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Doce Amargo

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Blurb

Estudar, casar e ter filhos. Essa era a cronologia que Dulce sempre planejou para a sua vida. Mas tudo isso vai por água a baixo quando ela engravida do seu namorado Billy, aos 15 anos de idade.

Expulsa de casa pelo seu pai pastor e sua mãe devota ao cristianismo, abandonada pelo pai da criança que esperava. O que fazer? Para onde ir? Como sobreviver?

Em desespero, ela se vê obrigada a tomar a difícil decisão de não ficar com a criança. Dulce sempre quis ser alguém na vida e não estava pronta para cuidar de alguém sem antes aprender a cuidar de si mesma.

Os anos passam e tudo parece bem. Todos os planos que antes pareciam destruídos, estavam se concretizando. Ela terminou os estudos, começou a trabalhar numa academia de artes e se casou com um homem que parecia amá-la, até começar a traí-la, obrigando-a a pedir o divórcio e começar tudo de novo, em outra cidade, com outras pessoas.

Quantos recomeços seriam necessários pra que sua vida entrasse nos eixos?

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01 - duas linhas
| 15 anos antes...  Dulce Maria  "Ok, é só uma suspeita, não quer dizer nada. Vamos, Dulce, respire, não seja covarde! Você precisa olhar o resultado."  Eu brigava em pensamento comigo mesma enquanto segurava o teste de farmácia que acabei de fazer em mãos. Eu não podia estar grávida, eu não deveria estar grávida. Esse seria o fim de tudo o que eu planejei para a minha vida.  Mas eu não ia sair desse banheiro enquanto não olhasse para esse maldito teste e finalmente descobrisse se o motivo do atraso da minha menstruação era mesmo uma gravidez indesejada.  E lá estavam elas. As duas linhas que decidiram que dali em diante a minha vida seria a mais difícil que uma mulher com o meu conhecimento sobre o mundo poderia enfrentar.  Hum, mulher? Eu tinha 15 anos, eu era uma mulher? Eles diriam que eu fui mulher para abrir as minhas pernas, então seria mulher para cuidar de uma criança. Mas eu não era! Eu era uma adolescente i****a que acreditou no namorado quando ele disse que f********o sem camisinha não era tão perigoso assim. Fiquei tão em choque com o resultado que nem sequer consegui chorar. Continuei estática, olhando para um ponto específico da parede do banheiro com a mente totalmente vazia. Chorar depois que tudo estava acabado não ia adiantar muita coisa.  [•••] Era dia de jogo no colégio e eu saí bem cedo pela manhã, mantendo a minha melhor expressão para não transparecer que por dentro eu estava sentindo milhares de explosões que aconteciam ao mesmo tempo, sem descanso.  Como quase não havia dormido, fui obrigada a usar mais maquiagem do que o normal. Não queria ninguém perguntando o porquê de minhas olheiras estarem tão profundas.  Vestida na camisa do time do colégio, uma calça jeans, tênis e um r**o de cavalo, eu desci as escadas de casa e fui direto para a cozinha, onde meus pais tomavam café da manhã.  — Bom dia, meu amor! — minha mãe me cumprimentou com um beijo no rosto.  — Bom dia, mamãe. — a beijei também. — Bom dia, papai. — fui até ele e o abracei por trás enquanto ele lia seu jornal sentado à mesa.  — Bom dia, querida. — ele respondeu. — Pronta para o final de semana? — perguntou sorrindo.  — Hum... poderia clarear a minha mente?  — Não se lembra, filha? Faremos uma feirinha beneficente para ajudar com a manutenção da igreja. Você prometeu que iria cantar.  — Ah, claro! — dei um tapinha na minha testa. — Desculpe, a escola tem deixado a minha cabeça cheia. — na verdade, estar grávida me deixava com a cabeça cheia.  Tomei meu café da manhã e fui direto para o ponto de ônibus. Assim que entrei, avistei Lisa, minha melhor amiga. Ela acenou para que eu sentasse ao seu lado.  — Olá! — a cumprimentei.  — Animada para ver o jogo? Não vejo a hora de ver todos aqueles metidos do colégio Butterfield massacrados! — ela riu com satisfação, mas eu apenas sorri de lado. — O que foi?  — Nada.  — Eu te conheço, Dulce. O que aconteceu? — colocou sua mão sobre a minha.  — Tá... — suspirei. — Lembra quando eu disse que a minha menstruação estava atrasada? — ela assentiu. — Então, eu fiz um teste de gravidez.  — E aí?  — Digamos que a minha vida acabou. — dei de ombros.  — Jesus... — ela arregalou os olhos. — Deu positivo? — falou um pouco mais alto do que deveria.  — Shiu! Não fala isso alto!  — Desculpa... — sussurrou. — Você vai contar pro Billy hoje?  — Sim, mas depois do jogo. Eu não quero atrapalhar o desempenho dele.  — E os seus pais?  — Eu não faço a mínima ideia do que dizer pra eles. Com certeza vai ser a maior decepção... — mirei o chão. — Lisa, eu estou tão triste que nem consigo chorar. Está tudo entalado.  — Você quer essa criança? — aquela pergunta me fez pensar pela primeira vez no assunto. Passei muito tempo preocupada com o fim da minha vida que nem pensei sobre como eu me sentia em relação à criança. — Sinceramente? Eu daria tudo pra que ela sumisse de dentro de mim.  — Eu sinto muito, amiga... — ela entornou meus ombros com seu braço e encostou a cabeça em meu ombro.  Não dissemos mais nada durante todo o caminho. Parecia até que um luto tinha acabado de nascer no ambiente.  Chegamos ao colégio e fomos direto para o campo, que já estava lotado de gente. Por sorte, eu consegui sentar no primeiro banco bem perto do campo, com uma visão privilegiada do jogo.  De longe, eu vi Billy correr até mim enquanto sorria. Meu coração se apertou dentro do peito e eu podia sentir minhas mãos tremerem. Como eu olharia no rosto dele e diria que nossas vidas iriam tomar um rumo como esse? Eu o amava demais e ter que acabar com o futuro dele me doía.  — Que bom que está aqui. — ele disse antes de segurar minha cintura e me beijar.  — Eu não perderia isso por nada. — falei sobre os lábios dele.  — Me deseje sorte. — beijou minha testa. — Eu te amo.  — Eu também te amo. — sorri.  Como esperado, nós vencemos o jogo e a comemoração tomou conta das arquibancadas. Eu fiquei quietinha no meio daquela gritaria, procurando por Billy por entre os jogadores até finalmente vê-lo correndo até mim.  — Meus parabéns! — pulei em seus braços e o abracei forte.  — Que tal nós ficarmos sozinhos? — acariciou meu rosto.  — Sim, vamos. Eu preciso mesmo falar com você.  — Vamos até o meu carro. — segurou minha mão e começamos a sair dali, indo direto para o estacionamento.  Quando entramos em seu carro, ele partiu para me beijar, tentando arrancar a minha camisa. Eu segurei suas mãos e as afastei. Depois olhei para ele sem jeito.  — Desculpa, eu não tô no clima. — falei.  — Por que? Acabamos de vencer, achei que eu merecia uma recompensa por ter jogado bem. — riu.  — É, merece. — sorri de lado. — Mas tem uma coisa que tá me deixando muito m*l e eu preciso te contar logo antes que eu exploda.  — Nossa, o que foi? — franziu a testa.  — Ok, eu vou dizer de uma só vez pra que não me falte coragem, então presta atenção. — respirei fundo. — Eu estou grávida. — fui direta.  — O que? — abriu levemente a boca, mas depois riu, me causando estranheza. — Para de graça.  — Eu tô falando sério!  — Tá bom. — riu.  — Caramba, Billy! Acha que eu brincaria com isso? — da minha bolsa, eu tirei o teste e o entreguei. — Viu? Duas linhas. — agora parecia que ele estava começando a acreditar, já que olhou fixamente para o teste e não disse absolutamente nada. — Billy?  — p**a merda! — exclamou. — Você tem que abortar.  — Eu não tenho dinheiro pra isso.  — A gente tem que arranjar.  — É muito caro pra dois adolescentes sem emprego pagarem. Até a gente conseguir o dinheiro, já vai ser tarde demais para um aborto.  — E os nossos pais? Eles podem pagar!  — Você acha mesmo que o meu pai, pastor, vai pagar um aborto pra mim? E a sua mãe é devota da igreja dele.  — Ok, deixa eu pensar... — colocou as mãos sobre a cabeça e começou a balançar a perna compulsivamente. — Não tem o que fazer, não é?  — Não.  — Dulce, eu não posso ser pai. Eu tô no último ano do colégio, tenho uma bolsa esportiva para uma ótima universidade. Isso acabaria com tudo.  — E você diz isso pra mim? Você acha que eu quero ser mãe?  — Bom, ele tá dentro de você. — deu de ombros.  — O que quer dizer com isso?  — Dulce, me perdoa. Eu te amo, sério, mas eu preciso pensar no meu futuro.  — E o MEU futuro? — me alterei.  — Eu sinto muito.  — Billy!  — Vai ter que cuidar dessa coisa sozinha.  — Essa "coisa"? — fiquei boquiaberta. — Você vai mesmo me deixar sozinha nessa situação? Que amor é esse?  — Eu já disse que sinto muito. — ficamos em silêncio encarando um ao outro. Eu não podia acreditar que ele estava fazendo isso comigo. Sempre achei que ele ficaria ao meu lado em qualquer situação. Agora ele me engravida e simplesmente decide que não quer ser pai?  — Você é um lixo.  — Você quer que eu te leve pra casa? — perguntou ignorando o que eu disse.  — Vai se ferrar. — abri a porta do carro e fechei com força, caminhando para longe dali.  Agora sim eu estava com vontade de chorar. E enquanto ia a pé para casa, eu abraçava a mim mesma e chorava como uma criança, soluçando e apertando meus olhos. Antes eu tinha uma pontada de alívio por achar que não ia ficar sozinha, agora todo fio de tranquilidade que eu ainda tinha se dissipou.  Cheguei em casa já de noite e entrei devagar. Meus pais estavam assistindo tv e olharam para mim quando eu entrei. Logo eles perceberam o meu pranto e franziram a testa.  — O que aconteceu? — minha mãe perguntou.  — Vocês perderam o jogo? — meu pai pendeu a cabeça para o lado.  — Não. — respondi. — Eu tenho que contar uma coisa pra vocês, mas eu não sei como fazer isso.  — Querida, pode contar qualquer coisa pra nós. Lembre-se que além de pais, somos seus amigos. — minha mãe acenou para que eu sentasse no meio deles.  — O que está tirando sua felicidade, meu anjo? — meu pai acariciou minha bochecha.  — Eu estou tão envergonhada... vocês vão me odiar por isso.  — Você é nossa filha, nunca vamos odiar você. — minha mãe segurou minha mão.  — Tudo bem... eu e o Billy... nós... nós fizemos sexo. — fechei meus olhos e esperei. O silêncio pesou e tudo o que eu ouvia eram as respirações pesadas deles. — Por favor, digam alguma coisa.  — Bem... como pastor e praticante da palavra, nós apoiamos o perdão. Você parece arrependida por ter feito antes do casamento. Nós perdoamos você.  — Tem mais. — os dois me olharam com atenção. — Aconteceu uma coisa... foi um acidente, eu não queria isso. — tornei a chorar. — Ok... lá vai... — aguardei alguns segundos. — Eu... eu tô grávida. — e como se tivessem tomado um choque, os dois se afastaram alguns centímetros de mim.  — O que...? — a expressão de horror no rosto da minha mãe era a coisa mais dolorosa que eu já vi. Já meu pai me encarava como se eu fosse um ser de outro mundo.  — Como você pôde? — ele disse.  — Eu não tive culpa! — comecei a soluçar de novo.  — Não teve culpa? Alguém te obrigou a fazer isso?  — Eu sei que eu errei, por favor, me perdoa!  — Com que cara eu vou olhar para os meus fiéis depois que a cidade inteira souber que a minha filha adolescente está grávida? Que tipo de pastor eu seria se aceitasse isso dentro da minha casa? — Você não pode me expulsar. — AQUI DENTRO VOCÊ NÃO FICA! — gritou.  — Pai...  — Deixei de ser seu pai assim que você me desonrou. Faça suas malas e saia daqui!  — MÃE! — olhei para ela desesperada, mas ela ficou em silêncio, com a cabeça baixa. — Vai deixar ele fazer isso comigo?  — Obedeça o seu pai. — falou simplesmente.  Eu não disse mais nada, não me defendi nem contestei essa decisão. Saí correndo dali e fui direto para o meu quarto. Comecei a tirar as minhas coisas do guarda roupa e jogar tudo na minha cama. Se eles queriam que eu saísse, eu iria sair.  Com as malas prontas, eu fui até a entrada da casa. Os dois continuaram a ver tv e fingiram que nada estava acontecendo.  Saí de casa e fui direto para a casa de Lisa, que agora era a única pessoa com quem eu podia contar. Expliquei toda a situação para ela e ela me deixou dormir lá.  No dia seguinte, me arrumei para ir ao colégio e quando desci, Lisa parecia não estar bem e me olhou sem jeito. Sua mãe acenou com a cabeça para mim e fez sinal para que nós saíssemos de casa.  Durante o caminho até o ponto de ônibus, ela ficou calada e aquilo já estava se tornando um incômodo.  — O que você tem? — perguntei já impaciente.  — Dulce, eu tive que contar pra minha mãe o porquê de você ter dormido lá com todas aquelas malas.  — É? E aí?  — Ela e a sua mãe são melhores amigas... bem... minha mãe não que ficar te protegendo... você vai ter que procurar outro lugar pra ficar.  — Mas eu não tenho para onde ir!  — Desculpa, Dulce.  — Lisa, eu sou sua melhor amiga!  — Desculpa. — repetiu.  Subimos no ônibus e eu sentei em outro banco, longe dela. Sei que não era sua culpa, mas ela nem ao menos se deu ao trabalho de me defender.  No colégio eu fiquei totalmente isolada. Não conversei com ninguém durante todo o dia e em qualquer oportunidade, eu ia para o banheiro chorar.  Já era fim de tarde, eu entrei em desespero por não saber onde me enfiar agora que a mãe da Lisa não me queria em sua casa. Sentei na escadaria do colégio depois que todos foram embora e comecei a chorar.  — Dulce? — o professor Michael sentou ao meu lado.  — Olá. — limpei minhas lágrimas rapidamente.  — Você está bem?  — Sim.  — Não parece. Quer conversar?  — As pessoas já deixaram você de lado por uma coisa que você fez ou é?  — Bem... eu sou gay, então digamos que sim. — riu pelo nariz. — Estão fazendo bullying com você?  — Não. Os meus pais me expulsaram de casa.  — E por que?  — Eu não quero dizer.  — Dulce, meus pais me expulsaram de casa depois de descobrirem que eu estava aos beijos com um rapaz. Isso não me causa vergonha. Sou quem sou e gosto de mim. Não vou me demonizar só porque as outras pessoas me veem como um demônio. O que faz de você alguém bom é a maneira como você trata os outros, não o que faz com a sua própria vida. — era a primeira pessoa aparentemente sensata com quem eu conversava.  — Eu tô grávida. — falei de vez.  — Hum, ok.  — "Ok"? — franzi a testa.  — Isso é triste porque você só tem 15 anos, mas eu não vou tacar pedras em você. Tenho certeza que você não queria que isso acontecesse.  — Claro que não. — E o Billy?  — Ele decidiu que não quer ser pai.  — É fácil para um homem decidir não ser pai, não é? Mas se uma mulher escolhe não ser mãe, a sociedade a julga.  — Exato. — assenti.  — Tem lugar pra ficar?  — Não. A mãe da Lisa não me quer na casa dela.  — Então vem comigo. Eu e David vamos adorar ajudar você. Pode ficar conosco o tempo que for necessário.  — Eu não quero ser um incômodo.  — Vai me incomodar se não aceitar vir. Passamos na casa de Lisa e eu peguei minhas malas sem dar muitas explicações. Apenas avisei que ficaria com o professor Michael e seu marido e que ninguém precisava se preocupar, se é que realmente se preocupavam.  [•••] Os dois eram pessoas maravilhosas, tivemos boas conversas naquela semana e eu me sentia protegida. Michael me sugeriu que eu começasse a estudar em casa e eu aceitei na hora. A ideia de ir para a escola com um barrigão de grávida não me agradava em nada. Seria horrível ter todos aqueles olhares me julgando.  Em uma noite de sábado, eu estava na varanda da casa com David enquanto tomávamos um chá.  — Posso te perguntar uma coisa? — ele começou.  — Claro.  — Você vai ficar com o bebê?  — E eu tenho escolha?  — Sim. Você não tem que fazer isso sozinha.  — O que eu poderia fazer?  — Deixar para a adoção.  — Não sei... aquelas crianças passam anos nas filas de adoção e a maioria não é adotada depois que fica mais velha. Eu não quero que o bebê sofra, não é culpa dele existir.  — Não precisa colocar num orfanato ou entregar ao governo. Na verdade é até mais fácil adotar durante a gravidez.  — Como eu faço isso? — me interessei.  — Eu e Michael podemos facilitar as coisas pra você. — o olhei atentamente. — Estávamos conversando uma noite dessas e nós dois queremos muito ter um filho. Se você não quiser ser mãe, estamos dispostos a adotar o seu bebê.  — Mesmo? — aquilo me animou. — Eu quero fazer isso. — sorri.  — Ótimo! Obrigado, de verdade. — ele me abraçou.  — Eu que agradeço. Estão tirando um peso das minhas costas.  [•••] Todas as minhas aulas particulares foram eficazes e eu ganhei uma bolsa para estudar numa universidade voltada para a arte. Eu queria estudar música e passar tudo o que eu aprendesse para o mundo.  A gravidez foi tranquila e saudável, eu esperava uma menina. A pedido meu, Michael e David não me contaram que nome escolheriam para ela. Eu não queria criar nenhum tipo de vínculo.  Após dar à luz, eu terminei o ensino médio em outra cidade. Meus pais assinavam qualquer documento que eu mandasse para eles, por eu ser menor de idade esse contato com eles ainda era necessário. Mas era apenas isso, só o correio nos ligava. Nenhuma palavra era dita entre nós e sinceramente, estava melhor assim. Eu não queria ter contato com alguém que não me queria por perto.  Michael e David me ligavam sempre para saber as novidades sobre o colégio e o quanto eu estava ansiosa para entrar na universidade. Os dois eram a minha família, mas infelizmente, uma hora eu teria que cortar contato com eles também. E assim aconteceu, depois que eu me mudei para a Califórnia e comecei a minha vida acadêmica.  Todo o meu passado foi apagado, eu não tinha contato com ninguém, não sabia nada sobre o que acontecia com aquelas pessoas. Eu havia recomeçado e esse novo começo me traria uma vida plena.

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