Henry Payne! Só esse nome é capaz de causar medo e pânico, aos 16 anos cometeu seu primeiro assassinato, aos 18 anos, ele já tinha atingido a marca de 130 assassinatos, mais de 200 torturas e outros crimes que ninguém saberia dizer ao certo.
Era um pródigo, ficando atrás somente de Harry.
Ninguém conseguia colocar medo no poderoso alfa Payne, a não ser Margot Payne que nesse momento o xingava de todas as formas possíveis.
Fazia duas semanas que comprou Liam, e ele contou ao seus pais sobre o assunto, Margot simplesmente surtou.
— Vocês queriam que eu me casasse, eu me casei! — Henry se defendeu.
— Não assim! Era para você encontrar alguém, conhecer, se casar por amor! — ela disse exasperada.
— Comprei meu marido, é muito mais fácil, economizou meu tempo! — Henry ponderou.
Uma hora!
Foi o tempo que sua mãe o xingou e teceu ofensas há ele. Tantas que variavam.
“ Você não pode fazer tudo o que quer.”
“ Você é egoista”
“ Você não tem coração”
E mais algumas. Mas ele não se importava, seu pai nada disse mas o observou bastante, nesse momento ele chegava em casa, e ao cruzar a porta o cheiro delicioso de comida invadiu suas narinas, ele sorriu.
Como sempre Sasha veio até ele, sorrindo como sempre.
— Boa noite senhor Payne! — ela disse sorrindo.
— Boa noite. — Henry deixou sua pasta e paletó em cima do sofá, rumou até a cozinha e encontrou Liam cozinhando com roupas confortáveis.
Henry estava gostando dessa rotina dos dois, acordava depois de Liam, tomava café junto com o loiro, se despediam e se encontravam no jantar. Depois da refeição Liam sempre comia algum chocolate, e pedia para revisar algum dever ou trabalho.
A escola o colocou no último ano, com a condição de que ele fizesse trabalhos e provas do ano que ele perdeu.
O notebook que deu a ele estava sendo muito útil, e Henry gostava de ver como o mais novo se esforçava.
— Oi H! — Liam disse chamando sua atenção, o loiro lhe deu esse apelido e Henry não se incomodava. — Vai lá tomar banho, que eu já vou terminar o jantar.
Henry sorriu para o pequeno e foi para o quarto, se despiu e tomou um banho não tão demorado, vestiu apenas sua calça de moletom e desceu para a cozinha.
E foi nesse momento que ele se arrependeu de estar só de moletom. Liam estava curvado pegando algo na gaveta da geladeira, ele usava um short amarelo de malha muito curto, sua b***a estava empinada e o moreno reparou o quão grande ela é, redonda e aparentava ser gostosa de apertar.
Fechou os olhos e balançou a cabeça, quando abriu seus olhos novamente Narto o encarava com a cabeça tombada para o lado, junto com o short o menino usava um moletom laranja folgado.
— Está tudo bem, H? — o ômega perguntou de forma inocente.
— Está sim! Vamos comer? — O moreno perguntou se sentando, para que Liam não reparasse na sua ereção. — O que estava procurando? — Henry perguntou ao menor que parecia decepcionado.
— Não comprei laranjas! — Liam respondeu fazendo um bico adorável.
— Compre depois! — Henry deu a solução. Liam apenas concordou, a mesa estava posta, Liam tinha feito uma lasanha de batata e queijo. Henry se surpreendeu com o prato, ainda mais por ser quarta—feira. — Está inspirado hoje, não é loirinho?
— Na verdade, eu estava com muita vontade de comer esse prato, aí o Aoda passou comigo no mercado e compramos as coisas.
— E por que queria laranjas? — Henry perguntou.
— Estou com vontade de comer também!— Henry decidiu não comentar a mistura de sabores, estava sentado na ponta da mesa de seis lugares e Liam a sua direita, como todos os dias Liam o serviu, por vontade própria. Depois se serviu, ambos conversavam de assuntos aleatórios.
Liam falava de forma animada sobre os novos amigos feitos na escola.
— Por que não traz eles, aqui? — Payne indagou.
— Eu posso? — Liam perguntou um tanto eufórico, seus olhos brilharam e Henry gostou daquilo.
— Claro que pode! — Liam pareceu uma criança naquele exato momento.
— A gente pode fazer uma noite de pijama? — Henry iria recusar na hora, mas ao ver os olhos brilhantes, ela não teve a coragem de dizer não.
— Nunca teve uma? — Henry perguntou.
— Nunca pude, meu avô não deixava eu ir, por ter mais meninos, ele dizia que eu era muito afeminado, iria fazer ele passar mais vergonha. — Liam disse tudo de cabeça baixa. Henry estranhou o fato, e percebeu que na verdade Liam, possivelmente veio de uma família homofobica. Mas na verdade tinha um fato que não saia da sua cabeça, Liam se parecia muito com seu padrinho.
— Liam, como você foi parar naquele lugar? — Henry perguntou, Liam abaixou os talheres e encarou o moreno. Liam se sentia confortável com Henry, mas ele não se esquecia de que devia total obediência a ele.
Não era um assunto que ele queria falar, e por isso demorou tempo de mais pensando e só voltou a si, quando Henry tocou sua mão.
— Estava preso em seus pensamentos, se não quiser contar, não precisa! — Liam agradeceu a Henry, ele realmente não estava preparado.
Logo Henry mudou de assunto, para deixar o loiro mais confortável.
— Vá amanhã almoçar comigo! — Henry disse.
— Mas, você não tem reunião amanhã?— o loiro sabia da reunião, porque olhou a agenda de Henry para ver, se algum dia ele estaria disponível.
— Não com um Payne, se não for alguém da minha família, eu não me importo de cancelar para passar mais tempo, com você! — Henry fez um leve carinho na bochecha esquerda e dourada.
— Henry? — Liam chamou meio incerto. O loiro já tinha namorado antes, mas continuava muito inocente, e um dos seus amigos o fez lembrar o que maridos, fazem. — Hum... por que você não me beija?
Henry engasgou no mesmo instante, não por estar tomando algo, mas sim com a saliva. Olhou o ser pequeno na sua frente. Henry na verdade queira muito tocar o loiro, mas tinha medo de assustar Liam.
— Por que me perguntou isso? — Henry questionou estabilizando sua respiração.
— Minha amiga Sarah, falou que quando a gente é namorados ou casados a gente se beija, — o loiro colocou o dedo no queixo como se pensasse — a gente dorme junto, mas você não toma banho comigo, não me beija e nem me toca. Eu namorei uma vez, e ele sempre me beijava, ele dizia que minha boca tinha gosto de morango, porque eu sempre ficava com um pirulito de morango na boca.
Henry olhou para o Payne mais novo e quis perguntar mais sobre o tal namorado, mas não foi preciso, já que o loiro continuou a falar.
— Ele gostava de passar a mão em algumas partes do meu corpo. — Liam contou como se não fosse nada.
Henry estreitou os olhos e encarou o pequeno.
— Quais partes? — Henry perguntou um tanto nervoso.
— No meu bumbum! — Liam falou um tanto infantil.
— Isso não te incomodava? — o moreno perguntou cruzando os braços, e fazendo uma nota mental de procurar e m***r o ex namorado, do seu atual marido.
— Na verdade não, era gostoso quando ele fazia isso. — Henry sentiu um sentimento desconhecido, uma pontada no peito. Liam falava tão naturalmente, que parecia não compreender o que aquilo significava. — Mas você me disse que sou seu marido, eu uso uma coleira como aliança, mas você não me beija! — Ele emburrou a cara, e Henry achou muito fofo.
— Você quer que eu te beije? — O moreno perguntou se inclinando um pouco mais, ficando bem próximo a Liam, o cheiro do loiro era algo inebriante e já deixava Henry, louco.
— Quero, quero muito! — Henry sorriu, levou uma de suas mãos até a nuca bronzeada e a outra mão pousou na cintura fina.
Henry sorriu mas se sentia estranhamente ansioso, quando procurou algum sinal de excitação, mas não encontrou.
Se inclinou um pouco mais e encostou seus lábios, ficou parado alguns segundos, como o outro não se afastou decidiu aprofundar o beijo, por isso abriu os lábios do outro com a língua.
Quando Liam sentiu a língua de Henry encostar na sua, deixou seu gemido sair sem problemas, seu corpo correspondeu ao moreno, por isso deixou a mão vagar pelo corpo do mais velho, apertou seu braço e deixou a mão descer para sua barriga, o abdômen malhado atraía Liam, Henry era um homem bonito.
Henry não se manteve quieto, logo sua mão estava na b***a avantajada, e a outra mão estava dentro do short do loiro, o masturbando devagar. Em um movimento rápido, Henry conseguiu puxar Liam para o seu colo. Sua mão voltou para dentro do short do loiro.
Liam começou a se mover, rebolava em cima do m****o duro de Henry e quando o ar se fez necessário, Henry desceu a boca pelo pescoço sem marcas ou manchas, beijava e mordia recebendo gemidos como respostas, Liam sentia sua lubrificação aumentar ainda mais, senti do seus feromônios agitados e que se misturavam aos de Henry.
Henry apertava a b***a do loiro enquanto o masturbava de forma lenta, não queria que ele gozase ainda, a vontade era levar seus dedos até a entrada encharcada de Liam, mas não fez. Não queria avançar algum sinal com Liam.
— Henry, e-eu quero mais! — o loiro disse perto do ouvido do Payne.
— Eu vou te dar mais, bebê. — Henry sorriu contra a pele bronzeada.
Tirou o m****o duro do mais novo, de dentro do short e começou a masturba—lo, tirou a mão da b***a do loiro e a usou para levantar a blusa que o impedia de c****r sua pele coberta, ao levantar o tecido desceu a boca para o mamilo rosado, mordeu de leve o botão rosado, gemeu mais alto e Henry decidiu que era hora de acelerar seus movimentos com a mão.
— Goza para mim, ômega! — A voz grossa de Henry causava sensações avassaladoras em Liam.
Os toques aumentaram a intensidade, e por isso Liam rebolava e gemia ainda mais, sem nem ao menos notar, o loiro arranhava a nuca do moreno, gemia ao pé do seu ouvido, passava as mãos nos cabelos grandes o puxando um pouco para trás, ambos se beijavam pela simples necessidade de terem a boca um do outro.
Liam sentia que iria gozar, e gemia na boca carnuda pressionada a sua, rebolava, gemia e queria muito alcançar aquela sensação que não vinha.
Henry o tocou mais rápido, e sabia que o loiro estava perto, e quando sentiu o líquido espesso em sua mão, sorriu.
⚜
Liam gostava de acordar ao lado de Henry, gostava de tomar café junto com ele, ainda mais agora que ambos se beijavam.
Ao sair Henry deu-lhe um beijo quente, os dois iriam almoçar juntos, e isso animava o jovem. Se arrumou e desceu para o térreo, onde seu carro já o esperava.
Liam era muito animado e amigável, logo se juntou ao grupo de Sarah, Haya, Alex e Zayn Lee.
Sarah foi a primeira a defende-lo, a garoto era de estaria mediana, olhos verdes e cabelo naturalmente loiro, porém ela o mantinha na cor rosa chiclete e na altura dos ombros.
Alex era um ômega ruivo, da altura de Liam e de lindos olhos verdes.
Haya era uma beta mais alta, seu criou cheio de curvas e seu longo cabelo n***o indo até sua b***a, seus olhos estranhamente claros -praticamente brancos- e de uma doçura incrível.
Já Zayn era o único alfa, cabelo preto e um pouco grande, olhos redondos e escuros, corpo alto e muito robusto, sorriso gentil e muito amigável, o alfa era completamente hiperativo e apaixonado por Alex.
Ele se sentia bem perto dos amigos, mas tinha uma pequena questão que o incomodava, Kevin, James e Noah.
Eles o importunavam, Kevin gostava de fazer o loiro se passar por bobo, e isso o fazia chorar. Por isso acabou chorando muitas vezes na frente de todos. O jovem era sensível de mais, e foi por isso que o grupo de Sarah o defendia, fazendo assim todos serem amigos.
Nesse exato momento o grupo se encontrava na biblioteca, eles tinham um trabalho que envolvia cálculos.
— Eu não sei fazer, nada disso! — Zayn Lee disse suspirando.
— Meu marido sabe! — O loiro falou sem ao menos olhar os amigos.
— Já temos o assunto do cálculo resolvido, agora precisamos de mais três pessoas no grupo! — Haya falou já cansada daquilo tudo. — Só sobraram os idiotas Kevin, Noah e James.
— Eu não acho que devemos colocar eles! — Alex foi o primeiro a negar.
— Mas a professora dividiu em grupos exatos! Se não tivermos oito pessoas, nosso trabalho é anulado. — Lee ponderou.
Liam não queria aceitar os três, por isso cruzou os braços e fez um bico fofo. Os amigos o achavam fofo de mais.
— Não temos opção! — Liam se desligou por alguns segundos da conversa, mas voltou ao ouvir Sarah falar mais alto.
A discussão demorou muito tempo, Liam já estava sonolento, quando finalmente decidiram que iram por os três rapazes no grupo, mas não iriam pedir para eles fazerem nada, já que eles não sabem!
Decidiram que falariam com os meninos depois.
— Vamos para a casa de quem? — Sarah perguntou.
— Vamos para a minha casa, ele chega daqui a pouco. — Todos concordaram, na verdade estavam curiosos para saber quem era o marido do loiro.
⚜
A sensação de chegar em casa, e ter Liam o aguardando era indescritível.
Mesmo sendo seu almoço, ele voltou para casa apenas para ver seu pequeno, mas se preocupou ao ouvir as vozes animadas.
— Vamos lá, Li! Nos de uma pista sobre seu marido. Ele deve ser rico para um c*****o, já que te banca e tem esse triplex maravilhoso. — a voz era de uma menina, quando Henry se aproximou da sala, todos estavam de costas para ele.
As duas garotas eram betas, o ruivo era ômega e o moreno era alfa, Henry poderia se enciumar, mas logo notou em como o ômega, estava próximo ao alfa adolescente.
— Ele pertence aos Paynes! — Henry se deliciou ao ver os olhos arregalados e espantados.
— Nem brinca Li! — um jovem de cabelos vermelhos começou— Os Paynes são gente perigosa, ainda mais o quarteto Payne.
Liam se interessou no assunto.
— Quarteto? — questionou, ele ainda não tinha se apresentado a família, precisava aprender algumas coisas antes. Ele conhecia a fama dos Paynes, mas ao ver como Henry agia, acreditou que tudo não passava de mentiras.
— Os irmãos Alfa Harry e Henry, e os irmãos betas Alec e Archie! — Henry sabia da fama que tinham, e se deliciava ao ouvir alguém falar, o rapaz ruivo continuou o assunto. — Eles chamam Harry de o metódico dizem que um plano feito por ele, não há erros, furos ou chances de falhar, e sempre é acompanhado pelo namorado Archie, chamam ele de O torturador, um dia nas mãos dele é pior que a morte, as pessoas tremem só de ouvir seu nome! Alec é o analista, ele sabe dizer se alguém é verdadeiro ou se está mentindo, ele te decifra em segundos, ninguém escapa dos seus olhos, a única pessoa capaz de falar e fazer o que quer perto de Alec é seu protegido e ômega, Levi!
Liam olhou o amigo, e a primeira coisa que pensou é que não falaram de Henry.
— Está faltando um! — o loiro falou mais baixo.
— Henry Payne, o próprio demônio. Ele mata sem ao menos fazer bagunça, ele te acha em qualquer lugar, todos sabem que nunca deve tentar fugir, dele. Mas, ele gosta de brincar com a pessoa, deixa ela acreditar que pode fugir, e quando ela menos espera, o demônio a pega.
Liam ouviu aquilo tudo, e a primeira coisa que pensou, foi: Henry não era assim, Henry sempre o tratou com muito carinho, sempre foi atencioso e muito muito amável. Aquele não era o Henry!
— Talvez Henry não seja assim! — os adolescentes estavam tão submersos no assunto que não notaram o Payne ali, parado encarando a cena.
— Não seja inocente Li, os Paynes são o inferno na terra, não há compaixão ou perdão, você fez, você paga! — A jovem de olhos perolados disse.
— Só estou dizendo, que Henry não é assim! — Liam tinha se irritado, Henry não era isso que falavam. — Isso é mentira!
— E vocês se conhecem? — Haya perguntou curiosa, pela atitude do sempre doce Liam.
Henry decidiu acabar com aquilo, se seu menino estava bravo, não era uma boa coisa.
— Li? — Henry chamou, como se tivesse acabado de chegar.
Todos os olhos viraram para ele, o Payne quis rir, ao ver os olhares espantados, menos de Liam que correu para o abraçar, pulando em cima do sofá caríssimo. Liam o abraçava como sempre, mas naquele dia ele se pôs nas pontas dos pés para alcançar os lábios do maior, que selou os lábios alheios com um selinho demorado.
Ao se afastarem, Liam sorria para ele, mas tinha o rosto avermelhado, Henry sabia o porquê mas não queria denunciar que estava, escutando a conversa.
— Por que está vermelho, bebê? Confundiu meu vinho com suco, de novo? — Liam riu e negou com a cabeça.
— É que as pessoas dizem que você é mau! — O vocabulário um tanto infantil confundia Henry, Liam usava palavras um tanto infantis demais. — Você não é mau, nem perigoso, não é?
Os olhos azuis estavam fixos nos olhos negros, e tinha mais quatro adolescentes atentos a tudo aquilo.
— Para você, jamais! — Henry disse fazendo um leve carinho na bochecha direita do loiro. — Não precisa ficar com medo!
Liam sorriu de forma doce.
— Viu gente— Ele disse se virando para os amigos que estavam atônitos. — Falei que ele não é mau!
Henry riu ao ver todos concordando imediatamente.
Liam pediu ajuda a Henry, que ajudou imediatamente, o moreno olhava todos aqueles cálculos e para ele, aquilo era fácil demais!
Ele respondeu tudo tendo Liam sentado, em seu colo. Os outros anotaram tudo em seus cadernos, e Liam sorria ao ter um carinho incessante nas costas.
Todos se reuniram na mesa, Emma tinha feito um risoto de cenoura. Todos se acomodaram na mesa, os jovens não sabiam como se portar na presença de Henry. Liam parecia feliz, era a primeira vez que apresentava Henry a alguém, e era a primeira vez que tinha amigos que o aceitavam.
Liam deixou um pouco de suco de laranja cair na sua roupa, e nesse momento ele tentava secar com um guardanapo.
— Meu uniforme! — Ele disse fazendo um bico adorável.
— Por que não trocou, ao chegar? — Henry perguntou.
— Eu estava com preguiça! — O loiro o olhou como uma criança, que perdeu seu brinquedo.
— Vá se trocar, vou mandar comprarem outro! — Henry disse para não brigar com o pequeno.
Liam se levantou e foi para o quarto, o clima na mesa era tão tenso, que até mesmo o Payne se incomodou, os jovens m*l tocaram a comida, e pareciam não saber para onde olhar.
Quando Liam voltou, quase fez Henry ter um ataque de ciúmes, ele usava um conjunto, um short de malha bem curto, e uma blusa também curta que deixava sua barriga a mostra. Ambos laranja.
Henry olhou para Alex e Zayn Lee, se um deles olhassem para Liam, iriam morrer!
Mas não fizeram, Liam voltou a comer tranquilamente, e vez o outra puxava assunto com os demais, que respondiam por medo de um certo Payne.
Quando deu sua hora, Henry foi embora, antes de sair deu um beijo em Liam e se despediu dos outros, assim que o moreno passou pela porta e a mesma se fechou, todos soltaram o ar que estava difícil de circular.
— Viu gente, eu falei que o Hezz, não era tão r**m! — todos queriam dizer alguma coisa, mas a chance do loiro contar ao marido era grande.
Por isso eles simplesmente voltaram a fazer o trabalho.