Narrado por Kael A Jaqueline achou que ia sair impune. Que podia usar minha mina pra me atingir e continuar desfilando pela favela como se fosse rainha. Mas o morro tem regra. E quem quebra, paga. No dia seguinte do baile, antes do sol nascer, mandei Zoio e NK pegarem ela. Sem cena, sem alarde. Pegaram na casa de uma amiga onde ela tentou se esconder. Trouxeram pra uma garagem isolada, só os de confiança. Ela entrou toda nervosinha: — Vai me matar, Kael? Por causa de uma novinha que m*l chegou? Cheguei perto, olho no olho. — Isso aqui é um aviso, Jaque. Da próxima vez, não tem conversa. Nem corretivo. Tem caixão. — Cê tá se rebaixando, sabia? Por ela? — Não é por ela. É por respeito. Respeito que você perdeu faz tempo. Zoio tirou a blusa dela e encharcou com água gelada. NK trouxe
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