IX. Quanto Mais Amar, Mais Doerá...

2255 Words

O extremo relaxamento me apagou bem rápido — nunca entendi o segredo por trás do truque de Vitor, mas era infalível! Despertei com cheiro de comida. Iran estava entrando com um carrinho que tinha pratos cobertos. Vitor foi quem abriu a porta e estava ajudando. Tentei me mover e os grilhões ainda me prendiam. — Vitor, eu posso ser solto? — pedi. Lena ainda dormia, deitada sobre mim. — Como se sente? — Ele perguntou, deixando o que fazia e aproximando-se. — O ar não está tão pesado quanto senti no momento que me prendeu, mas não é muito agradável. Não estou tão ᴍᴀʟ, eu acho. Consigo enxergar, pelos olhos e pelos pequenos. Ele tocou meu rosto para observar minha saúde. Assentiu com a cabeça, tirando os selos e grilhões. — Obrigado. — Envolvi Lena com ambos os braços. — Posso? — perg

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