Giselle e eu seguimos fazendo nosso nome. Não queríamos ser ruins, não éramos ruins. Mas se não consolidamos nossos nomes como demônias, as pessoas iam sempre nos apontar, do tipo: olha lá, por isso que lugar de mulher é na cozinha! No final da década de 60, com a revolução industrial, as indústrias têxteis no Brasil estavam explodindo. Conversamos e decidimos que faríamos nosso nome como empresárias sérias naquele país. Ela viajou e eu fiquei tomando conta de tudo. Já tinha dois anos que estávamos à frente de nossa família, já tínhamos ganhado respeito e fama, agora seria só diversificar. A idéia dos lícitos! Tínhamos dinheiro e Giselle chegou ao Brasil como uma jovem viúva francesa querendo investir a herança que o marido deixou! Todos acharam que ela era uma pata, mas quando viram q

