XLIV. Realidade Além da Penumbra

2029 Words

— Deveria ter pegado a luneta com o Ali… — reclamei, quando chegamos no último andar. — O que quer? — Os edifícios vazios… se não estão locando um apartamento em um hotel, os escritórios são um ótimo lugar para se esconder. — falei, tentando ver com dificuldade, afinal o dia não era meu aliado e tornava ainda mais difícil cobrir distâncias com a visão. Johnson juntou-se e fizemos um trabalho pequeno, contando as salas com as janelas fechadas. — Vamos às salas nos edifícios com setenta por cento de desocupação — falei, tomando notas mentais da rota que seria necessária para garantir velocidade a nossa marcha. No total, apenas três atendiam essa característica. Descemos e rumamos ao primeiro. — Arme-se! — falei. — E, por favor, não atire em mim. — Pensei que não tinha medo de morrer,

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