CAPÍTULO DEZ Um adolescente com cabelos cor de serragem e olhos tão azuis quanto um forro de piscina arrastou-se sofregamente até o balcão da biblioteca e pediu ajuda à recepcionista. Queria saber como poderia procurar registros de morte. A jovem atraente, talvez só um ano ou mais fora da faculdade, pareceu ser pega totalmente desprevenida pela pergunta. — Sinto muito, — disse ela, enquanto vasculha uma caixa de cartões de índice. Empurrou a caixa para o lado e olhou por cima dos óculos para o garoto. — O que foi? O jovem repetiu a pergunta e depois esperou ansiosamente por sua resposta. — Refere-se a registros de óbito? — Sim. — Ah. — Ela o olhou mais de perto. — Onde? Aqui em Charlotte? — Sim, — ele disse timidamente. — No condado de Mecklenburg. — Há quanto tempo? — Não sei. Qu

