Capítulo 6

682 Words
Jhonatan Gutierrez Eu não sei o que deu em mim para agir daquela forma. Nunca em toda a minha vida eu tinha chamado tanta atenção em um lugar público assim. A minha sorte é que a boate não permite o uso de celulares, se não amanhã já estaria em toda internet esse caos que eu mesmo causei e nem sei porque. Depois que ela saiu perto de mim e foi embora eu fiquei pensando nela, ela está jogando comigo, vi os seus olhares e sorrisos para a minha direção desde a hora que ela subiu para o camarote com os seus amigos. - O que deu em você? - Domenic fala assim que me encontra no corredor de acesso privado para entrar na boate. - Não sei, sentir raiva e agir. - Ele me olha e rir. - E você, seu i*****l. Eu mandei chamar ela, não aquela renca de pessoa! - Falo em tom de raiva - Ela disse que não subiria porque estava acompanhada ué, então liberei a entrada de todos! - Então a culpa disso tudo é sua! - Falo e saio de perto dele seguindo o caminho para fora. - Eu nao tenho culpa, se você não sabe chegar em uma mulher! - Ele grita. - VAI SE FUDER DOMENIC. Falo e saio da boate indo em direção ao meu carro. Eu não sei o que deu em mim para agir daquele jeito, mas eu sei que nunca mais eu volto naquela boate. Chego em casa e vou direto para a minha agenda de acompanhantes, toda essa adrenalina me deixou de p*u duro e eu preciso me liberar. *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** Luara Sanchez Assim que chego em casa, vou direto para o meu quarto e tomo um banho bem relaxante, antes de me deitar passo no quarto do meu pai para ver se ele precisa de algo já que hoje para sair quem ficou olhando meu pai foi o Pedro. Pedro não é nenhuma criança mais, pode muito bem ficar com meu pai, afinal ele já tem 15 anos. Saio do quarto do meu pai, depois de trocar a fralda dele e vou em direção ao quarto de Pedro. Meu irmão está deitado e parece que acabou de correr uma maratona, seu peito sobe e desce, ele puxa a respiração e parece que o ar não chega nos pulmões. - Pedro! O que aconteceu? Pelo amor de Deus, calma! Respira. - Eu .... Eu .... - Ele tenta falar, mas não consegue. - Calma! Não fala. Vou pegar água. - Saio correndo do quarto e vou na cozinha pegar um copo de água para ele. - Toma, bebe devagar! Ele pega o copo da minha mão e começa a beber a água, e aos poucos a respiração vai voltando. - Nossa, o que houve? - Não sei, eu estava deitado e de repente senti uma falta de ar, puxava mas o ar não vinha. - Nossa Pedro. Isso é falta de exercícios, só quer saber de ficar no celular. Pega uma garrafa de água e deixa aqui do lado para caso precise novamente. - Tá bom, obrigada mana. - Dou um beijo em sua testa e vou para o meu quarto. Todo o álcool que estava no meu corpo saiu com esse susto do Pedro. Resolvo ir na cozinha comer algo antes de deitar. Assim que me deito, meus pensamentos vão direto para aquele homem. O que será que ele tem na cabeça? Tudo bem que eu fiquei sim olhando ele, assim como ele também estava me olhando, mas nada dava o direito a ele a me puxar daquele jeito. Será que ele sentiu ciúmes? Óbvio que não Luara, como ele vai sentir ciúmes de quem ele nem conhece? Eu acho que ele estava interessado em mim, pois ele me convidou para subir ao seu camarote, ficou me olhando e ainda teve aquela atitude quando Adriano me beijou. Eu não acharia r**m de ter uma noite com um homem daquele, em meio a esses pensamentos eu durmo.
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