Capítulo Dois

1517 Words
Tom Henry - Está horrível, por acaso você já cozinhou na sua vida?-Gritei com a mulher que fez meu "Café da manhã" Aquilo está tão horrível que não dá para ser chamado de comida. A mulher está prestes a chorar e eu estou segurando o riso, a cara dela de pobre coitada é impagável. - Me... desculpe senhor Henry eu achei que estava do seu agrado. - Pois achou errado! Essa p***a está horrível, acho melhor acertar da próxima vez ou vai direto para a rua. - Irei fazer de novo... - Não precisa. - Limpei minha boca e se levantei. - Irei comer fora. Olhei rapidamente para trás e vi a mulher limpar a mesa e limpando as poucas lágrimas. Quando ia abrir a porta ouvi a voz dos meus pais atrás de mim. - Para aonde vai filho? Você tomou café? - Minha mãe pergunta. - Você se importa? - Debochei. Minha mãe esqueceu de mim quando eu tinha apenas três anos e quando eu completei dez, ela lembrou de mim como mágica, nunca mais falei e olhei ela do mesmo jeito. Aconteceram algumas coisas antes disso, mas não é necessário esse assunto agora. - Não fale assim com sua mãe Henry, ela está querendo apenas saber se você se alimentou, pare de grosseria garoto. Revirei os olhos e os olhei. - Estou indo comer fora, a vagabunda da empregada não faz uma comida descente, onde arranjaram essa mulher? - Não fale assim, ela é uma boa mulher. Eu não ensinei você a ter esses modos, parece uma criança fazendo birra. - Não enche. - Subi para o quarto e ignorei os gritos deles para mim. Entrei no meu quarto e tranquei a porta. Odeio essa pegação que meus pais tem comigo, eu tenho dinheiro e vou aproveitá-lo como eu bem entender e eu tenho sim o direito de pisar nas pessoas. O dinheiro sempre deu poder e eu tenho de sobra. Peguei meu celular e liguei para Mandy, uma garota que é louca de paixão por mim. - Oi, Henry gatinho, o que foi? - Voz de p**a. - Mandy eu preciso de você e seu carro. Agora. - O filhinho do papai ficou sem o carrinho foi?- Ela debochou. - Sem deboche, venha agora e quem sabe a gente possa aproveitar certo? - Usei a voz rouca. - Claro amorzinho, chego aí rapidinho. Desliguei a chamada e fui para o closet me arrumar. ******** - Aonde vamos?- Mandy acaba de chegar com o carro. - Ainda são seis e meia, vamos parar em algum lugar e comer depois aproveitamos. - Tudo bem. O papai cortou sua mesada também? - Não enche. - Revirei os olhos. Seguimos para um restaurante perto de casa, o meu preferido quando era criança e vinha com meu pai. (...) - Agora que você já comeu para aonde vai? - Perguntou. - Que tal para minha casa? Onde a gente pode se divertir? - Perguntei porque realmente estou animadinho. - E seus velhos? - Me entendo com eles depois. - Tudo bem. - Deu de ombros. Chegamos na minha casa minutos depois de ter saído do restaurante, estava estranhamente silenciosa. Mandei a garota subir para o meu quarto e assim ela fez me dando mais privacidade para ir até onde pequenos risos vinham, estão na cozinha: meu pai, minha mãe e um estranho. Todos rindo tomando algo que sugiro ser chá. Tossi falsamente e eles notaram minha presença no cômodo. - Aí está meu filho, Otávio, esse é Tom Henry Lamarte Júnior. Meu filho. - É um prazer. - Ele estendeu a mão, mas eu não a peguei fazendo assim ele a retirar constrangido. Meu pai bufou ao meu lado. - Henry esse é Otávio nosso novo jardineiro e de agora em diante, o supervisor da casa. - Ele é um ótimo florista, veja ele me deu tulipas. - Ela apontou para o jarro na mesinha de vidro. Revirei os olhos, essa conversa chata de novos empregados é horrível e se ele vai servir ao meu pai e minha mãe terá que me bajular também. Sorri com as ideias e possivelmente já tenho belos planos. - Otávio você poderá dormir aqui se quiser, a um quarto sobrando no final do corredor está desocupado. - Meu pai falou. - Obrigado senhor Tom. - Ele está vermelho. - Mas acho que não será necessário. - Ora é melhor prevenir do que remediar querido, então? Que tal um suco de limão antes de começar o trabalho hum? - Porque ela está bajulando ele? Bufei. - Irei para o meu quarto. Não me interrompam eu tenho companhia. - Subi as escadas e entrei no meu quarto. Mandy já está sem roupa o que facilita muito mais as coisas. - Amém apareceu. Venha aqui vem. - Ela me chamou com um dedo. Mordo meu lábio e me aproximo já tirando minha roupa toda. Ela me chupa com tanta vontade que quase g**o na sua boca, o seu batom melou meu p*u e isso me deu mais t***o ainda, meu sangue parecia ferver entre as veias. Ela colocou as mãos nos seus p****s dando uma empinada e me deixando abocanhá-los.  - Isso Henry, estou com tanto t***o, isso! - Ela grita. Meu quarto assim como todos da casa é a prova de som então ela podia gritar o quanto quiser e saber disso me deixa mais e******o ainda. Ela está com a mão no meu m****o, me estimulando enquanto eu ainda trabalho em seus s***s volumosos. Após isso eu desço minhas lambidas até sua v****a que está bem molhada. - Você está pronta? - Perguntei posicionando meu m****o em sua entrada molhada. - Sim. - Ela arfou - Coloca logo isso Henry, Ahhh! Coloquei meu p*u todo dentro dela, a sensação como das outras vezes foi a melhor possível, mas, não sei se é coisa da minha cabeça, mas parece que falta alguma coisa nas minhas transas ultimamente...   - Que gostoso... mais rápido amorzinho... isso adoro quando você é bruto. - As unhas dela arranhavam minhas costas me deixando mais quente. A coloquei de frente para mim com as duas pernas levantadas e estoquei de novo forte, seus s***s balançavam na medida dos meus movimentos e aproveitei para chupá-los ali mesmo, fazendo ela gritar mais e mais. - Senta aqui vem. - Sentei na cama e ela sentou no meu m****o. - Mais fundo... isso, ahh! Henry! - Estou quase gozando Mandy, isso rebola mais no meu pau... isso.-Arfei. - Assim amor? - Ela fez uma cara de inocente e rebolou mais rápido. - c*****o! - Gemi. Tirei meu m****o de sua b****a e comecei a me masturbar com ela me lambendo por inteiro, está muito quente e eu preciso me satisfazer rapidamente. Puxei seus cabelos aproximando sua cabeça do meu p*u e assim meu sêmen se espalhou pelo seu rosto. Ela lambeu todas as gotas e ainda sorriu de lado me chamando para a banheira, atendi a seu pedido. - Acho melhor você ir agora. - Abri a porta do quarto para ela sair falei quando já tínhamos colocado nossas roupas. - Porque? Não está divertido?  - Mandy estou falando serio agora, nós já transamos e ponto agora é esperar uma próxima vez.  - Certo, até mais. - Ela me beijou e se foi. - Até quem fim. - Minha barriga reclamou. Desci as escadas até a cozinha e encontrei a empregada que não sabe cozinhar e o novo jardineiro que nem me dou o trabalho de lembrar o nome, eles conversavam muito entretidos que não notaram minha presença. Tossi falsamente os assustando. - O que deseja senhor Henry? - A mulher pergunta. - Traga meu almoço. Agora - Falei frio. - Com licença eu vou... - Você fica. - Mandei e ele parou. - Você tem que limpar aquele vaso quebrado. - Que vaso... Empurrei o vaso que estava ao meu lado fazendo ele se quebrar, não era o mais caro da nossa casa então não dei importância. O olhar dele se alternava entre mim e o vaso quebrado. - Poque fez isso? - Porque eu quis. - Dei de ombros. - Agora limpe. - Não.-Ele cruzou os braços. - Não? - Repeti friamente. Nenhum dos empregados tinha me negado alguma coisa, apenas meus pais faziam isso e não é uma coisa legal de se fazer, não comigo. O não dele fora tão decidido que me estremeceu, não deixei que ele notasse tal coisa, mas deixei que minha raiva transparecesse, eu queria assustá-lo. - Está trabalhando aqui, seu salário vem do meu bolso. - Sorri vitorioso. - Tecnicamente eu trabalho para o seu pai, ele paga meu salário não você e mais, essa não é minha função. - Ele saiu me deixando possesso de raiva. - O meu Deus o que aconteceu? - A empregada me perguntou. Meu almoço está em cima da mesa, peguei o prato e subi para o meu quarto, antes mandando aquela mulherzinha limpa os cacos. Aquele jardineiro filha da p**a vai ser ver comigo.
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