XVII. Tudo Que Vive...

1993 Words

Liandra lidou com as cortinas. Quando Ali saiu, ela se aproximou, provocativa, se insinuando. A avidez me propeliu na direção dela e a beijei; ela gemeu, rindo, parecendo satisfeita. Afastou-se para despir-se, gostando de exibir seu corpo lindo, mas logo voltou passando por mim e debruçando-se na cama, olhando-me com sede. Acariciei suas costas pelo pouco tempo lúcido que a avidez deixou. Enquanto envoltos em prazer, ela continuou me olhando. Por um instante, seus olhos acinzentaram, o que alimentou minha avidez, tirando meu controle sobre o corpo. Para impedi-la de gemer em resposta ao ápice do meu prazer, tapei sua boca. As contrações foram imediatas impedindo-me de continuar. A ejaculação me devolveu lucidez. Com pouca força, apoiei-me na cama, cuidando para não a machucar. Felizmen

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