A sua expressão não muda, apenas um traço de desdém nos seus olhos. Ignoro o seu olhar e me inclino para tentar ver os vestígios do meu telefone, mas foi inútil. — Você tem que aprender a obedecer, Maribel. O seu tom é frio, sem arrependimentos. — Obedecer a quem? Um homem louco obcecado com a sua enteada. — De fato. — Ahg, você quebrou o meu telefone! — Eu compro outros dez desses se isso fo*de a sua existência. — Você estraga a minha existência. Não sei porque dormi com você. — Eu tenho certeza que você gostou. Tenho os seus gemidos gravados na minha cabeça e como você se contorceu pedindo mais… Eu reviro os olhos e olho pela janela para ignorá-lo. Até o momento em que ele para numa estrada abandonada e sai do carro, abre a porta para mim e exige que eu saia. — O que está aconte

