— Filipe deixe-me sair! — Ouço os gritos da Manuela.
— Manuela, preciso explicar — insiste David.
Acabei de receber uma ligação da recepção relatando os gritos e me perguntaram se deveria ter chamado a polícia. Eu pedi que e vim imediatamente; no entanto, quando abri a porta, encontrei Manuela ajustando o vestido, no momento em que lágrimas corriam incontrolavelmente pelo seu rosto.
— Deixe-me ir, David — exija mais uma vez.
— Por favor, suplico, você não planeja liberá-lo e não entendo uma merda sobre o que está acontecendo.
— Ah, o que está acontecendo? Achei que seria... Por que você está discutindo? — Não estou surpreso com o que vai acontecer.
— Eu quero ir, isso acontece. — Tente seguir em frente, tente esquiva-se.
— David. — Ligo e negocio que pare, Manuela está chateada e não vai ouvi-lo, não importa o quanto eu imploro.
—Você pode me levar para casa? — pergunto, aproximo-me, avanço em direção ao porto e sigo David para me atualizar.
— Anais—articula meus olhos descoram.
Não pensei na guerra se você fosse e******o, seu i****a - te insultei imediatamente, imagino o que acontece no mundo, teria levado um tiro como bolas. Eu trago e aceito seu pedido.
Saímos do apartamento, descemos no elevador em completo silêncio, até chegarmos ao carro e ligá-lo, eu me preparo para defender o i****a e******o de David, tal como o insultei há pouco.
— Ela é irmã da Odete, não o que você acha — Eu intervenho, eu tento fazê-la ver a razão.
— Você é seu amigo, eles são como a família, você diria e faria qualquer coisa por ele, Filipe e agora eu não quero ouvir você. — Declarar removendo as lágrimas em seu rosto.
— Manuela…
— Pare ou deixe-me aqui, posso apanhar um maldito táxi, por isso vou ficar mais calmo e mais silencioso — Isso incomoda, por isso fico quieto, faço exatamente o que isso exige de mim.
Eu dirijo para sua casa, como ela pediu e deixá-la lá, eu espero que ela entre antes deu sair e dirija de volta para o apartamento onde eu encontro David com uma garrafa de vinho em suas mãos, trazendo-a mais perto de seu rosto.
— O que diabos aconteceu? — empurrou o vidro de lado e branqueou os olhos.
Ele se levanta, sai do seu assento e vai para a cozinha, direto para a prateleira para outro. Eu o sigo, não permito que ele o pegue e fico no caminho dele.
— Odete, é isso que acontece — A culpa mesmo quando morto.
— A Anais ligou, quer que nos vejamos e tenho andado a ignorar os seus. Confessa, permitindo-me perceber o comportamento pouco familiar que tem apresentado nos últimos meses.
Tenho notado que é estranho, um pouco impaciente; no entanto, ele tinha sido feliz, uma vez que, apesar da situação em que Manuela e Lis se encontram, ela estava feliz, teve a oportunidade de compartilhar com eles.
Por outro lado, considerando o acidente, eu acreditava que ele não ficaria, que ele iria embora, que ele m*l podia andar, um ato que me surpreendeu porque ele ficou, mas agora eu entendo por que ele não voltou para a França: A irmã gêmea de Odete. Se ela ligou, é porque está lá procurando por ele, já que eles sempre tiveram um bom relacionamento que foi dissolvido com a morte de Odete.
Anais voltou e com ela, a memória de Odete poderia fazê-lo, isso está errado.
— Ela não me deixou explicar, acha que só brinquei com ela, com os sentimentos de Lis, sou um i****a, certo? — sorri, sabe que estava errado em não falar da Odete e do seu passado.
Manuela está ferida, Lis também, ambos estão danificados devido a Arthur e o que quer que ela tenha ouvido, ela acabou de estragar ainda mais.
— Da uns dias, ela vai se acalmar e você será capaz de falar tudo.
— Eu coloquei minha fé nesse pensamento.
— Manuela vai participar? Ele está ligando há uma semana, acho que você deveria ouvi-lo. — Deus não opine quando eu não te pedi.
— Não é da sua conta. — Termino a nossa conversa.
Todo mundo se presta a advogar por ele, mas eles nunca vão entender o que eu senti ao ouvir essas palavras apenas quando estávamos fazendo o que queríamos, ou era suposto. Assim como a maioria dos homens na minha vida, ele brincou comigo e confirmou meu maior medo: não confiar em estranhos.
Um grande problema aqui e dizer a Lis, especialmente quando você se atreveu a não fazer nada para me enviar recados comigo ou minha pequena e eu não posso proibi-la de se comunicar com você, não a-desapontando, ensinando ou sendo um mentiroso que David.
— O que? —Minha raiva aumenta quando vejo a zombaria no rosto de Deus.
— Você está apaixonada, esse i****a também e há uma explicação para tudo o que aconteceu. — Torna-se insistente, não planeja desistir.
— Lis vai sair da escola cedo, você tem uma reunião e seus pais não podem buscá-lo e eu não estou disponível, tenho que levar minhas mulheres para o aeroporto. — Verificar com um sorriso.
—Então você tem duas opções, o maldito bom para nada ou o i****a que, sem dúvida, roubou seu coração e, aparentemente, o, ele não pretende devolvê-la a você. — Ela se diverte com esta situação para a qual eu não vejo qualquer tipo de graça.
— Saia. — Eu fico rude com ele, eu não suporto.
Ela sai e a tentação de discar o número de Filipe de Davis me governa; No entanto, eu sou uma mulher e, apesar de ter sido rejeitada, eu sou uma mulher, subvalorizado por tantos anos e neste momento, acostumada dar satisfação do i****a de Arthur. Eu tenho algum orgulho e isso me impede de atender suas chamadas e suprime meu desejo de ouvir sua voz.
— A irmã do seu noivo? Medito, tento acreditar nele, mas é impossível para ela.
— Ei Arthur, sei que você deve estar ocupado, mas vi na sua agenda hoje de manhã e você tem uma vaga livre e eu não tenho nada para fazer com Lis na escola, posso ir procurá-lo?
Você só deve ficar com ele por uma ou duas horas, enquanto cumpre algumas missões. - Libere tudo rapidamente, esperando que ele não se recuse e forneça uma solução para o problema da minha filha.