CAPÍTULO NOVE — Ei, David! — ela chama o rapaz magro, alto e de cabelo escuro enquanto ele se apressa até o sindicato estudantil. É fim de tarde e o prédio só tem poucos estudantes. Estão sentados em mesas ou ociosos sob a enorme abóbada suspensa vários andares acima. O jovem vira-se na direção da voz e vê uma atraente garota n***a de pé perto de uma mesa vazia, com sua mochila pendurada sobre o ombro. Sorri e depois corre em sua direção. — Quer tomar um café? — pergunta ela. Seus olhos se lançam sobre o relógio na parede. — Claro. Eu ia rever minhas anotações antes da aula. Tenho uma prova mais tarde, mas que se dane, passei tempo suficiente ontem à noite com essa porcaria. Me faria bem relaxar. Escolhem uma mesinha perto de uma parede baixa de azulejos xadrez cinza e branco. Restau

