Capitulo 5

1047 Words
Eu não vou desistir, tenho que continuar a tentar e encontrar perfeitamente, o marido para mamãe. — Você pode realizar uma pesquisa sobre Manuela Reis? - Pergunto ao Filipe, ele sabe encontrar tudo das pessoas. Eu confesso que a criatura me aterroriza, mas por algum motivo, ela quer que eu me torne alguém da sua família. Isso muda entanto, espero que não o decepcione. Sinto a preocupação dela com sua mãe e acho isso muito lindo e raro uma criança de dez anos ser assim. Para minha fraqueza sinto que Lis, gostou de mim e acredita que eu sou a pessoa ideal para fazer sua mãe feliz. Não custa nada tentar confesso que ela me atraiu e realmente não consigo parar de pensar nela. — Boa noite ... — suspira no momento em que nos encontramos fora de casa e a surpresa no rosto invade-a. Parece lindo. Esse vestido lilás que adere à sua figura me impede de tirar os olhos dela, já que não importa o quanto eu tente, não consigo encontrar as palavras certas para descrevê-la. — O que fazes aqui? — É a primeira coisa que abandona os lábios. — Pensei ... — Paro quando vejo o sorriso da pequena castanheira — Lis — O nome dela abandona-me quando percebo o que se passa. Manuela se vira, eu posso ver seus braços se cruzarem e o resto de seu corpo toma uma posição firme contra a filha. — Em minha defesa, liguei para confirmar a sua nomeação esta noite e dar-lhe algumas recomendações, mas ele se comportou m*l, referiu-se a mim da pior maneira e eu devo cuidar de você, não posso permitir que te relacione com homens que não te merecem e que só te querem pela palavra que começa com SE e termina em XO. — Justifica ter-nos traído a ambos e eu apenas o vejo atordoada. Acho que não consigo ultrapassar isto. A forma como a protege e a forma como é corretamente expressa, isso me faz duvidar se eu me encontro lidando com uma criança ou mulher que é igual à minha idade. — Já volto David, só um segundo preciso falar umas coisas para aquela garotinha que se acha adulta. — Já falámos sobre isso, Lis, chegamos ao acordo e você acaba de quebra-lo. Não entendo o que eles significam, no entanto, é claro para mim que é muito sério. — Se, no entanto, a mamã, ele fosse um i****a e se quisesse te ver com alguém assim, ligaria e pediria, novamente, para ser uma família. — E eu te amo muito, eu quero que você seja feliz, não o contrário você sorriu muito bem quando estava com David. Quero vê-los assim, acrescenta sempre — e a capacidade de manipular ela é gigantesca, vale a pena admirar. — Teremos que falar sobre isso novamente — Sua voz enfraquece e eu tento me aproximar para poder confortá-la, mas a pequena n**a, ela faz isso e a abraça na cintura. — Saia, divirta-se, está bem? — Ele pergunta como pode ser tão madura se tem apenas dez anos. Acho que estou ficando louca que eu vivo em um sonho maldito. Ela se agacha e se iguala à sua altura, beija o rosto da filha, antes que ele use sua camisa para remover lágrimas dela, um ato que sacode meu coração. — Dormir cedo — Ela beija pela última vez antes de se levantar e de mãos dadas, caminhando em minha direção. — Quero que a traga às dez, já que ela ainda é jovem e que chega tão tarde não está certo, espero não me arrepender de confiar em ti — avise. — Ok — Eu aceito, antes de me inclinar um pouco —. Você é uma criatura má e nós vamos ter que falar você e eu, seriamente — sussurrar e depois ir embora e vê-la sorrir. — Às dez, David, não às doze, como a rapariga dos chinelos de vidro e da abóbora, às dez — repita como mãe quando a sua única filha começa a ser mulher e deve deixá-la voar pela primeira vez. — Às dez — confirmo e observo a linda loira à minha frente que apenas tenta não rir quando vê a seriedade com que levo as palavras do filho. Eu sempre tive algo claro: se eu amo uma mulher, devo ganhar filha e sua família, neste caso, deve ser um ótimo padrasto. — Sem beijos, só a mão, ainda não tem a minha permissão. Acrescenta parar à porta e desta vez, ninguém consegue conter o riso. — Você governa, Lis? — Eu garanto que você saiba que eu não serei capaz de manter a minha palavra neste sentindo. — Confesso que se eu fosse o pai de Lis, ficaria feliz e surpreso com a forma que ela cuida de você. — Ela sempre foi assim desse jeito com uma personalidade aflorada as vezes esqueço que ela só tem dez anos e já passou e ainda passa por muita coisa. — Manuela, ela te ama e não quer te ver sofrendo! Eu não sei quais são os seus problemas com o pai dela, mas posso dizer que ele um i****a sabia? — Bom vamos mudar o assunto que isso me faz m*l e já que estamos aqui e melhor jantarmos porque lembre-se que tenho que chegar as antes das 22h. Pela primeira vez após a briga com o pai de Lis, pude sorrir em meio a tempestade que venho enfrentando. Sinto que Lis, só deseja meu bem e dessa vez não e ao lado do pai dela. Aquela garotinha e demais me sinto sem palavras para descrever o quanto eu amo e ela também. Tem que lutar todos os dias para sobreviver e ainda tem tempo de arrumar um namorado ou talvez um marido que me faça feliz.  Só espero que não seja tarde demais para o pai dela se arrepender pelo que vez. Porque minha filha não merecia isso e sim apenas amor e mais um folego de vida. Essa que está sendo contada desde momento que ela precisaria de um transplante. Da mesma forma que ela está lutando para me ver feliz eu farei o mesmo para que ela viva e saiba o gosto do amor e de ser amada por alguém.
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