**Capítulo 47** **Fabiene narrando** Eu saí da confeitaria tomada pelo puro ódio e estresse. As flores espalhadas pelo chão eram um lembrete c***l da humilhação que eu estava vivendo. Recolhi as flores caídas e fui até a boca, determinada a encarar Imperador. Quando entrei, ele estava lá, esperando, e me olhou com um olhar que misturava surpresa e curiosidade. — Está me trazendo flores, Fabiene? — ele perguntou, a voz carregada de ironia. — Eu vim aqui para te devolver as flores que aquela p**a da sua amante me trouxe — eu disse, jogando o buquê no chão com raiva. — Vou te dar um recado só: estou cansada de ser humilhada dentro desse morro. Eu sei me defender sozinha e vou pegar minhas coisas e as do Miguel e vou embora. Então, você coloca ela no lugar dela. — Eu já dei o recado a el

