CAPITULO 24

939 Words
LOUISE SANTORO Nos despedimos da família dele e da Helena. Tive que me despedir tão rápido da minha amiga que ela, com aquela perspicácia irritante, notou exatamente o motivo do meu pressa. HELENA: — Boa transa, Lou. Depois me conta tudo! Sabia que ela não deixaria passar batido. Saímos do salão direto para o carro. Da casa dos pais dele até a nossa, ele não parou em nenhum sinal; não quero nem imaginar o valor das multas que acumulamos. Entramos em casa aos beijos. O ar já estava carregado de eletricidade. Ele me pega no colo e sobe as escadas em passos largos, invadindo o seu quarto. Sinto meu corpo entrar em combustão. Quando ele me coloca no chão e me vira de costas, descendo as alças do meu vestido, sinto o tecido escorregar e parar nos meus pés, revelando a mini lingerie que escolhi a dedo. Quando penso que ele vai retirar a peça, ele me ergue novamente e me deposita com cuidado sobre os lençóis. O olhar que ele lança sobre o meu corpo é um combustível que incendeia cada centímetro da minha pele. Ele despe a própria roupa com os olhos presos nos meus, e quando finalmente fica só de cueca, permito-me quebrar o contato visual apenas para apreciar aquele verdadeiro deus grego. CAIO: — Você tem certeza? — Não quebra o clima, Caio. Só vai. Ele não precisa ouvir duas vezes. Volta a atacar minha boca com uma fome que me desarma. Sua mão explora cada curva do meu corpo e, a cada toque, eu me contorço, implorando por mais. Ele desce uma trilha de beijos pelo meu pescoço, clavículas e s***s; quando ele abocanha um dos meus m*****s, o gemido que escapa da minha garganta é tão alto que tenho certeza de que pôde ser ouvido lá fora na rua. Enquanto ele suga meus s***s com voracidade, uma de suas mãos desce e mergulha na minha calcinha, seus dedos encontrando minha i********e completamente encharcada. Ele larga meus s***s e continua o trajeto, beijando cada ponto sensível até chegar ao meu limite. Ele descarta a calcinha e, por um breve segundo, fica apenas me admirando. Então, ele me chupa com tanta vontade, com tanto desejo, que eu perco completamente o controle sobre os meus gemidos. CAIO: — p***a, QUE b****a GOSTOSA! Ele se levanta para tirar o resto da roupa e, pelo tamanho da sua ereção, tenho a nítida sensação de que ele vai me rasgar inteira. Confesso que, por um instante, meu corpo contrai por puro instinto. CAIO: — Você tem certe... — Você parece estar com mais medo do que eu. O que foi, está cansado? Ele ri — e que sorriso, meus amigos, que sorriso devastador. CAIO: — Não me peça para parar quando eu começar! — Relaxa, Don. Eu não vou. Ele solta um palavrão contido e começa a roçar a cabeça do seu m****o contra a minha i********e, um jogo de tortura e prazer. Tento relaxar ao máximo, mas quando ele finalmente empurra, não há como evitar: a dor é lancinante. Involuntariamente, tento fechar as pernas, mas o Caio, experiente, coloca a mão ali mesmo, esfregando meu ponto mais sensível, enquanto agarra um dos meus s***s e suga com força. O prazer atropela a dor, e quando estou prestes a alcançar o ápice, ele empurra de uma vez. O choque é misturado ao prazer de um orgasmo intenso. Ele começa a se mover, lento, medindo cada centímetro, mas o fogo que ele acendeu me faz querer tudo. Preciso de mais. — Mais rápido, por favor. CAIO: — Louise, eu não... — Caio, eu preciso que você me f**a com força. Agora! Ele para, me olha com chamas nos olhos e obedece, acelerando o ritmo. Sinto uma dor latente, facilmente camuflada pela luxúria que domina cada poro do meu ser. Arranho suas costas, mordo seu ombro, sentindo o quanto isso o incita. Ele me aperta, ele me possui, e estou perigosamente perto de explodir novamente. Meu corpo vibra, um formigamento elétrico toma conta de tudo. — Caio... eu vou gozar! Anuncio com a voz falhando, o corpo em espasmos. CAIO: — Goza para mim, Louise! Como se fosse um comando supremo, eu me entrego. O orgasmo me atinge com uma força que me deixa zonza. Sinto um jato quente dentro de mim, seguido por um urro rouco que escapa de sua garganta. Ele se deita sobre mim, seu coração batendo desenfreado contra o meu. Ficamos assim, em silêncio, tentando recuperar o ar. Dez minutos se passam até que a realidade volta a bater à porta. Respiro fundo e decido me mover. — Caio. CAIO: — Sim? — Preciso de um banho. Ele rola para o lado, cedendo espaço. Começo a catar minhas roupas pelo quarto e caminho em direção à porta. CAIO: — Está indo para onde? — Para o meu quarto. CAIO: — Não quer dormir comigo? — Não, obrigada. Prefiro dormir sozinha. E agradeço pela foda... foi até melhor do que eu imaginava. Boa noite, Senhor Santoro. Saio do quarto e corro para o meu. A expressão no rosto dele foi impagável, uma mistura de surpresa e desconcerto. Não é porque transamos que algo mudou entre nós. Entreguei-me porque quis, porque desejei, mas isso não altera em nada a nossa relação. Tomo um banho longo, mas meu corpo ainda pulsa em eletricidade. Não posso negar: eu o quero. Mas jamais me rebaixarei ao nível que ele espera. Visto uma camisola soltinha e me deito, sem calcinha. Amanhã estarei ferrada, certamente acordarei toda dolorida. Mas, por hoje, o orgulho de ter mantido minha postura é tudo o que me conforta.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD