O mundo, naquele momento, para. O tique-taque do meu coração para e a cor do meu rosto fica branca a ponto de ter que me sentar na cama e olhar para o chão. Cecilia rapidamente se senta ao meu lado e pega o meu telefone para falar com Inês e saber o que aconteceu. As suas palavras destas semanas e todas aquelas “confissões” vêm-me à mente, por assim dizer, porque se antes eu acreditava em algo, agora não acredito em nada. As lágrimas ameaçam vir, mas eu as seguro porque não posso chorar por um idi*ota como ele. Ele é um pervertido! Não foi ao acaso. Ele ficou comigo e com a minha mãe de caso pensado! E ele sentiu tanto a minha falta que fo*deu milhares de garotas? Isso é o que ele quer dizer com sentir a minha falta? — Cecília, me dá o telefone. Ela se despede de Inês e eu coloco o

