Primeiro Caso

1728 Words
Naomi - Eis aqui, a primeira missão de vocês. - Jiraya-Ojii san jogou uma pasta sobre a mesa Peguei antes do Hatake e abri. - Vocês vão investigar o caso de uma mulher que foi encontrada morta em casa. A polícia já isolou o local e estão esperando por vocês. Saímos do prédio e segui o prateado até seu carro. - Não é para sujar o meu carro. - Disse abrindo a porta - Acha que sou o que? - Indaguei Entramos e ele ligou o veículo. Aproveitei para ler mais sobre o caso. - Lê para mim aí também. - Falou sem tirar os olhos da rua Suspirei revirando os olhos. - Custa pedir por favor? - Por favor, pode ler? - Bufou - A vítima é Kakhel Kuki, 25 anos e pelo que aparenta, era solteira. Trabalhava em um restaurante como cozinheira. Morreu com 8 facadas no peito e um tiro na mão. - E então, novata, o que acha que foi isso? - Não vou cair nessa, Hatake. - Fechei a pasta - Não tirarei conclusões até ver a cena do crime. - Nada m*l. - Você é assim com todos ou é só comigo? - Só com você. O encarei incrédula. - Ei, eu sou o Investigador aqui, certo? Sou o mais velho, mais experiente e o de cargo mais alto. - Disse ele pensativo - Cadê o meu "Kakashi-senpai"? - No seu... - Pensei em responder, mas preferi ficar quieta [...] Descemos do carro e caminhamos até a casa que estava cercada por repórteres e polícias. - Hatake Kakashi e Uzumaki Naomi, agentes do FBI. - Mostramos nossos distintivos - Estávamos esperando vocês. - Disse o policial - Venham comigo. Entramos na casa e ele nos levou até a cozinha. - A vítima foi encontrada pela vizinha, que viu a porta aberta, chamou e como ninguém atendeu, entrou achando que tinham esquecido de trancar. Coloquei luvas e analisei o local. - Acha que foi ex, Hatake? - Passei um ** na bancada da cozinha - Na maioria das vezes, é. Policial, viram se a mulher estava com um celular ou algo que pudesse nos ajudar a saber mais sobre sua vida? - Não. Não tocamos em nada desde que chegamos. - Respondeu Tirei o excesso do ** e consegui algumas digitais. - Vou verificar o quarto dela. - Guardei as possíveis provas Procurar pelo quarto não foi tão difícil, pois a casa era pequena. Adentrei e comecei a procurar em uma cômoda que ficava ao lado da cama. Encontrei uma foto rasgada da vítima abraçada com um homem. - Achou alguma coisa? - A voz do Hatake me fez pular de susto - Sim. O celular não, mas achei esta foto. - Entreguei para ele Ele analisou a foto. - Vamos interrogar a vizinha dela, aí perguntaremos sobre esse cara. [...] - Senhora Suny, certo? - Me sentei de frente para ela - Qual era sua relação com a vítima? - De vizinha mesmo, sabe? Era só um "bom dia, boa tarde e boa noite". De vez em quando parávamos para conversar, mas só durava alguns minutos. - E por que foi a casa dela? - Kakashi a rondava como um tubarão - Eu e ela tínhamos marcado de tomar café juntas para conversarmos mais. - A senhora tem provas? - Perguntei Ela pegou seu celular e esperamos até que a mesma colocou o aparelho sobre a mesa. Peguei e li; era verdade. - Mais uma coisa, senhora Suny. - Meu parceiro pôs a foto na mesa - A senhora já viu este homem? - Sim. Eu o conheci quando ela fez uma festa de aniversário para a mãe. Kayo-san e ele é padrasto dela. Nos entreolhamos. [...] - Aynko Kayo, 47 anos. Casado com Aynko Myla há 7 anos. - Lia a ficha - Acho que ele teve um relacionamento com a garota sem a mãe saber. - a***o s****l não foi. Só de ver aquela foto, deu para perceber que era amor. Pelo menos, da parte dela. - Kayo deve ter entrado na família quando a garota tinha entre 17 e 18 anos. - É nessa idade que fazemos loucuras. - Ele sorriu pensativo - Mas essa loucura aqui foi longe demais. Paramos e saímos. Batemos na porta e uma mulher atendeu. - Senhora Aynko-san? - Eu mesma. - Disse ela - Somos do FBI, viemos ver seu marido. - Ele não está aqui no momento. - Sabe para onde ele foi? - Kakashi perguntou - Ele está trabalhando, é pedreiro. Ela nos deu o endereço e fomos para lá. [...] - Kayo, tem gente aqui que quer falar com você. - O chefe da construção nos anunciou Os pedreiros pararam e procuramos o homem, mas ele não estava ali. Avistei um cara correndo e corri atrás dele. - Ele está fugindo! - Falei Kakashi correu também e perseguimos ele. - Parado, FBI! - Gritamos Ele continuou até que saiu atravessando uma rua e quase foi atropelado por um caminhão. Tivemos que dar a volta no veículo para continuar e avistamos ele virando a esquina. - Ele é rápido! - Resmunguei Viramos a esquina e o avistamos correndo em linha reta. Hatake pegou sua arma e só precisou de um segundo para mirar e atirar, acertando sua coxa esquerda. Corri e peguei minhas algemas, o prendendo. - Aynko Kayo, você está preso. - É bom dizer isso [...] Na sala de interrogatório, Kayo se recusava a dizer qualquer coisa. - Só vou falar quando eu estiver com o meu advogado. A porta abriu e um rapaz apareceu. - Kakashi-senpai, eu descobri algumas coisas. - Disse ele Kakashi fez um sinal para que eu o seguisse e deixamos o suspeito preso. Fomos até uma sala cheia de computadores e alguns aparelhos da qual eu não conhecia. - Naomi, este é Nara Shikamaru. Shikamaru-kun, esta é a novata, Uzumaki Naomi. - Ele nos apresentou - Prazer em conhecê-la, senhorita. - Igualmente, Shikamaru-san. - E aí? O que descobriu? - Kakashi se jogou em uma cadeira - Pesquisei as digitais que vocês trouxeram e já obtive os resultados. Outra pessoa esteve na casa da mulher. - Conseguiu saber quem era? - Perguntei - Sim. Três digitais: a da vítima, do Kayo e de um sujeito chamado Nian. Já fui ver o corpo dela no necrotério e descobriram que tinham restos de sêmen do rapaz nela. [...] - Kawake Nian, 28 anos, certo? - Olhei para o rapaz na nossa frente - O senhor estava de caso com Kuki? - Kakashi perguntou - Não era um simples caso, eu queria um relacionamento sério com ela. - Disse ele - Pode nos contar mais? - Manti um tom calmo - Eu queria namorar com Kuki-chan. Estávamos juntos há meses, mas ela só me enrolava, dizendo que ainda não estava pronta. - E foi aí que você a matou? - Kakashi cruzou os braços - O quê? Não! Não me ouviram dizer que eu a amava? Por quê a mataria? - Quando foi que a viu pela última vez? - Perguntei - Na noite antes da sua morte. Eu levei uma janta e comemos juntos com vinho. - Aí vocês transaram. - Diz o Hatake - Sim. Depois fui embora, só isso. - Isso explica o sêmen. - Fico pensativa - Ou seja, ela foi morta pouco depois dele ir embora. [...] Kakashi e eu ficamos de frente para um quadro de investigações; onde tinham fotos da cena do crime e dos suspeitos. - Então é o seguinte. - Falei - Às sete da noite, Nian apareceu e Kuki o recebeu. Eles jantaram juntos e depois, acabaram na cama. Kuki não quis que ele ficasse e Nian se foi lá para as nove e pouca da noite. - Porém, a garota não sabia que estava correndo perigo. - Kakashi falou - Kayo ficou enciumado por ver sua garotinha com outro e assim fez: adentrou na casa e por ter a chave, não precisou chamar. Procurou por ela e a viu na cozinha. - Nisso, Kuki viu que ele estava prestes a puxar uma arma. Tentou tomar de sua mão e acabou disparando tudo pelo local, mas uma acabou atravessando sua mão. - E a cena foi resumida em uma única frase: "se você não vai ser só minha, será de mais ninguém". Pegou a faca que estava na pia e lhe deu as oito facadas. Suspiramos juntos. A porta se abriu e Shikamaru-san apareceu. - Consegui. - Disse - O que exatamente? - Perguntamos Ele saiu e o seguimos sem entender. Entramos na sua sala e o mesmo foi até seu computador. - Passei a noite toda acordado, mas consegui. Procurei por câmeras de segurança daquela rua, encontrei uma que dá a visão da janela da sua cozinha. Nos aproximamos e vimos a imagem. - Aqui mostra ele entrando na casa. - Ele apontou A câmera tinha a vista para parte da janela, mas não tinha como vermos o que aconteceu lá dentro. - Não tem como ver. - Falei - Não tem outro jeito? - É agora que a mágica acontece, senhor e senhorita. Observem. - Shikamaru moveu o mouse Ele focou na janela da casa vizinha e conseguimos ver eles pelo reflexo. - Você é um gênio! - Kakashi deu tapinhas em suas costas - Graças a você, vai ficar mais fácil de prender Kayo. - Sorri [...] Como tinha dito, foi mesmo mais fácil prender Kayo depois daquelas filmagens. - Aynko Kayo, você está condenado a 11 anos de cadeia por agredir e m***r Kakhel Kuki. - O juiz decretou e bateu o martelo - Caso encerrado. Os policiais pegaram o homem. A mãe da vítima levantou do seu banco e correu na tentativa de poder agredi-lo. - Seu cretino! Ela era a minha filha! - Gritou Kakashi e eu fomos até ela e a seguramos enquanto a mesma se debatia. - Miserável! Filho da p**a! Quero que morra! Morra! [...] - Que dia. - Suspiramos ao entrar no carro - Você foi bem. - Kakashi disse - Nada m*l para uma caipira. - Obrig... Do que me chamou? - O olhei - Se veio do interior, é uma caipira. - Rui - Eu não sou uma caipira. E não vim do interior, b****a. - Acredito. Não acredito que esse i****a é meu parceiro.
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