque a mãe dela tem um pouco de ansiedade e o pai, ele é propenso a ataques cardíacos e da última vez que ele estava em um lugar como estes, quase, perdemos todos os três. — Valida a sua forma de agir em relação ao que acontece.
— Última vez? — Estou à procura de uma resposta para a dúvida que está na minha mente.
— Há alguns anos, perdeu o noivo num acidente e o sogro, sempre que a oportunidade se apresenta, culpa-o, isso faz com que desestabilize e descarregue com a sala de jantar que eles estavam construindo para sua casa perto da cidade, em um lugar em meio aos gostos de ambos. O problema é que, em uma ocasião, o suporte do machado se dividiu e a borda voou, Ele fez uma enorme a******a no meio do pescoço e ombro que o envio direto para o chão e começou a sangrar até a morte. Felizmente encontrei-o e contra a sua vontade, consegui levá-lo a emergências.
— Não queria ir? — Pergunto e n**o.
— Ele pediu-me para o deixar morrer... Eles iam casar, ele a amava. Por muito tempo é se concentra nos vinhedos, nada mais, até agora, do que sua irmã e eu, não entendemos que a viúva em Manuela, excedeu em Lis. — A resposta.
— Lembras-te? — Estou à procura de algumas respostas. Não quero que a Manuela vá preciso dela para me manter viva.
— Polos opostos. — Ri
— Tudo que admiro é a sua beleza. Odete tinha cabelo escuro, quase pretos, e seus olhos também. Ela era como uma relação de figura masculina naquele relacionamento tinha seu próprio negócio de fazer móveis e David, ele a amava tanto que capta todas as loucuras que ela queria enfrentar. Quando morreu, tinha vinte e quatro anos e estavam na cidade, finalizando os detalhes para abrir uma loja de móveis. — Sorri com cada palavra.
Reuniam todos em casa, estavam as duas famílias. O seu compromisso e era para darmos a notícia de sua loja, mas isso foi interrompido devido ao acidente.
Eu penso em suas palavras, elas me causam um pouco de tristeza.
— Basta ter apenas mente e isso foi substituído por Manuela e pode continuar mantendo a memória de Odete viva, mas sabendo que agora tem um novo amor com Manuela.
— O meu amor! — grito, alto quase não vejo entrar pela porta.
Minha cabeça bate por causa de dor, mas não mais tarde contra minha emoção, não depois do que aconteceu.
Corra para mim, eu estou recebendo meus braços para recebê-lo
— Como está minha vida? — Peço beijos por todo o lado ou rosto.
Quando David me pediu para colocar todos os cintos de segurança, eu temia o pior, segurei Lis e fiz o meu melhor para protege-la. Obrigado a Deus por ter nos protegidos.
— Eu te amo. — E a beijo novamente.
— Eu te mamãe muito. — As tuas palavras são música para os meus ouvidos. Vovô e vovó está aqui, eles vieram para cuidar de mim. — Relatório.
— Sinto só um pouco m*l. — Os olhos dela enchem-se de lágrimas que rapidamente contagiam as minhas.
— Não Chore minha princesa estarei sempre aqui cuidando de você. — Prometo conhecer isso e uma promessa.
Sua doença me coloca em desvantagem e a ameaça de Arthur me enche de medo.
Desde que soube da doença do Lis, entendi que este momento poderia chegar, que precisaríamos de um transplante para que ela pudesse sobreviver, o que nunca imaginei que Arthur, recusaria, que preferiria deixá-la morrer do que salvar sua vida. Apesar disso, eu não perco a esperança de que um doador apareça ou que ele esteja no topo da lista; porque seu tipo sanguíneo é muito baixo e isso, somados aos outros parâmetros necessários para ser um doador compatível com ela tornam a probabilidade de encontrar alguém que não seja Arthur muito baixa.
— Jura? — pergunta.
— Eu prometo, meu amor. — Eu respondo removendo a umidade de seu rosto. Odeio vê-la chorar. Não suporto.
— Quer ver o David? — ela pergunta e estava prestes a descobrir.
— Ele ainda está a dormir, mas os médicos dizem que ele vai acordar em breve. — ela avisa.
Eu respiro, trago minha mão ao peito quando sinto uma grande opressão, causada pela preocupação que suas palavras geram em mim. Espero que esteja bem.
— Vamos lá — Coragem, tento sair da cama, mas é impossível para mim.
— Não te atrevas a tirar um pé daquela cama, Manuela. — fala e os meus olhos ficam um pouco mais molhados.
— Olá, Pai. — Saudação.
— A minha menina. — diz mãe.
Ambos caminham onde estou e me cercam, recebo seus braços. Lamento beijar-me as bochechas, enquanto o pai não perde a oportunidade de me examinar.
— O médico disse que estou bem. — Transmito a segurança que ela me deu quando acordei e certifiquei-me que estava tudo correto.
— Uma avaliação adicional. — Não é supérflua.
Tire o rosto da minha mãe e tire a luz do bolso dela, verifique meus olhos e apenas ria, tudo dói, mas eu faço.
— Para onde ia? — descubra o curso que pretendo fazer.
— Para ver o meu novo pai, se ela quiser. — Intervém na nossa conversa e o meu pai franze a testa.
— Lis, por favor — Pedindo para me retirar
— O quê? Não estou a dizer nada que não seja verdade. — Justifique as suas palavras.
— Eu vi que você faz gosto, ele para você e você está muito feliz quando falam ao telefone e quando ele estão perto, muito mais. — Traz mais evidências contra mim.
— Está contra mim, certo? — Eu levo-lhe as bochechas.
— David agrada-me muito, ele já aceitou que eu como sua filha, resta apenas que você aceite ser a esposa e todo mundo está feliz — lembre-se da conversa naquela noite e eu apenas rir um pouco.
Apesar disso, eu faço o meu melhor para não chorar, muito menos morder os lábios já que penso nisso e permitindo minha mente fundir nas memórias das noites anterior, meu corpo tende a reagir.
Conversamos por um tempo antes de me levantar para ver David em uma cadeira de rodas, porque tudo dói.
Assim que estou sozinha, o deixo o impulso me bater e me aproximo de seus lábios, aproveito seu momento de vulnerabilidade para vivenciá-los cada vez mais.
— Você vai ficar bem. — Sussurrar antes de bater sua mão e beijá-la.
— Lis falou com fraqueza para o Italiano, mas não que você tenha tais gostos ruins. Filipe fala me batendo em pleno crime.
— Terei que punir para que não revele os meus segredos. — A solução e ri.
— Olá, Ane. — Saúdo a castanha de olhos azuis.
— Farei tudo que esteja ao alcance para que eu não castigue o meu sobrinho. — ouço-a e os meus olhos abrem-se quando descubro que ele conheceu mais pessoas.
— Vou procurar medidas extremas. — Eu insisto em e ela n**a.
— Como se sente? — não me interessa meu bem-estar.
— Dolorida, as drogas perdem ou efeito. — Revelam sobre mim para abraçá-lo.
— Estou contente, e queria que soubesse que você estava livre teria feito meu irmão mais novo chamá-lo com carinho.
— Não teria trabalhado, Lis é quem fez a sua coisa com os dois. — Eu revelei uma capacidade da minha pequena.
Rir dois três transborda, já que ele não duvidou que esta pequena criatura que ele amava tanto é que ela virou seu possível.
— Como está? — Preocupa-me, põe de lado e ri.
— O acidente foi forte, ele respira sozinho, mas não se sabe o que você os danos que ele vai causar, temos medo disso ou do cérebro dele esvazie e pedimos ao céu para recuperar em breve. — Ele é honesto e como a apreciação isso.
— Estava sob medical vigilância, tenho a certeza que vai recuperar, agora o que precisamos descobrir o que aconteceu através do tópico. — Expõe outro que me causa mais incerteza.
Deus contou o que aconteceu e as suspeitas que tenho, por mais que eu queira acreditar que não tinha nada para fazer, é impossível para mim, Como resultado do processo de custódia conjunta de Lis, veio e eu preciso de um milagre para que Arthur não consiga o que quer.
Terei para falar com meus pais o que ele está exigindo ou eu poderia perder o meu privilégio de criá-la; entretanto, eu não me arrependo de não cumprir o concordo, disse ela. Uma vez que não era justo forçar Lis a compartilhar com ele, sabendo que seu relacionamento é aterrorizante e que o atraso que ele não queria nossa filha. É doloroso, mas devore-o e tente dar tudo o amor que seu pai negou.
Agora, o mais importante e encontrar um doador para Lis e David se recuperar, então vamos nos preocupar em mostrar isso o interessado na minha filha é nulo, que eles não têm uma relação de pai e filha por sua culpa.
— Tia! — Lis entrando na sala.
— Venha cá, minha sobrinha fofa. — Pulamos juntos e os meus pais negam.
— Ane? Como você mudou, menina. — diz mãe —Não no vemos a muito tempo.
— Olá, Isa. — Cumprimenta minha mãe como se a conhecesse..
— E ...? — Deixo a minha pergunta no ar.
— Não me diz que não se lembrar de mim, Manuela? — Ela está indignada e para a sua má sorte, é um facto.
— Negócios. — Eu encolho os ombros e branqueou os olhos.
— Eu era uma menina, acho que não tenho memória disso. — Justifica o meu pai.
—Em algumas férias, viajamos para a Itália conhecemos Sebastian e Eva, você estava muito perto de Ane, que é alguns anos mais velha que você e a pequena ... David?
— Eu aceno com a cabeça para o facto do meu pai apontar para a cama.
— Amigos? — Ane ri — Foi seu percutor. — ela diz gravado e franziu a testa.
— O quê? — Estou preso.
— Amava meu irmãozinho quando era criança e podia dizer que te adorava. — Continue —Pensei que ele sabia que sabia que — dê tudo estava garantido.
— Você estava em sala de aula Italiana. — diz mamãe e meus olhos abrem grandes.
— Não, e se? Raios! — Eu tenho as duas mãos na cara quando ouço o riso de Lis pelo facto de eu ter amaldiçoado.
— Participei no seu primeiro beijo, era tão inocente, tinhas nove, quase dez anos e o David estava pronto para completar dois anos…