Adrian narrando...
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Vocês já me conhecem, sabem que sou o caçula da família... Bom, vamos falar de mim e do meu passado um pouco. Eu sempre fui um cara que zela pela família, fecho no 10/10 e pela minha família enfrento qualquer coisa. Quando eu tinha 16 anos conheci a Marina, a gente se envolveu e depois de terminar o ensino médio e dar início a faculdade, começamos a ver sobre o nosso casamento, eu a pedi em noivado e ela aceitou. Eu fazia de tudo por ela e achei que era recíproco... Mas estava muito enganado, uma semana antes do nosso casamento, peguei ela em uma conversa, diria, um tanto suspeita.
Lembrança on...
Marina: Para, sabe que eu te amo, estaremos sempre juntos.
Me aproximei da mesma que se assustou.
Marina: Mamãe, preciso desligar agora, se cuide tá bom, te vejo no casamento, beijos.
Ela caminha até mim e passa seus braços pelo meu pescoço e me dá um beijo delicado.
Marina: Falta uma semana amor.
Adrian: É minha princesa, uma semana para mim ser o homem mais realizado desse mundo! Minha senhora Parker. — vejo seus olhos brilharem e percebo que talvez seja só paranoia minha, ela está tão ansiosa quanto eu. Puxo a mesma para um beijo.
Lembrança off...
Marina foi o amor e a desgraça da minha vida, eu me entreguei completamente ao amor que sentia por ela que me ceguei, mas ela com o seu jeito doce e ingênuo enganou à todos nós. Marina era uma mulher esperta e ardilosa. Eu estava certo com minhas paranoias e tive a certeza depois que meu irmão e Jonas a viram entrando em um hotel acompanhada de um cara... Me mandaram fotos e eu fui a procura para saber quem era o tal cara, ele se chama Jason Colins, e era mais um o****o apaixonado pela mesma, vivia implorando para ela não se casar comigo e ficar com ele, que ele a amava, mas a vontade de ser uma Senhora Parker e carregar o sobrenome de uma familia poderosa sobe pra cabeça, e ela como uma gananciosa só pensava no luxo que teria. Nunca foi amor, foi tudo pelo dinheiro e o luxo que eu e o sobrenome Parker poderia a proporcionar, 3 dias antes do casamento a peguei trepando com o Jason e fazendo juras de amor.
Lembrança on...
Mesmo tendo nossa casa, eu tinha a casa dos meus pais e a Marina a dela, eu liguei o rastreador e vi que a mesma estava em sua casa... Peguei meu veículo e fui em direção à casa dela, ela tem seus seguranças, mas eles sabem do que sou capaz e do que minha família é capaz, então apenas abrem os portões.
Adrian: Não comuniquem a minha chegada, ela está sozinha?
Segurança: Claro senhor, sim está, passou somente ela falando no celular.
Adrian: Ok.
Entro e estaciono o carro mais afastado, vou pé por pé e abro a porta cautelosamente, vou subir as escadas, mas escuto murmúrios e gemidos vindo da cozinha, caminho devagar até lá e ali vejo a pior cena, Marina sentada em cima do balcão, com a parte de cima do vestido caido até sua cintura e seus s***s expostos, o Jason no meio de suas pernas a penetrando.
Marina: Ai amor, isso me fode gostosinho.
Jason: eu te amo Marina, por favor, tira essa ideia louca de casamento da sua cabeça e fica comigo.
Marina: Eu também te amo e prometo que irei ficar contigo, mas depois, agora preciso disso, me entenda por favor. Aaaa isso delicia.
Jason: Ele te fode gostoso que nem eu? Ele te ama como eu? ou a única coisa que ele pode te proporcionar é a luxúria? Eu te amo p***a. — tiro algumas fotos e saio dali sem que me vejam.
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Chegou o dia do casamento, meu pai caminha até mim junto dos meus tios, meu irmão, meu primo e do Jonas.
Anthony: Você tem certeza que vai fazer isso filho? Vai destruir a vida dessa moça!
Adrian: e você acha que ela pretendia fazer o que comigo depois que casassemos papai? e sem contar que ela me destruiu primeiro. — digo com os olhos cheios de lágrimas, meu irmão me abraça.
Luke: A gente ta contigo irmão. — eles concordam com a cabeça e eu agradeço, somente eles sabem tudo o que aconteceu, me posiciono no meu lugar e logo a música começa a tocar avisando a entrada dela. Meu pai me olha e faz um gesto positivo com a cabeça.
E lá vem essa filha da p**a, com o sorriso meigo e carismático que me conquistou, linda pra p***a, esse era pra ser o melhor dia da minha vida. Meus olhos enchem de lágrimas, pelo ódio que estou sentindo dela.
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O padre começa a cerimônia.
Padre: Você Marina Braga aceita Adrian Parker como seu legítimo esposo?
Marina: Aceito. — ela diz sorrindo, se fosse uma semana atrás esse sorriso me desmontaria por completo, mas hoje, só consigo sentir nojo, como ela consegue ser tão baixa e cínica assim?
Padre: Você Adrian Parker aceita Marina Braga como sua legítima esposa? — olho pra mesma sorrindo.
Adrian: NÃO! — Todos ficam surpresos e ela também me olha sem entender. O padre vai falar e eu o corto. — não precisa repetir a pergunta, é isso mesmo que escutaram, eu não aceito Marina como minha esposa, pois e um casamento tem que ter parceria, lealdade, amor e principalmente Fidelidade. — começa a passar algumas fotos que mostram ela com Jason, mas não mostram muito seu corpo, não queria expor tanto ela, mas expor a traição. — e como podem ver, antes mesmo do casamento ela já não cumpria com isso.
Marina: isso é antigo amor.
Adrian: Isso foi a 3 dias atrás Marina, eu vi com meus próprios olhos e isso foi a alguns dias atrás também, pega suas coisas e suma da minha frente. — ela começa a chorar e sai correndo, mas minha madrinha Alicia a para, ela olha pra mesma e minha irmã chega e acerta um tapa na cara dela.
Alicia: eu espero nunca mais te ver perto do meu afilhado, se não acabo com sua raça.
Minha mãe vem até mim e me abraça. Depois disso tudo, resolvo ir pra praia e lá me sento e encho a cara até não aguentar mais, sinto alguém sentar do meu lado e olho vendo ser a Laís.
Laís: Eai. — ela sorri sem jeito, Laís cresceu com a gente, é melhor amiga da minha irmã e é linda.
Adrian: Eai.
Laís: vamos pra casa? Eu te ajudo, olha o estado que tu está, estão todos preocupados com você.
Adrian: Valeu a preocupação, mas eu quero ficar sozinho. — falei um pouco seco e ela me olhou. — então se puder meter o pé, agradeço. — ela marejou os olhos e se levantou e foi embora.
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Dias atuais...
Faz 2 anos que tudo isso rolou, mas eu decidi me fechar pro amor, os meus ainda tem o melhor de mim, mas o restante não, nunca mais vi a Marina, vi o tal Jason e soube que ela terminou tudo com ele também. Hoje não penso em me prender, só quero curtir e comer várias... Hoje vamos pra boate, meu primo veio pra cidade de volta e vamos sair pra curtir...
Cá estamos nós, e p***a, as meninas vieram pra matar mesmo, uma mais linda que a outra, Laís está de tirar o fôlego de qualquer um. Um conjuntinho saia e Cropped prata, onde ela passava geral olhava, as doidas foram lá embaixo beber e dançar, mas ficaram alteradas demais, eu e Jonas já tinhamos apostado quem pegava mais, eu já tinha pego umas 5, mas nossa festa acabou, graças as meninas, peguei a Laís para levar ela embora, a mesma não queria vir de jeito nenhum.
Laís: Me deixa em paz Adrian, eu em, eu quero curtir. A noite tá só começando.
Adrian: Pra nós, infelizmente terminando, graças a vocês. — digo impaciente e a mesma sai correndo de mim, mas que desgraçada veio, corro atrás da mesma e a prenso na parede. — Para de fugir e vamos embora logo ou prefere que eu ligue pro seu pai e mande ele vir te buscar? — ela arregala os olhos.
Laís: p**a merda, meu pai não pode me ver nesse estado, ele vai acabar comigo. — olho pra mesma que me olha desesperada. — você não pode me levar pra casa.
Adrian: Era só o que me faltava agora, e eu vou te levar pra onde diaba?
Laís: qual é Adrian, crescemos juntos, me salva ai vai. — reviro os olhos e concordo.
Adrian: bora, vou te levar pra minha casa. — ela faz uma careta.
Laís: Sua casa? aonde ficou com aquela naja?
Adrian: é? qual o problema?
Laís: Seilá, achei que nem ia mais lá.
Adrian: Vamos logo. — entramos dentro do carro e eu começo a dirigir em direção a minha casa, onde eu ia viver com Marina, depois de tudo o que aconteceu eu mudei tudo, literalmente tudo, até aumentei a casa. Não queria nada que me lembrasse aquela desgraçada, estaciono o carro e vejo que a Laís dormiu, tento acordar e nada, então pego a mesma no colo e levo pro quarto, a coloco deitada e ela se remexe.
Laís: essa roupa tá desconfortável, me dá uma camisa sua? — ela fala sonolenta se sentando na cama, eu concordo e pego uma camisa minha pra mesma, alcanço e ela tira sua roupa, ficando somente de calcinha na minha frente, engulo seco, ela tem um corpo gostoso demais, os s***s fartos e deliciosos, meu Deus, olha o que eu to pensando, desvio o meu olhar e a mesma coloca a camisa se deita de bruços. Eu vou sair do quarto e ela me olha.
Laís: Não vai ficar?
Adrian: Não, vou dormir no sofá.
Laís: Não precisa, podemos dividir a cama deboa. Eu confio em você, sei que não faria nada. — ela fala meio enrolada, por estar podre de bêbada. Eu concordo e tiro a camisa, pego um calção de pano e troco, me deito do seu lado e ela continua de costas pra mim, observo seu corpo e fico de barriga pra cima, fecho os olhos e sinto ela virar de frente pra mim.
Laís: Sabe Adrian, eu sempre te amei. — ela passa suas mãos pelo meu rosto. — pena não ser correspondida. — me da um selinho e vira de volta pro canto e logo adormece, eu fico surpreso pela confissão, sempre te amei, isso significa que não é de agora.