Demorou, mas, quando completo, o selo emitiu uma intensa luz. Caí sobre os joelhos, com a intensa dor daquela porcaria queimando minha pele como óleo quente. Senti os pequenos começarem a retornar para agir em minha defesa, mas, felizmente, fomos tragados para fora daquele local antes que eles conseguissem retornar. Mantive os olhos fechados por algum tempo, mas era nítido que chegamos a um local intensamente iluminado. Suspirei, acabei vomitando os enlatados que comi. Senti os pequenos próximos tentarem vir em meu auxílio, infelizmente impedidos por algum sortilégio sobrenatural. Sua dor ecoou em mim. — Não se firam! — ordenei, ofegante e muito irritado. — Instáveis… — Ouvi um homem falar em árabe. Demorei, mas consegui finalmente abrir os olhos. Era um salão similar. Este estava

