Geovanna Levantei da cama, fui para o banheiro e liguei a banheira. Enquanto a água enchia, voltei para o quarto e sentei na barriga do PG. — Assim vai me matar sufocado — ele reclamou, rindo. — Palhaço! — Saí de cima dele, voltei ao banheiro, desliguei a torneira e chamei: — Vem, vamos tomar um banho e relaxar. — Pode ir, eu já vou. — Não demora! Entrei na banheira, fechei os olhos e fiquei relaxando. PG fechou a porta, bolou um baseado e me estendeu. — Você sabe que eu não posso — eu disse, hesitante. — Vai ficar só entre a gente. Ele acendeu e entrou na banheira comigo. Dei alguns tragos e devolvi para ele. Ficamos ali um tempo, abraçados na água morna. Depois de sairmos, coloquei uma camisa do Matheus e ele vestiu uma cueca boxe, como sempre. Arrumamos a cama e eu desci

