capítulo 12

934 Words
"Sófia...." chamou o motorista, e ela percebeu que já tinha chegado ao destino. pegou sua mochila e levou nas costas. simulou entrar na escola, e depois deu meia volta, chamou um uber, que veio no exacto momento. já estava cansada dessa situação o sonho que tivera na madrugada, foi suficiente para fazer-la tomar a decisão de contar tudo que tivera acontecido naquele maldito fim de semana. o uber deixou lhe em frente a esquadra, e agora ela estava parada olhando para a entrada, então um policial aproximou a jovem moça. "Bom dia, posso ajuda-la?" questinou gentilmente, olhou para a garota, e sentiu que havia alguma coisa que não estava bem. "Está tudo bem oficial, muito obrigada" Disse Sófia com dificuldade para encarar o homem. "Se preferir posso leva-la para dentro e pode conversar com uma colega minha para sentir se mais a vontade". sugeriu o oficial. "Eu realmente estou bem." Declarou Ela e colocou-se a andar. parou na esquina para puxar ar a imagem de Alan hospitalizado veio lhe a mente, então decidiu regressar já não podia mais viver nessa situação, era agora ou nunca. de rompante, sente uma palmada no ombro, virou o pescoço para ver de onde vinha o toque gélido. os olhos castanhos indignados a encaravam de um jeito perturbador. "Eu não ia fazer nada.... eu juro " começou a implorar Sófia. "Vem comigo antes que seja tarde demais". imperou Lancelot, seus cabelos loiros esvoaçavam com as lufadas do vento. caminhou em direção ao carro, não precisou de olhar para a garota para atestar que havia lhe obedecido. clicou no remoto para abrir as portas do carro. A garota estava trémula, ele notou. "O que vai fazer comigo?" Indagou Sofia após entrar no carro. "Te levar de volta ao colégio, que é o que devias ter feito logo cedo quando o teu motorista te deixou". disse ele com os olhos atentos a Estrada, Sófia ficara petrificada." Está espantada é? Eu te avisei que estaria te observando." completou Lancelot. "Como consegue dormir sabendo que alguém inocente esta no hospital entre a vida e a morte por sua causa?" Indagou Sofia e atreveu-se a olhar para o rosto angelical do Jovem, este que não se deixou abater e continuou com os olhos atentos a estrada. Lancelot a ignorou por completo, estacionou em frente ao colégio dela. "Desce" disse ele após destrancar o carro, e ela estava prestes a abrir a porta, ele puxou o queixo dela com os seus dedos cumpridos. "Escuta garota, se tentar bancar a heroina será a próxima estendida no hospital, entendeu bem??" Sofia abanou a cabeça, e ele soltou lhe o queixo. Lancelot assistiu a garota a entrar no colégio, e pensou se tudo realmente foi uma boa ideia, pois a encontrou a fazer o que achou que não faria, agora tinha que redobrar o cuidado com ela, e ainda executar o plano. [...] Luís Felipe entrou na sala de reuniões, e estava quase ocupada ficando somente dois lugar, o dele e da Preta. Seu tio levantou e cumprimentou lhe com um abraço, e indicaram o lugar para ele sentar que era do outro extremo oposto ao da Preta. "Bom dia, podemos dar início a reunião, mas antes gostaria que cumprimentassemos o mais novo m****o, mas não menos importante, Luís Felipe Amorim". Declarou Preta e todos o aplaudiram. Entretanto um dos sócios apresentou o problema do projecto em causa, do vinhedo de Acra, que vem sendo sabotado pelos antigos moradores dos terrenos, que alegam que a empresa é culpada por estarem a morar em situações precárias sendo que a empresa entrou em acordo com o governo sobre como fariam o reacentamento, o governo exigiu um certo valor para a concretização e as expectativas não foram satisfeitas. "Luís Felipe, vai apresentar a sua proposta de resolução, e em seguida façamos a votação ". disse Preta. Luís Felipe levantou-se pegou a sua agenda que era como se fosse uma bússola. "Estive estudando o caso minuciosamente, a única solução mais viável é disponibilizar uma verba para apoiar as famílias carenciadas elas não tem culpa do governo que nôs temos". propôs Luís Felipe, e havia muitas mãos ao ar. "Foram investidos mais de 800bilhões meu caro jovem, e como nós obtemos o retorno?" "Isso seria um desfalque para a empresa" "Não estou de acordo com a proposta" "Poderia ter estuda melhor a proposta, da próxima se prepare" "É preciso olhar as coisas com racionalidade e maturidade". essas foram as opiniões recebidas, o que deixaram Luís Felipe sem força, ninguem falava absolutamente bem, eram críticas acima de críticas , de tal maneira que o jovem sentiu-se minúsculo no meio de todos eles, e percebeu que ainda não estava preparo. "Senhores peço que se acalmem. vamos processar o governo, e ter uma conversa esclarecedora com os moradores, faremos com os mesmos denunciem o governo ".Disse preta, e todos a escutaram Atenciosamente. contudo, no final da reunião Luìs Felipe estaca cabisbaixa, não conseguia ficar ali nem mais um segundo, sozinho percebeu que tinha que voltar ao estágio. "Então preciso de dizer alguma coisa a respeito? ou esta mais que claro" Indagou Preta sem mostrar piedade nas palavras. "Não Ma'am " Disse Luis Felipe em tom baixo mas audível. todos saíram da sala de reuniões e lá estava ele sozinho, desanimado. "Filho sinto muito , a Preta não devia ter te levado a reunião, enquanto não estás ainda pronto, acho que foi tudo planeado por ela para te afastar. " Disse Inácio assim que adentrara e viu lhe sozinho. "Jogar a maam contra mim não vai me fazer mais experiente tio. preciso aceitar que não estou preparado....
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