Olho para todos que estavam à nossa volta e paro o meu olhar no Matheus. — Você me magoou muito esses dois dias, sabia? — falo em um tom baixo, onde só ele consiga ouvir. — Me desculpa, amor. Não fiz por m*l. — Minha vontade era de sair correndo daqui. — O quê? — Ele me olha espantado. Pego o microfone da mão dele, respiro fundo e sorrio para a multidão. — Eu aceito ser sua esposa! Ele levanta e me beija apaixonadamente sob os aplausos de todos. — Bora aproveitar, galera! — grito no microfone. Todos fazem uma fila para pegar o bolo. Subimos para o camarote, onde o pessoal já nos esperava. — Não vão comer bolo lá embaixo, não? — PG brinca, quase expulsando os curiosos para termos um momento a sós. [...] Chegamos em casa já era bem tarde. Arrumei o quarto de hóspedes para

