Capítulo 25

1030 Words
— Desligue isso. — Exijo imediatamente já que essa notícia me deixa mais amargo. — Ela está sendo forçada, não por prazer, David. — Insisto, mas isso não muda o fato dela estar apenas algumas semanas preste a se casar novamente com aquele i****a. — Estamos feitos para hoje — Estou para terminar a terapia, não estou com vontade para continuar isto. — Mais senhor… — Não interrompo, pois sinto-me exausto e não fisicamente. — Ok. — Responde com uma expressão de cansaço misturada com aceitação no rosto. Vejo-o sair da sala que, quando recebi alta do hospital há poucas semanas, conseguimos nos adaptar para realizar sessões de terapia. Respirar fundo, e caio em cima da cadeia de rodas e levanto meu rosto em busca de uma resposta maldita, que eu vejo em um concreto, já não consigo olhar para o céu ágora. — Não é culpa sua. —Interrompe os meus pensamentos. — Cale a boca por favor. Sem paciência, já que as terapias retira o pouco que eu estava tentando manter. Andar do zero é uma tortura, falando, pior e não vamos mencionar a que há em duas semanas, Ane teve que me dar banho e me ajudar a manter minha b***a limpa. Ao exposto, vamos acrescentar o fato de que fui forçado a encontrar uma maneira de explicar ao meus pais o que aconteceu, sem ficar chateado e pegar um avião a caminho de Londres. Minha vida está uma bagunça e o que aconteceu apenas reforça o pensamento que tomou conta de minha mente após o acidente de Odete: não mereço ser feliz, não desde que eu não pude protegê-la. — Não havia nada que você pudesse fazer para evitar o acidente e esse bastardo só aproveita a aflição de Manuela. — continua a dar sua opinião sobre um assunto que não lhe interessa. — Não quero falar sobre isso. — Recuso-me a continuar com esse tópico de conversa. —Você tem uma esposa, certo? Saia — Exijo, desejando que você estivesse sozinho. Preciso pensar, a presença dela impede-me. — Pode fazer comigo, David, não sou apenas um empregado ou marido da tua irmã, sou tua amiga, é como um irmão, um desajeitado, pequeno e mimado. — Brinco, consegue me dar algumas risadas. — Então, se precisar falar, eu estou aqui para isso, também se quiser planear um homicídio e se o assunto na tua mira é o Arthur, estou disposto a executá-lo, assim, teríamos mais do que um rim, acho que. — Acaba por ficar de pé. — Não somos uma divindade suprema, Filipe, não temos o direito de decidir quem merece viver ou morrer. — Eu deixo claro que não vou cruzar limites semelhantes ao que você propõe. — Se, sem querer tropeçar nele em frente a um autocarro, não conta como homicídio, já consultei, seria um simples acidente. — Em resposta, n**o uma nova oportunidade. — Antes de sair, deixe-me na sala. — Peço e um enorme sorriso se instala em seu rosto. — Ande, maldito, preguiçoso, isso faz parte da terapia. — Lembre-se e alveje os olhos imediatamente. Recupere minha altura e depois guio meus passos em direção à sala e não é fácil, pois caminhar é muito cansativo, apesar disso, chego e ligo à televisão, Pego os dois controles, enquanto me deito na parede da cama e uso as faixas sonoras. Abro o videogame e o encontro, como combinamos. — Olá, pequena saudação. —, m*l ouço um pequeno grito. Olá David, acreditei que você não se conectaria. — Assumindo quanto tempo levei para entrar no jogo. — Eu nunca perderia uma promessa de fiz a você. — Eu certamente respondo, querendo fazer exatamente o que eu digo. — Isso significa que vai casar com a minha mãe? — Ele não deixa esse negócio no passado. — Primeiro tenho de me livrar de Arthur.— Brinco um pouco para facilitar o momento. — Como está na escola? — Estou interessado, já que pelo que a Ane me disse, voltou cedo demais. — Bem, acho que sim, diga-me uma coisa, se me vai ver? — ainda pede na esperança intacta que ele possa cumprir o que concordamos naquele momento em que ela me convidou para sua escola. — Claro, eu não perderia nada no mundo, campeã. — Reafirmo a minha promessa. — Obrigado, não se esqueça, é na próxima semana e a Arthur vai sair da cidade, a mamãe tem alguns compromissos, por isso vou ficar na casa dos meus avós, por isso, você pode me visitar? Eu quero ver você. Como um ato seguido por suas palavras, suspiro. — Serão apenas algumas horas, vamos falar sobre vários assuntos .— Eu sorrio quando a ouço e vou bater-te de frente. —Eu um desafio e n**o. É pequena, mas o que sobra é muito caro. — Tem certeza que me vai vencer? — Estou um pouco incrédulo com as palavras dela. Gostava de poder sair daqui e ir enfrentar essa merda e fazer pagar por todos os danos que está a me causar, mas fisicamente, m*l consigo defende. Por outro lado, se eu me aproximar, isso só causaria problemas e é o que eu menos quero. Eu quero ajudá-las, mas minha paciência se esgota e o desamparo só me tortura. Eu nunca fui capaz de enfrentar qualquer verdade para as pessoas que eu amo e, aparentemente, Lis e Manuela não excederam. — Claro que sim, não tenho dúvidas de que vou esmagar-te e terás de te refugiar debaixo das saias da minha avó. — Tento intimidar e tudo o que ela pode fazer é rir em voz alta. — Eu estarei lá, criatura, e eu serei o único a ser vitorioso. — Promessa, eu recebo suas provocações. — É uma promessa, sim. — ele insiste. — Claro que sim, campeã. Terminou, querendo cumprir tudo o que vos disse. Não quero que fiques desiludido. Em relação à situação de Manuela, sinto-me impotente e inútil, mas Deus e Filipe continuam a confiar que vamos encontrar uma maneira de fazer uma cirurgia para Lis e mandar aquele maldito homem para a cadeia. Só quero acreditar em ti, não quero perder a esperança mais uma vez.
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