Casandro Díaz VIII

1764 Words
Ele desce a peça sem tirá-la e por fim os revela. Vejo o p*u dele subindo na calça do uniforme, mais endurecido que antes. O ruivo apenas os olha por um momento, vidrado e obcecado. Vejo sua língua se arrastando dentro da sua boca vermelha, muito úmida, produzindo muita saliva. Literalmente, babando. ─ Ah... - Ele grunhe, muito e******o, assentindo negativamente. Aproxima os dedos do ponto mais rosado enquanto os segura, mas não toca. Seguramente a imagem era tão imaculada na sua cabeça que não se atrevia, ou não sabia por onde começar. Ele junta nossas bocas com urgência e passa a língua pela minha num impulso curto. ─ Cospe neles, kitty. - Ele manda contra meus lábios. Começo a produzir saliva, entreabrindo a minha boca. Casandro assente, olhando meu rosto com t***o. Olho para baixo e deixo a saliva escorrer até o meu seio. A listra fria e espessa cai sobre o mamilo. ─ Assim? - Sussurro com dificuldade, quase cuspindo. ─ Assim... Ahm... Gostosa. Você me deixa muito duro com a sua boca toda molhada. - Ele acaricia levemente com um dos seus dedos, com o olhar fixado no meu rosto, desfrutando sexualmente de cada uma das minhas expressões. Gemo baixo, de prazer real. Sem aguentar mais, a boca dele vem por cima. Ele engole a minha saliva, o agarrando, e depois o chupando com a boca cheia de líquido, o deixando muito molhado. A pressão dos seus lábios é forte, então começo a gemer. Sinto os dedos dele tocarem do outro lado, puxando o mamilo levemente, e reviro os olhos. Minha calcinha está ficando muito molhada. Ouvindo como eu gemo, sua língua começa a ser mais selvagem, subindo e descendo, rodeando e impulsando irregularmente e com força. Sua boca se desprega com um estralo e ele faz o mesmo do outro lado. Os toca, os apertando com força, alternando mãos e boca, quando lambia um, tocava o outro. Gemo mais alto, isso está ficando intenso e torturante. Ele afasta para olhar meu rosto. Meus s***s estão muito molhados e a minha expressão é entregue. Vejo um sorriso malvado se formar no seu rosto. ─ Hehe. - Ele me encara. Logo agarra os dois m*****s com o indicador e o polegar e gira-os com força, puxando-os e os esticando sem um padrão definido de movimentos. Reviro meus olhos, gemendo. ─ Assim, não? Assim bem forte. Não é, safada do c*****o? - ele grunhe, com muita sensualidade. Minhas bochechas queimam, e assinto bem de leve, sentindo essa dor que é pecaminosamente prazerosa e aperta o meu ventre. Ele ri suavemente. Descontrolado, desce a cabeça outra vez e começa a chupar um deles com força e intensidade, já sem nenhum cuidado, pois eu estava visivelmente excitada. Sua língua e lábios produzem um barulho obsceno, seus dedos manuseiam com força o outro ponto, passando de cima pra baixo sem cautela. Gemo de forma arrastada, fechando os olhos, e movo o meu quadril contra o dele, ficando fora de mim. Neste momento o meu corpo inteiro amolece, pois sinto o volume da calça dele, muito grande, e verdadeiramente quente. ─ Ah... Como você está e******o, Casandro! - murmuro, entre gemidos. ─ Mmm... Culpa sua. - Ele sussurra, e morde o canto de sua boca. ─ Já sei o que vamos fazer. - Ele se impulsa contra mim e, com apenas a proteção da minha calcinha molhada e fina, sinto a forma que o m****o dele tem mais claramente, recebendo alguns choques elétricos no meu interior. ─ O quê? - pergunto extasiada, o p*u dele parece enorme. Essa informação é a melhor do dia. Casandro se afasta de mim e segura seu cinto, o abrindo devagar. ─ Sobe na pia. - Ele diz de forma rude, com um sorriso malicioso. ─ Você gosta de insultos? ─ Talvez sim... - Rio suavemente, e Casandro logo em seguida. ─ Ok. Isso ainda é muito pervertido para você? Ainda preciso te treinar. Vou pegar mais leve. - Ele pisca um olho. Me sento na superfície de mármore como ele pediu, e ele abre um sorriso ladeado. ─ Mas saiba que eu adoraria tratar você como a rainha das vadias, a p**a mais barata e repugnante de todas. - Ele sussurra na minha orelha, se posicionando entre minhas pernas e agarrando a minha cintura. Acabo inclinando a cabeça, pois seu sussurro sujo no meu ouvido me arrepia. Devo ser mesmo doente por gostar de ouvir coisas assim, ou talvez seja incluso justificável, já que ele é malicioso e muito pervertido, instigante. ─ Agora gira para o espelho, gatinha estúpida. Cérebro de ervilha. Sempre tenho que te explicar as coisas com detalhes. - Ele suspira, e morde os lábios, brincando de ser sádico e malvado. Me giro pouco a pouco. Já não havia modo de deixar minhas pernas caírem para fora da pia, então apoiei os meus pés nela e juntei os meus joelhos. Assim nessa postura é possível ver minhas meias finas, e a renda ao redor da minha coxa. Também é possível ver a minha calcinha e o quanto ela está molhada; isso me faz corar. Vejo a imagem dele atrás de mim, no espelho, observando tudo o que eu estou vendo, deliciado. Seu corpo se prega nas minhas costas, me estremecendo. ─ Mm... Pois então, a partir de agora, eu só vou responder os seus pedidos quando você falar comigo usando um pronome de respeito. Se disser "Casandro" e eu estiver te ferrando, não vou parar. Entendeu o jogo? - Ele diz no meu ouvido, rodeando minha cintura com as mãos de um jeito firme. ─ Que pronome? Senhor? Amo? ─ Senhor, amo, master. Gosto de qualquer um desses, kitty. - Ele sussurra. ─ Assim você vai conseguir que eu seja gentil, de vez em quando. - Ele toca os meus joelhos, afastando com delicadeza e tocando as partes internas da minha coxa. Suas mãos se aproximam da minha calcinha e eu suspiro com força. Vejo os meus s***s com os m*****s irritados, os meus lábios inchados, meus olhos brilhando. Seu rosto se prega no meu, ele lambe minha orelha lentamente e toca minha entrada por cima da calcinha, arrastando seus dedos pelo clítoris. Vejo sua cabeça se girar de novo, só para assistir tudo. Ele começa a alternar entre tocar a parte mais molhada do pano, que era a minha entrada, e o clítoris. Casandro afundava seu dedo sobre o pano quando chegava no túnel, me provocando. Num momento em que fecho os olhos, murmurando, ele aproveita a minha baixa guarda e afasta a calcinha. Sinto algo muito grosso começando a entrar em mim, e quando fui ver o que era, observei que ele estava colocando a ponta de três de seus dedos. ─ Ei... Sério... N-não coloca tantos, assim de uma vez... Eu... Tem um tempinho que eu não transo. - O olho pelo espelho com uma expressão assustada. ─ Mhuhm... Você não aguenta, é? Hm... Escuta... Limpa os ouvidos, gatinha submissa: você não manda em p***a nenhuma, e não decide p***a nenhuma. - Ele diz com firmeza. - Eu sei o que te convém, kitty... - Ele expande seu pequeno sorriso sarcástico e segue, enquanto usa seus braços para agarrar meu corpo com firmeza, e me imobilizar. Sou doente! Doente! Estou excitada demais com o jeito que esse cara está falando comigo. Casandro começa a mexer os dedos, para que estes se misturassem com a minha umidade natural, com cuidado, apesar das suas frases rudes, ele parece saber como o corpo de uma mulher funciona. Ele os vai afundando, como se estivesse fazendo espaço para eles. Gemo baixo, vendo como aos poucos eles iam sumindo dentro de mim até mesmo com certa facilidade, tamanha era a minha excitação. ─ Viu só como eles entram, gatinha? Hm. Você banca a virgem, mas veja só... - Ele murmura, com diversão e sarcasmo. - Hm? Três dedos grossos. Não te dá vergonha? ─ Observo os dedos masculinos dele e pouco delicados, que acabaram de invadir aquele lugar tão feminino, suave e liso, com os grandes lábios ao redor. Apoio as minhas costas no peito dele, relaxando enquanto escuto suas frases sádicas e safadas. Ele começa a afundar e a retirar os dedos, girando sua mão lentamente, e seus dedos ficam numa posição em que a minha própria mão ficaria, se fosse eu quem estivesse me masturbando. Só que os dedos dele são muito maiores que os meus. Ele os tira e espalha a umidade pelo meu clítoris, logo os mete outra vez, começando a entrar e a sair com violência e a massagear o meu c******s com o indicador da outra mão, para cima, pra baixo e em círculos, muito depressa. Não consigo não gemer bem alto. Levo uma mão até seu pescoço, me apoiando. ─ Toca os seus s***s, quero assistir. - Ele diz de forma arrastada, e os olha por cima do meu ombro. O obedeço e começo a tocá-los segundo o que o meu corpo demanda. Olho para o espelho, vendo tudo o que acontece, enquanto molho mais a mão dele, a deixando empapada, sendo estimulada por todos os lados. Quero beijá-lo, mas não é possível se ele não se inclina, pois ele é muito alto. Sua boca no espelho está tão molhada, seu rosto e******o é tão sexy. — Mmm... - Gemo satisfeita enquanto seus dedos entram e saem de mim. — Me beija, por favor. Por favor... Hm? Amo. - Me sentia terrivelmente humilhada, o chamando assim. ─ Senhor... Ah... Master? - Mordo os meus lábios. Gemo um pouco fora de mim, seus dedos me tocam muito profundamente agora, golpeiam sem pena, causam muito prazer. ─ Você quer beijar? Hm. Implora. Implora por beijos, gatinha.- Ele diz, sem cessar seus movimentos. Seu hálito quente está na minha orelha, ainda úmida por suas lambidas. ─ Mmm... Ok, ok... Por favor, Casandro, me beija... Hmm? Por favor, por fav... ─ começamos um beijo intenso, ele calou a minha boca totalmente, com violência, enquanto me deda com mais força, e meus gemidos agora se abafam na boca dele. A mão que tocava meu c******s começa a beliscar um dos meus s***s com delicadeza, as vezes pausando a caricia e apenas o puxando. Eu uno as sobrancelhas. A língua dele invade a minha boca intensamente. Sinto como ele tira os dedos de dentro de mim e dá alguns tapas lá embaixo, brincando com o líquido, porque eu estou tremendamente molhada. Gemo agoniada. ─ Olha como você está excitada, gatinha. Mm. Você gosta, em? ─ Vamos...? - Sussurro, e o olho, esperando que ele entenda o que eu quero.
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