Narrado por Olivia Aquela foi minha última semana no salão. Não foi uma decisão fácil, mas foi necessária. O Kael pediu. Disse que era por segurança, que meu rosto tava conhecido demais — e depois da armação da Jaqueline, ele não queria correr mais riscos. — Promete que não é pra me controlar? — perguntei no último domingo à noite. Ele me puxou pro colo dele, os olhos firmes. — Prometo. É pra te proteger. O que você quiser fazer, vai fazer. Mas do meu lado, viva. Entende? E eu entendi. Na segunda, avisei Dona Raimunda. — A senhora me deu um lar, mesmo que fosse só um emprego. Ela me abraçou apertado. — Você foi mais do que uma funcionária. Foi filha, menina. Mas vai... vai viver o que é teu. Passei os dias treinando a Dani, a mais novinha das meninas. Ensinei como lidar com as cl
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