Sete dias. Sete noites. Sete vezes por dia, no mínimo, eu a tinha em cima de mim, embaixo de mim, contra a parede, no chuveiro, na mesa da cozinha às quatro da manhã, quando todo mundo dormia. Caterina Gallo tinha virado vício puro. Eu acordava com a boca dela no meu p*u, dormia com ela cavalgando devagar até gozar chorando no meu peito. A casa inteira já sabia que a Donnina mandava mais do que qualquer consigliere. Eu estava viciado no jeito que ela gemia meu nome, no jeito que arranhava minhas costas, no jeito que sussurrava “te amo” toda vez que eu entrava fundo demais. Marcas minhas por todo o corpo dela. Marcas dela por todo o meu. Mas hoje, sete dias depois da primeira vez, ela veio até o meu escritório com um vestido branco simples, cabelo solto, e aquele olhar decidido que

