LOUISE SANTORO Acordo pela manhã e parece que um trator passou por cima de mim. A noite de ontem foi maravilhosa; não sei o que deu em mim, mas ando sentindo um fogo fora do normal. Olho para o Caio e já quero t*****r. A sorte dele é que não estamos nos encontrando em casa direito, mas ontem foi maravilhoso e o resultado é a ardência que estou na b***a de tanto que o Caio bateu — mas não me arrependo, gostei bastante. Levanto e vou tomar um banho. Me arrumo, pois hoje é o último dia da Helena na Itália; amanhã ela volta para a Rússia. Então, vamos todos almoçar na casa da minha sogra, já que meus pais também voltam amanhã. — Cheguei! Oee, tem alguém em casa? Minha sogra grita que está na biblioteca e eu sigo para lá. AMÉLIA: — Bom dia, querida, como acordou hoje? — Bem, Dona Amélia.

