Capítulo 31

1077 Words
— Filipe deixe-me sair! — Ouço os gritos da Manuela. — Manuela, preciso explicar — insiste David. Acabei de receber uma ligação da recepção relatando os gritos e me perguntaram se deveria ter chamado a polícia. Eu pedi que e vim imediatamente; no entanto, quando abri a porta, encontrei Manuela ajustando o vestido, no momento em que lágrimas corriam incontrolavelmente pelo seu rosto. — Deixe-me ir, David — exija mais uma vez. — Por favor, suplico, você não planeja liberá-lo e não entendo uma merda sobre o que está acontecendo. — Ah, o que está acontecendo? Achei que seria... Por que você está discutindo? — Não estou surpreso com o que vai acontecer. — Eu quero ir, isso acontece. — Tente seguir em frente, tente esquiva-se. — David. — Ligo e negocio que pare, Manuela está chateada e não vai ouvi-lo, não importa o quanto eu imploro. —Você pode me levar para casa? — pergunto, aproximo-me, avanço em direção ao porto e sigo David para me atualizar. — Anais—articula meus olhos descoram. Não pensei na guerra se você fosse e******o, seu i****a - te insultei imediatamente, imagino o que acontece no mundo, teria levado um tiro como bolas. Eu trago e aceito seu pedido. Saímos do apartamento, descemos no elevador em completo silêncio, até chegarmos ao carro e ligá-lo, eu me preparo para defender o i****a e******o de David, tal como o insultei há pouco. — Ela é irmã da Odete, não o que você acha — Eu intervenho, eu tento fazê-la ver a razão. — Você é seu amigo, eles são como a família, você diria e faria qualquer coisa por ele, Filipe e agora eu não quero ouvir você. — Declarar removendo as lágrimas em seu rosto. — Manuela… — Pare ou deixe-me aqui, posso apanhar um maldito táxi, por isso vou ficar mais calmo e mais silencioso — Isso incomoda, por isso fico quieto, faço exatamente o que isso exige de mim. Eu dirijo para sua casa, como ela pediu e deixá-la lá, eu espero que ela entre antes deu sair e dirija de volta para o apartamento onde eu encontro David com uma garrafa de vinho em suas mãos, trazendo-a mais perto de seu rosto. — O que diabos aconteceu? — empurrou o vidro de lado e branqueou os olhos. Ele se levanta, sai do seu assento e vai para a cozinha, direto para a prateleira para outro. Eu o sigo, não permito que ele o pegue e fico no caminho dele. — Odete, é isso que acontece — A culpa mesmo quando morto. — A Anais ligou, quer que nos vejamos e tenho andado a ignorar os seus. Confessa, permitindo-me perceber o comportamento pouco familiar que tem apresentado nos últimos meses. Tenho notado que é estranho, um pouco impaciente; no entanto, ele tinha sido feliz, uma vez que, apesar da situação em que Manuela e Lis se encontram, ela estava feliz, teve a oportunidade de compartilhar com eles. Por outro lado, considerando o acidente, eu acreditava que ele não ficaria, que ele iria embora, que ele m*l podia andar, um ato que me surpreendeu porque ele ficou, mas agora eu entendo por que ele não voltou para a França: A irmã gêmea de Odete. Se ela ligou, é porque está lá procurando por ele, já que eles sempre tiveram um bom relacionamento que foi dissolvido com a morte de Odete. Anais voltou e com ela, a memória de Odete poderia fazê-lo, isso está errado. — Ela não me deixou explicar, acha que só brinquei com ela, com os sentimentos de Lis, sou um i****a, certo? — sorri, sabe que estava errado em não falar da Odete e do seu passado. Manuela está ferida, Lis também, ambos estão danificados devido a Arthur e o que quer que ela tenha ouvido, ela acabou de estragar ainda mais. — Da uns dias, ela vai se acalmar e você será capaz de falar tudo. — Eu coloquei minha fé nesse pensamento. — Manuela vai participar? Ele está ligando há uma semana, acho que você deveria ouvi-lo. — Deus não opine quando eu não te pedi. — Não é da sua conta. — Termino a nossa conversa. Todo mundo se presta a advogar por ele, mas eles nunca vão entender o que eu senti ao ouvir essas palavras apenas quando estávamos fazendo o que queríamos, ou era suposto. Assim como a maioria dos homens na minha vida, ele brincou comigo e confirmou meu maior medo: não confiar em estranhos. Um grande problema aqui e dizer a Lis, especialmente quando você se atreveu a não fazer nada para me enviar recados comigo ou minha pequena e eu não posso proibi-la de se comunicar com você, não a-desapontando, ensinando ou sendo um mentiroso que David. — O que? —Minha raiva aumenta quando vejo a zombaria no rosto de Deus. — Você está apaixonada, esse i****a também e há uma explicação para tudo o que aconteceu. — Torna-se insistente, não planeja desistir. — Lis vai sair da escola cedo, você tem uma reunião e seus pais não podem buscá-lo e eu não estou disponível, tenho que levar minhas mulheres para o aeroporto. — Verificar com um sorriso. —Então você tem duas opções, o maldito bom para nada ou o i****a que, sem dúvida, roubou seu coração e, aparentemente, o, ele não pretende devolvê-la a você. — Ela se diverte com esta situação para a qual eu não vejo qualquer tipo de graça. — Saia. — Eu fico rude com ele, eu não suporto. Ela sai e a tentação de discar o número de Filipe de Davis me governa; No entanto, eu sou uma mulher e, apesar de ter sido rejeitada, eu sou uma mulher, subvalorizado por tantos anos e neste momento, acostumada dar satisfação do i****a de Arthur. Eu tenho algum orgulho e isso me impede de atender suas chamadas e suprime meu desejo de ouvir sua voz. — A irmã do seu noivo? Medito, tento acreditar nele, mas é impossível para ela. — Ei Arthur, sei que você deve estar ocupado, mas vi na sua agenda hoje de manhã e você tem uma vaga livre e eu não tenho nada para fazer com Lis na escola, posso ir procurá-lo? Você só deve ficar com ele por uma ou duas horas, enquanto cumpre algumas missões. - Libere tudo rapidamente, esperando que ele não se recuse e forneça uma solução para o problema da minha filha.
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