— Como você vai se recuperar? - ou minha pergunta, reserve um momento para conversar com David.
— Melhor, a cada dia você avança mais, ainda tropeça, mas melhor. — Ele responde imediatamente.
— Você ainda gagueja. — Filipe intervém de forma zombar e Lis o acompanha.
— Não ri tanto que durante quatro anos fiz fono. — Lembra-lhe a mãe.
—Avô, ele n**a imediatamente.
— Isso explica tudo, achei que foi loucura ouvi-la expresso de uma forma muito eloquente — diz David.
— Eu faço isso ainda melhor do que você. — Torna-se presunçoso e dificilmente n**o.
— Ele foi legal, isso não acontece muito, ou isso significa que todos os exercícios vão funcionar perfeitamente. — Crédito a todos esses anos de não especialista.
— Cada vez tenho mais certeza de que é o meu pai, uma gagueira pode ser herdada, sabe? - rastreie Filipe até nossa conversa.
— Desculpe, David — pergunte a pequena e o David o imite.
— Eles são muito parecidos, os olhos são idênticos. — Diz mãe e Deus como meu pai, eles quase não riem.
— Mãe, não brinquem juntos. — Dido deixou a dúvida me governar.
Observei Davis e Lis ao mesmo tempo e sim, não posso negar que os olhos deles são parecidos, que têm características parecidas; porém, as histórias de gravidez não são precisas, os médicos dizem que ela nasceu há sete meses, ou que concorda com as ocasiões em que esteve com Arthur, após a sua fuga.
Antes de Arthur, bem, antes não, já que estamos em um relacionamento, apenas não demos o próximo passo e discutimos não mais do que uma jornada em que cada um segue um caminho diferente. O importante aqui é que ele era como outra pessoa, mas não definitivo, não era o David.
O homem que passou uma noite com olhos castanhos que ela conseguia apreciar não só a escuridão, ela era alta e por baixo da máscara dava para ver que ele era bonito e aquela roupa íntima, ele me dominou, deixou meu homem viril demais e ela m*l me permitiu, não quero dominar nem alguns anos.
***
— Sou virgem! — está são as palavras que ele me deixou no momento em que seu corpo estava posicionado muito perto de mim.
— Você pode parar se quiser. — Ele disse que m*l ouviu, pois a rouquidão de sua voz causou estragos em todo o meu sistema.
— Não. — Eu recusei, estava ansiosa para ter pela primeira vez.
— Ok — ele terminou de se acomodar. — Relaxe, respire profundamente – pergunte-se e comece a sentir a pressão de um corpo estranho entrando em mim.
Assim que seus lábios tomaram conta de mim, senti ele invadindo, sua espessura e compressão, ele entrou suavemente, fazendo um adorador assumir aquela área e recuperar o fôlego.
— Raios! — gritei, mas estava perdido, não havia nenhuma música intensa que tocasse em nós novamente.
—Com licença, magoei-te? — ele descobriu e negou, queria que eu começasse a mexer-me e fez.
—Ah! — Eu ofegei, sentindo a umidade que desço em meu rosto.
— Acho que é melhor parar. — disse ele com uma carranca progressiva, por trás da máscara. Ele não tem intenção de me prejudicar.
— Não, estou bem — recusei, já começamos, não planejávamos desistir tão facilmente.
Ao contrário de suas palavras, ela estava agitada, enfrentando sua dor, ele voltava, nem tanto, a cada toque entre nossas partes íntimas, seu prazer surgia, disse ele, mostrando que estava começando a curtir sua intromissão.
A cada movimento uma sensação de repulsa escapa do meu corpo, tudo começa a ficar gostoso, como aqueles sons que ele só ouvia na TV e queria vivenciar, aqueles forames liberados da boca e perdidos na garganta. As batidas de nossos corações se transformam em um desastre completo, assim como a irregularidade de nossa respiração se torna, competindo na medida em que produz um choque deliberado entre nossos corpos.
***
As bebidas naquela noite eram muito fortes e fortes demais, e eu me diverti e aproveitei cada momento, mas os olhos do David estavam completamente diferentes naquele dia em que tivemos nossa primeira vez, então, a teoria da Ane à qual foram adicionados todos os seus presentes e descartado. Se aquele homem tivesse sido o David, ele me ensinaria, tenho certeza disso…
— Não seja rápido, caprichoso. — Ele segura a porta com segurança com a mão e entra, virando a bateria na cauda com uma parede de metal frio. — Você é uma proteção, caramba, um muito tentador. - Meu coração para de bater.
O que isso significa? Eu não consigo lembrar que tive algo no passado com David.
— Somos mesmo iguais? E não me mentira, não tome isso como uma forma de tirar sarro de mim, seja honesto. — Eu exijo do bar, enquanto eu tento voltar para cima.
— Faça o teste de DNA com Lis e livre-se de dúvidas, é fácil, posso ajudá-lo a propor, ao mesmo tempo que é oferecido.
— E se não fosse ela? Ele vai pensar que sou mulherengo. Ele vai pensar que sou um i****a que dorme com a primeira mulher a cruzar o seu caminho. — Acho que desnecessário, por isso n**o imediatamente.
— A única coisa que se vai perguntar é: como é que arranjaste uma virgem aos vinte e um? — zomba da situação — Basta fazer o teste e sair da dúvida, em qualquer caso, se acontecer de você ser o pai e você dormiu com ela naquela noite, Lis pode ter um rim. — Simplifica a situação, mas não é totalmente fácil.
« Se fosse minha filha, saberia, certo? Eu continuo divagando.
— A que horas vamos sair? Vai ser quase sete. — Faz-me saber da hora.
—Acho que é muito arriscado ver Manuela, David. — revela a sua opinião e só n**o em completo desacordo com o seu pensamento.
— O parque de estacionamento não tem câmaras, nem está a vê-lo como deveria.— destaco o fato de não cuidar dela como realmente merece.
— Não confie nessa p***a, ele tem estado muito quieto, Deus eu acho que algo está acontecendo, mas, depois de descobrir que essas empresas não estão envolvidas na produção e distribuição em massa, há algo mais por trás delas e nada deve ser dado como certo, menos acredite neles estúpidos.
— Confirma cada uma das minhas suspeitas, e é por isso que estou ciente de tudo o que ele faz.
Temo por Manuela e os negócios obscuros em que Arthur está envolvida, já que a retaliação pode ser contra ela.
Nossa conversa chega ao fim, terapia e exercício também, então em menos de meia hora, nos encontramos no carro a caminho da empresa de Manuela e depois do almoço, vamos à apresentação de Lis na escola.
A estrada é rápida, muito tranquila, exceto pelo pequeno engarrafamento de cinco minutos que despertou o mau humor nos motoristas ao nosso redor, então durante esse tempo, a estrada é muito tranquila, na tentativa de afastar o som estressante dos alto-falantes, eu apenas pensei em Lis, sobre Manuela e a possibilidade de que naquela noite, quando eu fugi e roubei um dos uniformes dos meus superiores, eu tinha isso com ela; no entanto, a maquilhagem e o fato que me lembro de usar, convidam-me a duvidar, já que apesar de estar consciente de que estava a usar uma peruca preta, seus olhos completamente brancos me impediram de ver mais. Eles não me permitiram conhecer a mulher por trás de tudo isso, o que não concorda com a personalidade de Manuela.
Finalmente, chegamos ao estacionamento, fazemos isso juntos a tempo, já que a vejo sair do carro, depois que Deus abre a porta para ela. Eu permito que ele avance, o de um número considerável de passos, antes de descer e ir atrás dele.
— Realmente? — Gira quando percebo a minha presença.
— Sou péssimo, certo? — averíguo, aproximando-se, tirando-o da cintura e eliminando toda a distância entre os dois.
Saboreia os lábios antes de morder e de me levar a experimentá-los. Lembras-te que tenho uma filha de dez anos? É impertinente traz à tona a pequena criatura que quer me forçar a dar-lhe irmãozinhos.
— Você pode me comparar a uma criança? — Eu imagino e n**o com o riso, causado pela expressão de ofensa no meu rosto.
— Devo estar orgulhoso e lisonjeado, não o comparo a nenhuma criança, mas a minha filha. — começo a rir, não consigo conter-me.
Os nossos , penso novamente nessa possibilidade.
Eu n**o, silencio minha mente e finalmente me preparo para beijá-la, é por isso que estou aqui.
Suas mãos viajam ao redor do meu pescoço, enquanto as minhas estão localizadas em seus quadris. Nossos lábios entram em contato, fazendo com que o desejo e o desespero rapidamente não se reúnam em nosso encontro.
— Um jantar. — Eu proponho antes de beijá-la novamente e ela se recusa.
— Perdeu a oportunidade, na altura, devia ter aproveitado. — brinca, acho que tenho a certeza.
— Você não está falando sério, está? — pergunta, duvido da sua palavra.
— Não consigo, não tenho desculpa. — Sorrio com muita resignação, mas desista, essa palavra não está no meu vocabulário, nem mesmo neste momento.
— Ela vai ficar na casa dos pais e como se fosse uma adolescente, vamos fugir pela porta dos fundos, vamos ter um jantar romântico e o resto, vai decidir a noite.
— Eu faço um movimento arriscado, eu levo o queixo duro e com os dentes, eu torturo o lábio dele. Além disso, devemos continuar com as aulas, disse, Sr. Manuela.— sussurro esgueirando minha mão sob sua blusa.
Seus olhos se abrem e eu apenas rio em voz alta. A culpa é dela, foi ela que foi longe demais na casa dos pais e, desde então, eu não parei de pensar nela de maneiras indecentes demais. Anseio por acabar com esta tortura.
— Não confie nele, Manuela, ele é um pervertido vestido como um romântico. — O maldito Filipe.
— Odeio quando ele se intromete sem ser convidado.