— Tira tudo e sobe na cama — Rubinho exigi, levantando, pegando uma venda.
Tiro a toalha de em volta do meu corpo, subindo na cama, ficando ajoelhada com os pés sob minha b***a firme.
Meus movimentos foram fluidos e graciosos, como os de uma gata.
Ele se ajoelha atrás de mim, afastando meus cabelos dos ombros, beija gentilmente meu pescoço, gostando da forma como minha respiração mudou em resposta.
Recuando de repente, ele amarra a venda sobre os meus olhos, garantindo que não conseguisse ver nada.
Sabia que com isso, teria que me concentrar unicamente nas
sensações, que sentiria tudo da forma mais intensa possível.
Em seguida, um par de algemas se fecham em meus pulsos, mantendo minhas mãos às costas.
— Ahm, Rubinho... — Uso minha língua para molhar os lábios. — O que vai fazer comigo?
Percebo que está sorrindo quando fala.
— O que acha que vou fazer com você?
— Bater em mim? — perguntou ela com voz baixa e um pouco rouca.
— Não — murmura, pegando o que parecia ser um par de grampos para m*****s conectados a uma corrente de metal fina. Ele passa os braços em volta de mim e belisca meu mamilo esquerdo. Em seguida, coloca um dos grampos no outro mamilo
rígido, apertando o parafuso até que a minha respiração se acelera — Qual é a sensação? — pergunta em tom suave, abaixando a cabeça para beijar o topo da minha orelha ao estender a mão para o mamilo direito. Minhas mãos algemadas, fecharam firmemente, pressionaram o abdômen dele, o relembrando de como estava indefesa — Quero ouvir você descrever...
Inspiro rapidamente.
— Dói... — Começo a dizer. Em seguida, solto um grito, quando ele prendi o segundo grampo no outro mamilo e o aperta da mesma forma.
— Ótimo — Ele mordi de leve o lóbulo da orelha — E agora?
— Dói... dói ainda mais... — As palavras saíram em um sussurro entrecortado.
Colocando as mãos sob os meus s***s, os aperta ligeiramente, moldando a pele macia com os dedos.
— Sim, dói, não é? — murmura quando me contorço de dor, pois o movimento das mãos puxou a corrente entre os
mamilos.
Soltando os s***s, desci a mão pela minha barriga arredondada, até chegar às dobras macias entre minhas pernas.
Como eu suspeitava, apesar da dor, ou provavelmente
por causa dela, a b****a estava molhada por causa do desejo.
Ele toca no c******s com o polegar, o pressionando, e gemo, me recostando no seu peito e erguendo os quadris em uma súplica silenciosa.
— Me diga o que está sentindo agora. — Ele manteve deliberadamente a pressão no c******s. — Me diga, Marcela.
— Eu... eu não sei...
— Me diga qual é a sensação nos m*****s. Quero ouvir você dizer. — A exigência foi acompanhada de um beliscar firme no c******s, fazendo com que gritasse e os joelhos cedessem por causa da dor súbita.
— Eles... eles ainda estão doendo — digo ao me recuperar —, mas agora é diferente, a dor é menos aguda e parece um latejar...
— Isso... — Ele acaricia o c******s inchado gentilmente como
recompensa. — E como se sente quando toco em você assim?
Minha língua sai novamente para lamber o lábio inferior. — É gostoso — sussurrou —, muito gostoso... Por favor, Rubinho...
— Por favor o quê? — pergunta, querendo que implorasse.
— Por favor, toca em mim... — Ergo os quadris novamente,
tentando intensificar a pressão no c******s.
— Tocar em você onde? — Ele move a mão, deixando de me tocar totalmente. — Diga exatamente onde quer que toque você.
— No meu... clitóris... — As palavras saíram em um gemido sem fôlego.
— Tudo bem. — Me toca novamente, pressionando os dedos
nas dobras escorregadias para estimular o feixe de nervos com movimentos leve — Assim?
— Isso. — Minha respiração estava acelerada, com o peito subindo e descendo à medida que o orgasmo se aproximava. — Isso, bem assim... — Minha voz some, o corpo enrijece como uma corda e grito, estremecendo nos braços dele ao gozar.
Ele me segura, mantendo a pressão constante no c******s até
que as contrações terminassem. Em seguida, pega outro item.
Desta vez, era um vibrador, mais ou menos do tamanho do seu pênis, que havia escolhido a dedo. Feito de uma mistura especial de silicone e plástico, era projetado para imitar a
sensação da pele, incluindo a textura na parte externa.
Me segurando contra ele com um braço, leva o vibrador até o meu sexo e posiciona a cabeça larga na a******a molhada.
— Me diga o que tá sentindo agora — Ordena, começando a empurrar o objeto para dentro de mim.
Arquejo e minha respiração fica acelerada novamente. Estremeço à medida que o brinquedo grande entrava lentamente.
Meus dedos se contraem contra seu abdômen em ritmo agitado, com as unhas arranhando sua pele.
— Eu... eu não...
— Você não o quê? — A voz dele fica ríspida quando paro de falar.
— Me diga qual é a sensação.
— É... duro e grosso.
— E? — pergunta, empurrando o objeto mais fundo. O vibrador parecia quase grande demais para que o meu corpo o aceitasse e a visão da b****a gradualmente o envolvendo era quase dolorosamente erótica.
— E... — Solto o ar com força, inclinando a cabeça para trás contra seu ombro — parece que está me esticando, me preenchendo.
— Isso mesmo. — O vibrador agora estava todo dentro de mim e apenas a extremidade aparecia.
Ele me recompensa pela sinceridade acariciando o
clitóris, espalhando a umidade da a******a em todas as dobras macias.
Quando começo a ofegar novamente, ondulando os quadris contra a mão dele, para antes que gozasse e recua. Em seguida, me empurra para a frente, me deixando com o rosto contra o colchão, puxa minhas as pernas para ficar quase para de bruços.
Sem o toque dele e com os m*****s esfregando dolorosamente contra o lençol, gemo, tentando rolar de lado. Ele não deixa e me segura com uma mão enquanto usava a outra para colocar um travesseiro sob meus quadris. Em
seguida, pegai um tubo de lubrificante e o derrama diretamente sobre a a******a pequena entre as nádegas, logo acima de onde a extremidade do vibrador aparecia.
Fico tensa, percebendo sua intenção, é quando ele dá uma palmada em minha b***a, reprimindo qualquer protesto que estivesse tentando fazer.
— Fique tranquila. Tu tem que me dizer qual é a sensação, entendeu? - Gemo quando se aproxima e pressiona a cabeça do pênis no ânus apertado — Entendeu? — repete em um tom mais duro quando permaneci em silêncio, respirando pesadamente contra o colchão com as mãos firmemente fechadas nas costas.
— Sim... — As palavras saíram abafadas por causa do cobertor quando ele pressão e começou a penetrar meu ânus, ignorando a tentativa de me afastar.
— É... ai, meu Deus... não consigo... Rubinho, por favor, é demais...
— Me diga — exige, continuando a pressionar, passando pela resistência do esfíncter — Quero ouvir tudo.
— Está... está ardendo. — Ofego e senti gotas de suor se acumular entre seus ombros e fios de cabelo grudar na pele úmida. — Ai, merda... é intenso demais...
— Isso mesmo... Continue falando... — Ele já tinha me penetrado quase totalmente e senti o pênis encostar no vibrador, separado dele apenas por uma parede fina.
Em baixo dele, tremia, com o corpo arrebatado pelas sensações, em resposta ele acaricia minhas costas em um movimento reconfortante ao penetrar os últimos
milímetros, chegando ao fundo dentro do meu corpo.
Emito um som incoerente e meus ombros começaram a tremer. Os músculos se contraíram em volta do pênis em uma tentativa inútil de o empurrar para fora. O movimento mexeu o vibrador dentro de mim, o que me faz gritar, tremendo ainda mais
— Não consigo... Rubinho, por favor, não consigo...
Ele gemi, sentindo um prazer explosivo quando o ânus se contraiu em volta do pênis. Perdendo o controle, recua um pouco e investi novamente, desfrutando da sensação da resistência do meu corpo, no aperto quase agonizante
da passagem quente e lisa em volta de mim.
Gritou quando começa a investir mais depressa, com uma mistura de soluços e súplicas escapando de minha garganta quando estabeleci um ritmo duro.
Se Inclinando para a frente, me segura com uma mão e desliza a outra sob meus quadris. Cada investida pressionava o c******s contra seus dedos e meus gritos mudaram de tom, passando para um prazer hesitante, êxtase misturado com dor.
Senti o vibrador se movendo- enquanto investia e meu orgasmo explodiu com intensidade súbita.
Ao mesmo tempo, senti o ânus se contrair e percebi, com um prazer sombrio, que ele também gozava.
Uma onda de prazer invadiu meu corpo quando os jatos de
sêmen se derramaram dentro de mim, me deixando atônita e
sem fôlego com a força do orgasmo.
Quando passou a sensação, ele retira o pênis
cuidadosamente e puxa o vibrador. Fico deitada, sem fôlego, com pequenos soluços ainda estremecendo meu corpo, quando abre as algemas e massageia os meus pulsos delicados.
Me dá uma rápida olhada antes de entrar no banheiro e sendo contra ao sono que chegava aos poucos, levanto rapidamente e pego a bermuda dele no chão.
Com as mãos trêmulas, abro a carteira, tirando de lá uma identidade vencida há quatro anos, aonde um Rubinho de 13 anos encarava a máquina que tirava sua foto.
Pegando meu celular, tiro uma foto da frente e do verso, mandando para o número que antes estava no meu braço.
Meu coração batia rapidamente, quando coloco a identidade de volta na carteira e volto para a cama, para a posição exata que estava.