capítulo 11

994 Words
Sófia, abriu a porta do quarto, viu uma luz muito forte que candeara seus olhos, e derepente sentiu como se tivesse sido transportada para outro lugar. aqueles azulejos azul pastel, com fraca iluminação era familiar, olhou para frente, viu um grupo de homens atacando alguém, ela aproximou e cada vez que ficava perto podia ver a configuração do rosto. "Sófia, minha ajuda por favor" gritou o jovem, e parecia que os gritos dele eram fortes demais que agitavam a sua cabeça, colocou as mãos nos ouvidos e mesmo assim eram fortes, "Para por favor" berrou ela.... Sofia despertou com a respiração ofegante, olhou para o relógio no criado mudo, era meia noite, pensou consigo mesmo a noite ainda é uma criança. E começou a chorar, desejou que sua mãe estivesse ali para ajuda-la. Era demais para si, não podia mais ficar calada, estava solitária, e vivia com medo, assim que amanhecer se livrara dessa dor contando tudo o que sabe. [...] Era a quarta chavena de café, Preta estava inquieta, queria mais notícias, não era suficiente o que Toledo a deixou saber algumas horas atrás. De rompante alguém atreveu-se a abrir sua porta de escritório, ficou incrédula com a figura a sua frente. "O que faz aqui? Eu já te avisei para não vir aqui" Declarou Preta com o tom de voz suave, mas pelas palavras estava claro que está incomodada. " Não consegui resistir, faz muito tempo que não te faço carinhos mulher" Disse ele num tom sedutor, atirou para o chão a sua camisa preta, e deixara o seu peito musculado nu, sabia o quanto mexia com Preta. com um impulso, empurrou-o para o seu divã de couro, descalçou o sapato, e abriu o seu vestido, ficando somento de langerie preta, viu os olhos dele arderem de fogo. Este por sua vez ajeitou-se, ficando ela de frente para si, puxou a calcinha dela para baixo, em seguida levantou a perna dela e colocou no seu ombro de tal maneira que a v****a dela ficasse bem de frente para o seu rosto, e ela apoiou suas mãos no encosto do divã. o homem começou com suas investidas de lampidas, e a perna que ainda estava assente no chão tremia. Ele era bem excelente, chupava devarinho como se não houvesse um amanhã, arrancando assim gemidos dela. Sua perna estava dormente, e sentia que já estava pronta para a penetração, então a retirou do ombro dele, abriu a branquilha da calça dele, ele ajudou a se desfacer da mesma, e depois a boxas. Seus olhos estavam ardentes ao ver aquele m****o duro e cumprido, e colocou a camisinha. Preta sentou no p*u duro, e começou a cavalgar.... Já extasiados, estavam os dois juntos deitados agarrados como um casal normal. "Até quando vamos continuar a esconder-nos?" Atreveu-se a perguntar. " Eu já te expliquei, que o faço para te proteger Leo, te falei que não sou uma mulher simples desde o início". declarou Preta contrariada, aquilo parecia ser um hino, todas as vezes que estivessem juntos ele vinha com aquela conversa. "Eu sou homem Preta, não um menino, que precisa de protecção. Eu quero te levar para sair, quero que meus amigos e minha família te conheçam". Insistiu Leonardo, Preta levantou-se. "Por favor deixe me sozinha, Leonardo, tenho muito trabalho para fazer." Declarou Preta irritada, e desta vez não a escondeu de sua voz, assistiu o homem a apanhar as suas roupas e a vestir. partiu sem nada dizer. Preta suspirou de alívio, vestiu o vestido, e levou as outras peças de roupa em suas mãos e fora até seu quarto para ter o descanso merecido. por conta do café levou muito tempo para dormir, já estava acostumada. [...] A animação por ver o sol nascer era tanta para Luís Felipe, se arrumava escutando e cantando lilian la havas green & Gold, se imaginava a dominar a reunião de conselho, e todos a aplaudir pelas suas brilhantes ideias. vestiu um fato azul escuro slim fit, e colocou uns óculos escuros, levou a sua maleta consigo, assim que chegou ao aterro, Preta olhou lhe com desaprovação. "Tire esses óculos ridículos por favor". Disse ela, e os gémeos gargalharam. Luís Felipe retirou os oculos escuros e colocou no bolso. entrara no carro de Preta, enquanto que os gémeos foram com o motorista. "Espero que esteja preparado". comentou Preta, com os olhos atentos ao retrovisor. "Eu nasci pronto Ma'am" Respondeu convencido. voltou a olhar para os seus rascunhos, enquanto Preta dirigia, seus pés estavam bem acentes aos pedais naquela manhã, estava super irritada com Leandro e seus jogos psicológicos.Estava decida a por fim nessa relação, a mensagem dele desta manhã, exprimia arrependimento, ela decidiu não respender como forma de puni-lo. "chegamos Luís Felipe". Disse Preta assim que desligou o carro. Luís Felipe despertou de seus devaneios triunfantes. Os dois sairam ao mesmo tempo, e juntos entraram no elevador privado. "Vá para a sala de reuniões, preciso pegar a minha agenda na minha sala". disse Preta, indo em outra direcção assim que o elevador abriu as portas. enquanto se dirigia a sala de reuniões, viu aquele rosto que o tirava do sério, só de lembrar que ela tinha suas fotos ficava ainda mais furioso. "É sempre bom te ver Zara". Declarou luis Felipe com um sorriso triunfante, a mulher ficou perplexa com essa bom humor estranho para consigo. " seja lá o que estiver a aprontar não vai dar certo lembre-se das imagens suas que tenho." Afirmou Zara com os olhos bem abertos. "faça o que quiser, já não sou mais estagiário, esse é o benefício de ser o herdeiro, agora tenho uma reunião de conselho super importante, se tudo correr bem como espero, te promovo para minha secretária". jogou na cara dela, com um sorriso fadado. "Luís Felipe, a reunião está prestes a começar o que faz aqui fora?" Questionou Preta. "Ma'am, estava dando algumas orientações, a estagiaria". declarou Luis Felipe, Preta não dissera nada, mas odiara a arrogância.
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