Foi um dia atribulado. Os resquícios do que fora a luz que residia o íntimo do rapaz eram tentadores e pareciam ter se espalhado pelo local, me impossibilitando de manter a coesão. Cada segundo ali me deixava mais faminto. Possivelmente fui sedado. Despertei no dia seguinte no escritório, na maca, com soro administrado em minhas veias. Movi-me, mas amarras me mantiveram preso a maca. — D-doutor? — chamei, ficando instável por estar amarrado. “SALVEM O MEU FILHO!”, gritou uma voz feminina num canto escuro de minha memória, deixando-me ofegante. — D-DOUTOR! — gritei, desesperado, tentando me soltar. — Mubarak? — Carmo aproximou-se, com agilidade. — S-sol- p-por f… or — implorei. Na batalha de minha sanidade, o pavor imperou! — Mubarak, fica comigo! — Ele repetiu enquanto me soltav

