XIV. Inevitabilidade

2087 Words

— Todos sempre falaram disso… Sempre fui assim. Acredito que a morte dela intensificou, talvez!? — falei, após um instante aéreo, analisando o que Marie acabara de me dizer. Liandra desceu, arrumada para sair. — Estou indo. Amo a senhora! — Ela sorriu, abraçando-a. — Eu também te amo muito, minha flor. Cuidem-se! — Cuidarei dela, senhora! — falei, sorrindo. — Você é realmente muito fofo! — Liandra riu. — Não a levarei ao meu quarto, então posso pedir para esperar na sala? — perguntei enquanto saíamos. — Para colaborar, posso até esperar do lado de fora. — Assim é muita falta de educação… não sei, estou confuso! Liandra gargalhou, tirando risadas de mim. — Aceitarei o convite à sala. — Obrigado. Creio que assim temos um meio-termo! Ali estava fora de casa, aparentemente me esper

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