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Dulce  Magnólia não falou muito durante o caminho. No geral, ela apenas perguntou se eu estava com sede, fome, sono ou se me sentia confortável. Eu não queria enche-la de perguntas agora, apesar de estar muito curiosa sobre esse acampamento de bruxas para o qual estávamos indo.  A viagem foi longa e nós ficamos na estrada até o sol nascer. Eu tirei um cochilo na parte de trás da carroça, mas Magnólia não pregou os olhos e ficava constantemente olhando para os lados enquanto apoiava sua mão na cintura, onde ela trazia uma espada.  — Você sempre anda atenta assim? — foi a minha primeira pergunta.  — São anos me escondendo da igreja. E agora, digamos que eu esteja protegendo uma bruxa com um crime bem grave. Certamente é bem mais perigoso estar com você.  — Não sou bruxa.  — Eu sei. — s

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