─ Cass... Deixe-me livre, por favor... Eu quero te tocar também - Ele vai beijando o canto da minha boca de forma molhada enquanto eu falo. Sua cabeça vem para perto da minha orelha.
─ Você quer me tocar? - Ele a lambe de um jeito promíscuo, liberando um sopro quente muito excitante no meu ouvido. ─ Então fala o que eu quero ouvir. Ou então... Eu não vou soltar você. Muhm... Sabe? Você está bem gostosa assim, indefesa, imobilizada. - Abro um sorriso e******o, escutando seu timbre sensual.
─ Mm... Ok... - digo fininho, baixo, sensualmente. ─ Eu sempre, sempre quis fazer isso com você, Casandro. - Sussurro. ─ E... sempre me imaginei assim... com você... me submetendo. - Ele afasta o rosto do meu um pouco, abrindo um sorriso muito e******o.
─ Ahmm. c*****o. Bem que eu já tinha reparado que você é uma gatinha submissa. Sabia? - Ele sussurra, com t***o. ─ Você sabe algo sobre b**m?
Assinto um pouco.
─ Que delícia. - Casandro morde os lábios. ─ Você quer brincar de me obedecer? Gatinha? - A palavra "gatinha" não é só um elogio para a minha beleza, também é humilhante, maldosa e incluso cômica.
─ Eu quero. - Sorrio, com malícia. ─ Como eu posso te obedecer, Senhor? ─ Solto um risinho safado. Casandro me lança um olhar e******o e umedece seus lábios com a língua, um pouco descontrolado.
─ Senhor, hm? - Ele ri sarcástico, baixinho e rouco. ─ Podemos brincar de que você é minha mascote, e tem que cumprir as minhas ordens. Quando o seu Senhor decidir ser gentil, você tem que agradecer. - Ele ladeia o rosto por um momento, me analisando, como se tivesse medo de se explicar m*l. ─ Mm... Mas... Claro isso é só um jogo, ok? Você pode me dizer agora se não curte isso. - Fico vermelha e meu sorriso malicioso se expande, o que faz Casandro sorrir, mostrando os dentes, todo safado. ─ Você gosta, gatinha. Você adora agradar, não é? Eu sei que é esse tipo de coisa que deixa a sua b****a molhada. - Ele sussurra rouco.
─ É... - Murmuro, queimando de vergonha, e mordo os lábios. Estamos encarando o rosto um do outro, bem excitados. Decido provocá-lo. ─ Eu quero agradar você. Fazer o que você pedir. - Digo, arrastadamente e com doçura.
─ Mmmm... - ouço seu satisfeito murmúrio. ─ Você já está me agradando. - Ele pisca um olho. ─ Eu gosto desse seu jeitinho tímido, aparentemente inocente. - Ele abre um sorriso m*****o. ─ Me deixa quente. - Casandro grunhe. Ele afrouxa as mãos dos meus pulsos, pouco a pouco, cumprindo sua parte do trato.
Eu as levo até o colarinho da sua camisa e passo o dedo levemente pelo seu pescoço grosso e rígido. Ele me olha com um pequeno sorriso, levando suas mãos à minha cintura, sem pressa.
─ Obrigada, Cass; por me deixar tocar você. Lindo e perfeito. - Digo, com um sorriso sarcástico nos lábios. Ele sorri em resposta, igualmente divertido.
─ Haha... Você até que aprende direitinho, hm? Mas ainda é só uma gatinha estúpida. Saiba... Você tem mesmo que me agradecer. - Ele sussurra, com malícia e sarcasmo. ─ Mm... - Casandro abre um sorriso pequeno, e confessa corado. ─ Já que é terrivelmente sexy quando você é grata assim. - Ele confessa baixo.
É. Finalmente, tudo o que eu intuía sobre ele é verdade. Casandro fica terrivelmente e******o quando está no domínio da situação.
─ Prometo fazer o meu melhor. - Sussurro.
─ Mm. - Ele ri sarcástico e alisa o meu rosto pacientemente. ─ Vou tentar cuidar bem de você. Sou bem empático, ainda que não pareça. Se eu fizer algo que você não gosta, me diga. E eu vou parar.
Confesso que eu nem sabia o significado de "safe-word" a essas alturas. Por isso o puxei pela camisa, e nossas bocas se uniram de novo, num beijo lento.
Toco então a parte descoberta do seu peito, sentindo sua pele quente e grunhindo baixinho no beijo.
Suas mãos sobem por dentro da minha camisa, e ele toca minha cintura sobre a pele nua, apertadamente. As mãos dele cobrem a minha circunferência quase por inteiro, são quentes e agradáveis. Nosso beijo é molhado e profundo pouco a pouco, outra vez. Não acredito que estamos fazendo isso.
Suas mãos descem lentamente pelo meu quadril, onde ele segura com veemência. Sinto uma de suas pernas separando minhas coxas com o joelho e gemo baixo, ficando apoiada nela.
Casandro segura meu traseiro com as duas mãos, impulsando meu corpo para perto dele com o apertão, ele me esfrega no volume do seu p*u como se eu não pesasse nada, passando minha calcinha na calça dele várias vezes, de propósito.
Sinto como afasta meu cabelo do meu pescoço, passando a beijar minha orelha de forma lenta. Os barulhos dos seus beijos estralados se escutam no ambiente. Eu inclino a cabeça, sentindo meu corpo se arrepiando por causa do hálito dele no meu ouvido.
Enquanto ele faz isso, uma de suas mãos vai subindo por um dos meus s***s sobre a roupa, totalmente alterando meu ritmo cardíaco nesse momento. O toque é suave, me deixava apreensiva. Sem demora, ele o aperta, rodeando-o por completo. Rapidamente localiza o mamilo, por cima da roupa. Ele apoia o indicador e o dedo do meio e pressiona, fazendo com que eu solte um incontido gemido agudo.
─ Mm... - Ele murmura no meu ouvido, deliciosamente satisfeito. ─ É esse um dos seus pontos fracos? - ele raspa os dentes pelo lóbulo da minha orelha e pega o outro seio, passando a segurar os dois com firmeza, e a apertar, enquanto meus olhos amolecem.
─ É um deles, sim. - Sussurro, assumindo, e seguro os seus braços fortes. Sinto ele movimentar sua perna com força de propósito ao me escutar, esfregando sua coxa na minha calcinha.
─ Ah, sim? Então além de gostosos são bem sensíveis. - Ele murmura.
Ué? Rio levemente.
Casandro começa a desabotoar minha camisa, enquanto me sinto vulnerável. A pele pálida dos meus s***s redondos vai surgindo diante dos seus olhos, cobertos por um sutiã de renda branca que os aperta um pouco, com um lacinho vermelho no centro de enfeite, que combina perfeitamente com o uniforme.
Ele afasta a camisa contra a parte interna dos meus braços com violência e os observa por alguns segundos. Vejo como morde os lábios. Sua cabeça vai se aproximando e ele lambe a área do decote cheio de ânsia, com intensidade, deixando uma quantidade exagerada de saliva como se ele fosse um animal feroz. Meu Deus.
─ Que delícia. Hm? - Ele geme rouco, logo pisca um olho maliciosamente. Casandro morde um deles, levantando-o mais que o outro, contra a sua boca. Logo segue lambendo a área do decote, deixando tudo molhado. Sinto sua boca chegando perto de um dos m*****s, e suspiro alto. Levo, com cautela, minhas mãos sobre seus cabelos. ─ Você gosta quando eu sou agressivo?
Assinto, envergonhada.
Casandro me encara nos olhos com um sorriso ladeado e os massageia devagar e com força.
─ Hm? - Eles cabem na mão dele perfeitamente, apesar de serem grandes para a proporção do meu corpo, ele pode abrangê-los com facilidade, e seus carinhos fortes bambeiam minhas pernas.