Fate desceu, vestida com um terno e um hijab preto; parecia uma executiva. Levantei para recebê-la e a estendi o braço. — O quer comer? — perguntei, olhando para frente. — Tem ótimos restaurantes em Nova Iorque… ou podemos rumar a Atlantic City… é bem luxuosa, a Vegas da Costa Leste. — Onde aprendeu isso, garoto? — Fate perguntou, rindo. — Sou adaptável… a conheço bem… posso oferecer o que gosta… tê-la como oposta a mim, me fez estudá-la também! — Como matar seu inimigo com galanteios!? — Ela ironizou. — Hoje, eu não a mataria, Fate… pois compreendo o valor de alimento de qualidade. — Sorri com o canto da boca. Ela voltou a rir, debochada. Seguimos ao carro. Não precisei dizê-la para convergirmos ao Arsenal e carregamos o carro com dois rifles, quatro pistolas e muita munição. Dirig

