CAIO SANTORO
Hoje é o casamento de Beatrice e Enzo. Já perdi as contas de quantas vezes ele já me perguntou se eu tenho certeza do que fiz. Acontece que eu não vejo pretendente melhor para a Bea.
ENZO: — Coloca mais uma dose para mim, por favor.
Enzo estende o copo para Lucca.
LUCCA: — Claro que não! A Bea já vai ter que casar com um cara feio, agora ter que te aturar bêbado no altar já é castigo demais, cara.
ENZO: — Vai se f***r, Lucca! Vai chegar a sua vez e eu vou tirar sarro com a sua cara também. Me aguarde; um dia é da caça e o outro é do caçador.
LUCCA: — Calma, meu amigo, meu dia está longe ainda, mas o seu é hoje, então aceita.
— Engraçado que, na minha vez, até se oferecer para casar com a minha esposa ele se ofereceu, agora está com medo de casar com uma menina que tem a metade da sua idade.
ENZO: — Uma p***a, Caio! Você sabe que a Beatrice é uma peste, ela faz de tudo para me tirar do sério, e tudo isso é culpa sua, seu grande amigo.
Eu e Lucca explodimos em uma gargalhada, e a cara que ele nos olha é impagável. Chega a hora da cerimônia e vou buscar a madrinha mais linda desse lugar. Louise está parada de costas para a escada e não me vê chegar.
— Vamos, amor, somos os primeiros padrinhos a entrar.
Quando ela ouve minha voz, vira-se, e meus olhos constatam o que todos já sabem: absolutamente linda. Que cara de sorte sou eu! Caminhamos até o altar de mãos dadas, e os olhares dos homens voltados para a Louise não me agradam em nada. Fecho a cara ainda mais e eles param de olhar para ela. Minha vontade é meter uma bala na testa desses desgraçados. Chegando perto do altar, o Enzo me olha e eu dou um sorriso de deboche para ele. Haha! Quando o último casal de padrinhos chega ao altar, começa a marcha nupcial e, na entrada, aparece a Bea; ela está linda.
Apesar da cara de brava da Bea, a cerimônia foi bem bonita e, em nada, aquele beijo foi de duas pessoas que se odeiam.
LUCCA: — É, Enzo, enfim casado! Agora tem que andar na linha, que você é um homem de família.
ENZO: — Vai se f***r, Lucca, e se mete na sua vida, que da minha cuido eu.
Lucca e Klaus saem da mesa rindo e só ficamos eu e Enzo.
— Enzo, sei que agora você não está satisfeito com o casamento, mas não esqueça que a Beatrice não teve escolha, assim como você.
ENZO: — Que foi, Caio? Bateu remorso agora? Medo porque sabe que eu sou tão mulherengo quanto você era? Eu não vou parar minha vida por causa da sua irmã; a escolha de amarrar ela a mim foi sua e não minha, então não me cobre nada.
— Não estou te cobrando nada, Enzo, apenas te lembrando: ela não tem culpa, não a faça sofrer por isso.
ENZO: — Isso é uma ordem, Don?
— Não, é um conselho de um amigo que já passou pelo mesmo e, acredite, você irá se arrepender e não poderá dizer que eu não te avisei. Agora que já fiz minha parte como amigo, vou dançar com a mulher da minha vida.
Saio da mesa e vou em direção à pista de dança. Agarro Louise por trás e cheiro o seu pescoço.
— Dança uma comigo ou vai ficar a noite inteira ajudando a Bea a fugir do Enzo?
Louise abre um sorriso para mim e já sei que eu tinha razão.
LOUISE: — Que calúnia, Senhor Santoro! Estávamos só aproveitando um tempo juntas.
— E que tal a gente se despedir de todos e aproveitarmos um tempo também?
LOUISE: — Eu acho que essa ideia me agradou bastante, eu topo!!
Nos despedimos de todos e fomos para nossa casa. Chegamos e Louise foi direto para o banho. Fui até o bar que temos na sala e me servi de uma dose generosa de whisky puro, virei o copo de uma vez e subi para o quarto. A porta do banheiro estava aberta e dava para ouvir o som do chuveiro. Tirei toda a minha roupa e entrei; Louise estava de costas, lavando os cabelos. Abracei-a por trás e deixei minha mão explorar seu corpo até chegar em seus s***s que, estranhamente, parecem estar maiores. Aperto-os de leve e ela deixa escapar um gemido que me deixa duro de imediato.
LOUISE: — Humm...
— Gemendo assim, a gente nem passa pelas preliminares.
LOUISE: — Nada disso, Senhor Santoro.
Louise me olha com os olhos brilhando com pura luxúria. Lentamente, sem quebrar o contato dos nossos olhos, ela vai descendo e, quando eu penso que não pode melhorar, ela passa a língua na cabeça do meu m****o antes de engoli-lo por inteiro.
— p***a, Louise!
Apoio uma mão no vidro do box enquanto a outra ajuda a ela a ir mais fundo. Ela faz um trabalho profundo e eu me pergunto onde essa mulher aprendeu a fazer isso. Estou quase gozando, então levanto a Louise pelos cabelos e a pego no colo, indo em direção ao quarto. Jogo-a com tudo em cima da cama e ela solta um gritinho.
LOUISE: — Caio, está molhando a cama toda!!!
Me ajoelho em frente às suas pernas e puxo seu sexo de encontro com meu rosto; nunca vou cansar do cheiro da minha mulher. Poderia passar horas me deliciando com ela.
LOUISE: — Caio, ahh, eu vou, eu vou...
— Goza para mim, amor!!
Como se fosse uma ordem, Louise se desmancha na minha boca e eu tomo todo o seu néctar. Não dou muito tempo para ela se recuperar e subo em cima dela, que rapidamente muda a posição, ficando por cima e começando a sentar devagar, indo acelerando. Não se ouve nada dentro do quarto além dos seus gemidos e o barulho dos meus tapas na sua b***a.
Sinto que ela vai gozar de novo, então jogo-a na cama e a puxo para a posição de quatro; sem avisar, penetro-a novamente, metendo com força. Louise grita, geme enlouquecida.
LOUISE: — Assim, me fode mais, que eu vou gozar!!
Dou um tapa, dois, três, quatro... sua b***a já está vermelha de tanto que eu bati, e a cachorra segue pedindo mais.
LOUISE: — Ahhh, eu vou gozar, p***a!!!
Com mais duas estocadas, ela goza, apertando-me e levando-me junto. Desabamos na cama ofegantes, cansados e respirando pesado. Eu gozei tanto que chego a estar tonto. O que houve com essa mulher hoje?