XLVII. Morte: Instabilidade

1986 Words

Eu estava seminu, os restos da roupa de prisioneiro, extremamente ensanguentada e rasgada, era o que me vestia. Zayn entrou no quarto afobado, hostil, com arma em punho. Coloquei as mãos ao alto e abaixei a cabeça; novamente tomado por melancolia ao ver-me rendido de novo. Meu emocional abalado não me permitiu compreender a inevitabilidade de sua entrada abrupta. — Noah!? — Ele perguntou, franzindo a testa. — S-sim. D-desculpa o mau jeito. — O que faz aqui, garoto? — Podemos conversar? — Claro! — disse ele, abaixando a arma e saindo. — Já comeu? — Não sei há quanto tempo não como ou bebo nada… Ele silenciou. Quando chegamos na sala, ele gesticulou para eu me sentar e foi à cozinha. Enquanto esperava, observei meu corpo por alguns instantes. As marcas da tortura estavam enegrecidas

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