— Você pode fazer isso sozinho.
A tentativa de fugir é inútil. Eu rio, mas só eu sei como estou me sentindo por dentro.
— Maribel, não sou uma dos moleques estúp*idos que te assombram, sou um homem. Não brinque comigo. Você vai me limpar agora.
— Me solta e eu vou buscar um pano para o limpar.
— Você não precisa disso, com a sua boca você pode fazer isso.
— Você...
O que eu ia dizer foi interrompido porque ele me agarrou mais pela cintura, colando-me junto ao corpo dele, acrescentando que os seus lábios estavam unidos com os meus.
Entre a luta e o contato inesperado, no lugar é possível sentir, como ele está carrego com uma tensão palpável. Minha mente, inicialmente cheia de indignação, está agora envolvida em confusão tumultuada. As mãos fortes do Mike ainda seguram a minha cintura, e a minha tentativa de me separar é em vão. A ironia da situação não me escapa.
Estou presa nos braços do meu padrasto, numa estranha dança entre fúria e confusão.
A boca dele move-se sobre a minha com uma habilidade que indica uma experiência que não posso ignorar. Apesar da minha resistência inicial, estou cativa na mistura de sensações contraditórias. O desejo aumenta, até a minha respiração é afetada. As suas mãos param de me agarrar e uma delas levanta o meu vestido.
Recuso-me a beijá-lo, mas ele continua. Ele se separa dos meus lábios, e me olha nos olhos.
— Já vi a sua bu*ceta, agora quero senti-la.
— Com... o quê?
Os meus nervos estavam envolvidos na minha maneira de falar. Que tipo de pergunta é essa?
— Com as minhas mãos, com a minha boca ou... Ele pega a minha mão e guia-me para o seu pên*is que está ereto. Eu tento tirar a minha mão, mas a força dele é muito maior do que a minha.
— Com o pên*is. Ele acabe dizendo. — Ou pode ser os três.
— Isto... não está certo.
— Você está aqui, comigo, prestes a te dar os quinhentos mil dólares.
— Para de me subornar.
— Ei, correção, eu não estou fazendo isso. Você está fazendo o seu trabalho.
Ele tem razão. Eu entrei nisso, fui eu quem queria isso, eu aceitei. Eu não posso voltar agora que eu tive a oportunidade de obter tanto dinheiro apenas tirando a roupa e tirando várias fotos.
O que me preocupa não é que aquele homem com quem eu estava conversando é o marido da minha mãe. Um cara bonito, pele como leite, olhos neg*ros e bolsos cheios de dinheiro.
Eu admito que estou com medo, não tenho experiência nesse tipo de coisa e eu apenas me jogo na aventura. Sinto-me impura, só imaginando a reação da minha mãe se descobrisse.
Ele pega a minha bolsa e empurra para a mesa. Ele está abrindo os botões da camisa enquanto os seus olhos olham para o meu corpo inteiro.
— Vou confessar-te uma coisa. Ele joga a camisa no chão. — Quando estou fo*dendo a sua mãe, penso em você. É...
— Cale a boca...
O seu peito sem roupa está presente no meu campo de visão. Meu Deus, ele é perfeito, tatuado e uma tem uma cicatriz perto do umbigo. É melhor do que eu pensava. Pode levar vários anos para eu esquecer isso, mas, a mer*da é que ele é um gostoso do cara*lho . Me*rda, estou a ter pensamentos lascivos com o meu padrasto.
— Você dizendo essas coisas só aumenta a minha ereção. Ele continua tirando o cinto, agora. — É importante ter uma boa ereção para penetrar na mulher.
— Você não vai...
— Quem é que disse isso?
— Mike, isto não está certo... isso está muito errado...
Os meus olhos ficam molhados, as minhas mãos tremem e eu tento controlar o meu tom de voz. A sua mão esquerda se aproxima do meu queixo, fazendo com que eu levante o rosto e me concentre os seus olhos.
— Não há erros. Diz ele, muito sério. — Há o dinheiro e você gosta de dinheiro.
— Sim, mas...
— Por isso posso te dar tudo o que você quiser...
A sua mão desliza pela alça do meu vestido, ele abaixa ambas, deixando os meus sei*os livres. O seu rosto não é tão expressivo, mas eu posso ver o que ela gosta de me ver nua num restaurante.
Porque deve ser lembrado que estamos na frente de uma janela gigante onde a cidade é vista. Onde talvez várias pessoas nos possam ver... não está quente, mas sinto-me quente pelas mãos do meu padrasto acariciando os meus se*ios. Eu tento não olhá-lo nos olhos dele, para manter a minha sanidade, mas ele está certo. Eu gosto de dinheiro e por orgulho eu não me atrevei a pedir por ele... agora ele tem o controle sobre mim.
Ele me comprou.
Ele me dá um leve empurrão e eu caio no sofá. Ele empurra a minha perna esquerda, abrindo ao máximo e repete o mesmo processo com a direita. Os meus nervos aumentam, perdem a virgindade com alguém que eu não amo, que não me ama e que apenas preencheu a contagem com zeros.
Eu nem sei como me sentir.
As suas mãos flutuam rapidamente, jogando o meu vestido no chão e eu o vejo ajoelhado. Isso me surpreendeu e chama a minha atenção.
— O que você vai fazer?
— Quero acariciar a sua bu*ceta.
— Não, não, não.
Ele me segura firmemente as minhas pernas, coloca-as no ombro dele e me traz perto o suficiente.
— A sua bu*ceta parece tão apetitosa, posso imaginar o quão apertado deve ser... Ele fala num tom de flerte, mas sem qualquer expressão no rosto.
— Mike...
— É melhor me chamar de papai Mike.
M*aldito pervertido.
Em segundos, os seus dedos começaram a tocar a minha buc*eta, especialmente o meu c**t*óris. Movimentos lentos, simples e homogêneos. A minha respiração aumenta por causa de quão tensa eu estou... Eu admito que eu gosto do que ele está fazendo, mas, ao mesmo tempo, eu não posso relaxar. Os seus dedos se movem mais rápido, então, ele coloca os seus dedos na boca, os umedece e coloca-os perto da minha boce*ta.
— Oh. Eu deixo escapar um gemido e ele levanta os meus olhos para me ver.
— Eu também gosto dos seus gemidos, você pode gemer sem medo...
— Não, não, não.
Po*rra, vou ter dois dos dedos do meu padrasto na minha bo*ceta sem pensar nisso, estão molhados e a minha área parece um rio. Seus dedos entram e saem delicadamente e lentamente. Os seus olhos me observam e, ao mesmo tempo, ele olha para a penetração dos seus dedos na minha área. Se eu confiasse nos gestos no seu rosto, eu não saberia como lê-lo, porque ele é inexpressivo, sério e m*al move os olhos.
— Po*rra. Eu expresso entre gemidos, e eu começo a querer fechar as pernas do prazer.
Descobri que a mastu*rbação é melhor quando um homem faz isso com você. Não um homem como ele. Embora, é provável que ele ser o meu padrasto está fazendo o seu efeito sobre os meus pensamentos lascivos.
Eu o vejo levantando e estendendo a mão. Eu aceito e isso me ajuda a ficar de pé. Eu me aproximo do corpo dele e ele dá um beijo úmido nos meus lábios, depois me vira, eu apoio as minhas mãos no sofá. Estou começando a ficar assustada e ouvir o som de embalagem...
Um preservativo.
Eu me acalmei e encaro ele.
— Ouça, nunca fiz se*xo com ninguém e... estou com muito medo.
— Não me importo com isso.
— Você devia se importa. Vai doer e eu não quero.
— Eu ainda não me importo. Diz ele, colocando o preservativo no seu pê*nis ereto.
O seu pên*is parece melhor do que eu jamais pensei. A sua ponta rosa, a suas veias salientes e a sua mão esquerda fazendo movimentos acima confirmam que ele é canhoto.
Ele faz um sinal me pedindo para me virar e eu recuso.
— Acho que já que é a minha primeira vez deve ser diferente...
— Eu decido como eu quero fod*er você. Faça o que eu mando e coloque as mãos no sofá.
Eu neg*o . Ele está suspirando e agarra o meu pescoço se aproximando do meu rosto. Eu sinto a sua respiração e como ele está com raiva.
— Não tenho muita paciência. Ele sussurra, sério. — Eu comprei você. Você tem que fazer o que eu te digo.
Comprada.
Essa palavra que eu não pensei que poderia ouvir um dia. Mas é a realidade, um milhão de dólares é o que custou a minha pureza e dignidade. Agora não posso fazer nada, agora só tenho de...
Tirar proveito disso.
Sem ficar confusa.
Sem me apaixonar.
Entender que eu sou sua enteada e entrar na minha cabeça que:
O meu padrasto é um pervertido.