Magnata narrando
Tava de saco cheio dessa velha, devendo pra c*****o a boca, quando ela ofereceu a filha dela minhas pernas até bambeou, mina mais gostosa e cobiçada dessa favela. Mas é um nojo, tem uma língua maior que a boca,já foi parar na boca umas 3 vezes por culpa de briga, essa p***a não tem nem tamanho e se acha a super poderosa. Todas as brigas foi defendendo alguém, ela comprando briga, e ela não treme. Nem na minha frente ela perde a pose, e eu odeio esse tipo de gente. Odeio que me enfrente, odeio que me olhe no olho, que não obedeça as minhas ordens, ou que acha que pode medir forças comigo.
Eu sempre passo lá na frente do mercado ela tá lá rindo pra todos os coroa, sendo simpática com todo mundo, até com os menor da boca, essa p***a e um doce, mas eu não sei qual foi a dela comigo, é só eu chegar que o sorriso fecha, a cara amarra, nunca fiz nada pra essa p***a. Já dei ideia nela uma vez no baile ela mandou eu me fuder, eu só não cobrei ela porque eu peguei a amiga dela na época lá, queria fazer uma suruba com as duas e ela manda eu me fuder ? Tenho isso atravessado até hoje.
— qual foi mano, tu vai deixar ela aqui no cassino ? Po ela não é igual essas mina daqui não, cara — o feijão fala e eu esquento a cara logo
— tá comendo ela ? Ela abre as pernas pra tu ? — eu já encaro ele igual um psicopata e ele n**a na mesma hora
— tá maluco ? — ele fala indignado — Ela é minha amiga mano, não, tu tá ligado nisso pô, nunca tive nada com ela — ele fala bolado me encarando — só não acho justo botar a mina aí, vamo cobrar a velha, mas deixa ela livre po, mina é trabalhadora — ele tenta sempre salvar ela
Essa amizade dos dois me irrita, eu não quero ela de amizade com ninguém nesse c*****o, e eu sempre vejo os dois juntos, desde menor, eles viviam grudado, sempre achei que o feijão pegava ela, tanto que a primeira vez dele fui eu que levei ele no puteiro porque ele falou que tava afim de uma novinha, e como ele só vivia grudado nela, eu já maldei logo e quis tirar ele da reta dela, mas nem adiantou.
— vai falar que tu nunca comeu ? Nunca pegou ela ? Vive grudado nela c*****o — eu falo puto e ele n**a
— tu sabe que não, eu sou putão p***a, mas com ela e amizade, mina e mil grau, não tem porque tu colocar ela aqui dentro, cara — ele argumenta e parece que saiu uma tonelada dos meus ombros
Eu na real mesmo, não tinha nem que ter comprado ela, nunca fiz isso com ninguém, se a pessoa não tem pra me pagar morre e acabou. Agora eu aceitei ela em troca de dívida ? c*****o!
— f**a-se ela não achou que podia me afrontar ? Ela não se acha a braba ? Agora vai ficar aqui e eu não quero tu de papo com ela se ligou ? — eu falo com ele acendendo um baseado e metendo o pé dali
Deixei ela trancada naquela p***a de salinha escura pra ver se ela aprende a guardar a língua dentro da p***a da boca antes que eu corte ela fora, ela deu sorte que eu não acertei um retao nela pra ela ficar esperta, se acha pra c*****o e acha que pode enfrentar bandido
— passa a visão — eu atendo o celular sentindo o meu sangue ferver ainda por causa daquela filha da p**a
— passa a visão o c*****o, tá achando que tá falando com quem ? — minha mãe da maior esculacho
— foi m*l, velha! Nem vi quem tava ligando — eu falo vendo uma p**a aqui do cassino vir na minha direção
— a babá do Gael não veio de novo, eu não aguento mais essas meninas sem responsabilidade, você tem que arrumar alguém direito pra olhar esse menino ou eu mesmo vou arrumar — ela fala p**a e eu fico bolado
Eu já botei várias babás lá e minha mãe não gosta de nenhuma, eu nem tiro a razão dela não, criança dá um trabalho da p***a e a velha é enjoada tanto quanto eu, ela fica mais com meu filho porque eu tenho que ficar na rua o dia todo resolvendo as coisas do morro, mas meu filho nunca deixou de ser a minha prioridade. Desde que a p*****a da mãe dele abandonou meu menor falando que não queria filho, que queria viver e era nova, só deixava o menor largado com uma semana de vida eu tomei ele pra mim e expulsei ele da favela. Só que cuidar de um neném não é fácil, e a minha mãe fica sobrecarregada. As mina que vão pra cuidar dele sempre vão com outra intenção, e quando vê que não é o que elas pensavam não aguentam ou minha coroa manda vazar. Eu já não sei mais o que fazer, meu filho precisa de alguém, e eu preciso de alguém que eu possa confiar o meu menorzin na mão.
— eu vou resolver isso mãe, vou ver uma tia pra tomar conta dele — eu falo com ela que fala uma caralhada no meu ouvido e desliga sem deixar eu responder mais nada
— qual foi irmão, bota a Rebeca pra cuidar do Gael cara, melhor do que deixar ela aqui — o feijão tenta mais uma vez interferir e eu grito puto com ele
— não p***a, já falei que ela vai ficar aqui, não se mete nessa p***a — eu falo puto com ele que sai do cassino e eu pego a p**a pelo braço e levo pro quartinho
Aqui é assim, além de cassino também é um puteiro, eu não quero saber se a Rebeca é disso ou não, a mãe dela me deve 100 mil, e alguém vai ter que me pagar
Saio do quartinho já era tarde, a loira representa sempre, senta feito a verdadeira p**a que ela é, e eu pago com gosto sempre um a mais
— magnata, bem que a gente podia sair um dia de rolê…— ela fala quando eu ia passando por ela no corredor e eu dou uma risada amarga
— tá me confundido ? — eu falo mirando ela — eu pago pra te comer, não é pra desfilar com p**a por aí não — eu falo e ela murcha na hora e eu volto na direção do quartinho que eu tranquei a maluca lá
Respiro fundo sentindo a minha costela arder do mordidao que ela me deu. Eu tô todo marcado das unhas dela, cheio de mordida pela costela, mina maluca, nunca vi isso, não conseguiu na força e achou que me morder era a solução ? Gosto assim, se ela acha que tem peito bora ver até onde ela vai
— levanta — eu falo entrando no quartinho vendo ela sentada no canto encolhida e quando ela levanta o rosto ela fecha a cara disfarçando o choro — levanta p***a, tá surda ? — eu grito e ela continua parada e eu vou na direção dela — tá achando que eu tô brincando contigo ? — eu falo levantando ela com força colando o corpo dela no meu e ela cospe na minha cara
— babaca, eu não sou teus funcionários, eu já falei que tu não manda em mim — ela me peita e eu passo a mão no rosto me segurando pra não perder a cabeça com ela
— escuta aqui, c*****o — eu falo segurando o rosto dela com raiva — tua mãe te vendeu pra mim e tu vai pagar tudo o que me deve, agora tu vai lá pra fora e vai se comportar se não quiser morrer — eu falo e ela gargalha
— eu não vou me prostituir, eu não sou p**a, e eu não te devo p***a nenhuma — ela fala e eu perco a paciência e saio arrastando ela pra fora do quartinho e ela se agarra na porta — eu não vou, você não vai me tirar daqui, me mata logo, inferno! — ela grita e eu puxo ela com força pegando ela no colo e levando até a sala onde as meninas se arrumam e eu vejo a loira me olhando confusa. Todas estão aqui porque querem, elas tem uma vida, mas o ganha pão delas é a b****a
— sai geral daqui agora — eu grito e a surtada tentava se soltar de mim e eu apertava ela cada vez mais contra o meu corpo — AGORA p***a — eu dou um berro e as p**a sai tudo correndo e eu bato a porta largando a maluca que começa a jogar um monte de coisa em cima de mim totalmente descontrolada — para com essa p***a, Rebeca — eu tento me aproximar dela e ela joga uma chapinha quente na minha direção e acerta a minha cara
— i****a, eu não vou, me solta — ela fala quando eu pego ela de novo e jogo em cima do sofá segurando ela com força com meu próprio corpo sentindo meu corpo ferver de ódio desse jeito atrevido dela…