— Oh, minha pequena borboleta. Diz ele com dificuldade. — Obrigado por me amar apesar de conhecer os meus dem*ônios, porque mesmo conhecendo os seus, só me deixa cada vez mais louco. Os meus olhos brilham e eu o vejo sorrir. Procuro colocar as mãos como torniquete no abdômen dele, procuro também conversar com ele para ele não perder a consciência. Por alguns instantes eu esqueço a dor que estou sentindo. — Sou um monstro, Maribel. Ele confessa. — E juro que seria assim toda vez que alguém tentasse te machucar, porque eu te amo... — Eu te amo mais! Você não é um monstro! Eles pediram por isso! — Eu te disse... Ele suspira. — Eu disse que iria apagá-los do mapa. Ele sorriu e eu o vejo seguir o meu sorriso. — Porque ninguém, me escuta com atenção? Eu disse que ninguém toca na minha mulh

